Leopoldina de Bragança:
A Princesa Educada para o Trono
Leopoldina de Bragança: A Princesa Educada para o Trono
A Princesa Dona Leopoldina e seu pai, Dom Pedro II no Paço de São Cristóvão, em fotografia tirada por Hervert Klumb, no ano de 1861. Nascida no dia 13 de julho de 1847, Leopoldina foi a terceira criança oriunda do casamento entre o imperador D. Pedro II do Brasil com dona Teresa Cristina de Nápoles. A princesa recebeu em batismo o nome de sua avó paterna, a imperatriz Leopoldina. Sendo a segunda na linha de sucessão ao trono, recebeu uma educação superior à de outras mulheres aristocráticas do Brasil.
Após a morte do príncipe imperial, D. Pedro Afonso, sua mãe, não mais voltou a engravidar. A partir de então, as atenções de D. Pedro II se voltaram para as duas princesas, Isabel e Leopoldina. Na qualidade de herdeiras do trono, elas receberam uma educação primorosa, que as preparou para o exercício do poder. A despeito dos boatos espalhado por jornais da oposição, que taxavam ambas de “carolas”, elas recebiam lições diretamente com seu pai e por tutores supervisionados pela condessa de Barral, contratada como preceptora das princesas.
Em 1864, aos 17 anos, Leopoldina se casou com o príncipe Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota (originalmente cogitado como marido de sua irmã). Depois do nascimento do primeiro filho, o príncipe D. Pedro Augusto, Dona Leopoldina passou a viver entre sua terra natal e a Europa. Em seguida, vieram os filhos dom Augusto Leopoldo e dom José Fernando. Quando engravidou pela quarta vez, em 1870, a princesa decidiu permanecer com sua jovem família de uma vez no continente europeu.
Em setembro de 1870, a duquesa de Saxe deu à luz o príncipe Luís Gastão. Infelizmente, um ano depois Leopoldina passou a apresentar problemas gastrointestinais acompanhados de febre. Logo, constatou-se que se tratava de febre tifóide. Em meio a delírios e convulsões, o quadro clínico da princesa evoluiu drasticamente. Na tarde 7 de Fevereiro de 1871, falecia no Palais Coburg, em Viena, na Áustria, a princesa Leopoldina do Brasil, aos 23 anos. A notícia foi dada aos imperantes pela princesa Isabel, que estava presente. Augusto jamais voltou a se casar, falecendo em 1907. O casal se encontrara sepultado na Igreja de Santo Agostinho, em Coburgo (Alemanha).
Texto: Renato Drummond Tapioca Neto
Imagem: Coleção de Pedro Corrêa do Lago. Colorizado por Rainhas Trágicas.
Fonte: Rainhas Trágicas
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