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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Hebreus - Os primeiros passos

O sacrifício de Abraão: o mito original da fé monoteísta dos hebreusO sacrifício de Abraão: o mito original da fé monoteísta dos hebreus.

A civilização hebraica é proveniente da Palestina, região localizada entre o deserto da Arábia, Síria e Líbano. Próxima ao mar Mediterrâneo e cortada pelo rio Jordão, a Palestina ficou conhecida como um dos principais entrepostos comerciais do mundo antigo. Sendo uma região habitada por diferentes povos, a Palestina é o grande palco da histórica rixa entre árabes e palestinos.
Os hebreus organizaram sua população em diversos clãs patriarcais seminômades. Esses grupos familiares se dedicavam principalmente à criação de gado ao longo dos oásis espalhados no deserto da Arábia. A história dos hebreus se inicia a dois mil anos antes de Cristo e convive com outras grandes civilizações expansionistas do mesmo período. A história hebraica se concentra nos textos bíblicos do Antigo Testamento, que relatam o cotidiano, os hábitos e as crenças dos judeus.
Influenciados por um pensamento fortemente religioso, o povo hebreu fundou uma crença monoteísta focada na adoração do deus Iaweh. Seguindo a liderança de homens designados por Iaweh, os hebreus se julgavam uma nação santificada que deveria manter e expandir a sua população. Por conta disso, as famílias eram bastante extensas e as mulheres tinham como função primordial tratar da criação de seus filhos. Os homens detinham papéis de liderança na administração das tribos e as mulheres eram preparadas para o casamento.
Seguindo padrões morais bastante rígidos, os hebreus evitavam o enlace sexual entre os mais jovens e condenavam a prática homossexual. Além disso, a virgindade também detinha um importante papel de destaque na reafirmação de um ideal de pureza da figura feminina. O casamento monogâmico era a peça fundamental de sua organização familiar. O homem só poderia desfrutar do corpo de outra mulher (concubina), quando a esposa não tinha condições de gerar filhos.
O escravismo era uma prática comum na sociedade hebraica. Parte da própria população poderia vir a ser escravizada por conta de algum tipo de acordo ou punição religiosa. Os demais escravos eram provenientes das conquistas militares. A condição dos escravos era bastante relativa, sendo que os princípios da lei religiosa permitiam que os mesmos pudessem se casar; converterem-se à fé judaica; ou estabelecer algum tipo de propriedade.
A primeira fase da história política dos hebreus ficou conhecida como Período dos Patriarcas. Nessa época, a população hebraica esteve subordinada à liderança de um membro das tribos que concentrava em suas mãos funções jurídicas, militares e religiosas. A economia era sustentada por meio das atividades pastoris que se desenvolviam por meio de constantes deslocamentos populacionais às regiões férteis da Palestina.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://brasilescola.uol.com.br/historiag/hebreus.htm


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LIÇÃO 05 - CRISTO É SUPERIOR A ARÃO E À ORDEM LEVÍTICA

sábado, 27 de janeiro de 2018

Idade Antiga



As pirâmides e a Esfinge, no vale de Gizé, expressam o apogeu de uma grande civilização antiga, a egípciaAs pirâmides e a Esfinge, no vale de Gizé, expressam o apogeu de uma grande civilização antiga, a egípcia

O período conhecido como Idade Antiga refere-se a um espaço de tempo que vai desde as civilizações mesopotâmicas e o Egito Antigo até o fim do Império Romano.
Sabe-se que as divisões dos períodos históricos entre Idades (Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea)foram adotadas por historiadores do século XIX após acontecimentos como a Revolução Francesa e a formação dos Estados Nacionais na Europa e em outras regiões do mundo.
De modo geral, a Idade Antiga compreende um período que se estende, aproximadamente, de 4.000 a.C. a 476 d.C., data em foi deposto o último imperador romano ocidental, Rômulo Augusto. Esse arco temporal que enquadra o período da Antiguidade orienta-se, convencionalmente, pelo florescimento e apogeu das civilizações que se desenvolveram na Europa e no Médio Oriente, isto é, as civilizações da Mesopotâmia, do Egito Antigo, os povos Hebreus, a GréciaAntiga e a Roma Antiga.
As outras civilizações antigas, como a persa, a chinesa, a indiana, os vários reinos africanos, os germanos, vikings, etc., aparecem nos conteúdos escolares de forma adjacente, na medida em que aparecem relacionadas com as civilizações citadas no parágrafo anterior. Vejamos algumas das peculiaridades das civilizações mais comumente abordadas:
Mesopotâmia: Na região conhecida como Mesopotâmia (nome que significa “Terra entre Rios”), onde atualmente se encontram o Iraque e a Síria, várias civilizações desenvolveram-se. Os temas referentes ao estudo da Mesopotâmia referem-se a todas elas, desde os sumérios e acádios até os caldeus, assírios e babilônios. Aspectos relacionados com a herança cultural desses povos também devem ser são ressaltados, como o Código de Hamurabi.
Egito Antigo: O conteúdo de Egito Antigo reúne temas referentes à vasta história da civilização egípcia, que, por convenção, é dividade entre AltoMédio e Baixo Império. Além da organização do conteúdo de acordo com a cronologia dos eventos principais, é importante que sejam destacadas ainda as várias particularidades dos egípcios, como a escrita hieroglífica e as Pirâmides do vale de Gizé.
HebreusOs hebreus estão entre os povos do Médio Oriente que não desenvolveram um império com características expansionistas (como os fenícios e os persas), mas que chegaram a ter um período de instituições monárquicas cujos representantes mais célebres foram os reis Davi e Salomão. Mas outros aspectos permeiam a história dos hebreus: a fase da organização em patriarcados, os cativeiros na Babilônia e no Egito, os profetas, a literatura salmista e apocalíptica, entre tantos outros aspectos.
Grécia Antigao que se entende por Grécia Antiga, na verdade, é um conjunto de cidades-estado que organizaram seus próprios sistemas de vida social e política na Península Balcânica e na região da Anatólia, ambas banhadas pelo Mar Egeu. Entre essas cidades-estado, estavam AtenasEsparta e Tebas, consideradas as mais poderosas. Da interação e das guerras entre essas cidades-estado, muitas características foram sendo articuladas, e boa parte delas passou a integrar a civilização europeia.
Roma Antigaa civilização romana, ou Roma Antiga, desenvolveu-se na Península Itálica a partir dos povos latinos, que se instalaram nessa região. A civilização conseguiu um nível de expansão e de organização imperial sem precedente na Antiguidade. Mas antes de se transformar em império, Roma organizou-se por meio do modelo de República (modelo esse desenvolvido pelos próprios romanos).

Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://brasilescola.uol.com.br/historiag/civilizacoes.htm


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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

O SACERDÓCIO UNIVERSAL DOS FIÉIS

O SACERDÓCIO UNIVERSAL DOS FIÉIS


Introdução

Resultado de imagem para O SACERDÓCIO UNIVERSAL DOS FIÉISDentre os princípios fundamentais defendidos pelos reformadores do século XVI, está o “Sacerdócio Universal dos Fiéis” ou “Sacerdócio de Todos os Crentes”. Os outros princípios, dos quais este decorre, são as Escrituras como norma suprema de fé e vida e a salvação pela graça mediante a fé, alicerçada na obra redentora de Jesus Cristo.

Embora o Velho Testamento apresente claramente a noção de um ofício sacerdotal exercido por elementos da tribo de Levi em benefício do povo de Israel, existem passagens que antecipam um entendimento mais amplo dessa função. Êxodo 19.5-6: “Se diligentemente ouvirdes a minha voz, e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade particular dentre todos os povos... vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa”. Outro texto relevante é Isaías 61.6: “Vós sereis chamados sacerdotes do Senhor, e vos chamarão ministros de nosso Deus”.

1. Novo Testamento

No Novo Testamento, o conceito de sacerdócio tem dois aspectos: (a) Jesus Cristo é o grande sumo sacerdote: todas as funções do sacerdócio da antiga dispensação concentram-se nele, e são por ele transformadas. Ele é o único mediador entre Deus e os seres humanos (1 Tm 2.5). Ele é o representante de Deus junto aos homens e o representante dos homens junto a Deus. Ele é, ao mesmo tempo, o sacerdote e o sacrifício. A Carta aos Hebreus expõe claramente a superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o sacerdócio levítico e apresenta o caráter definitivo e totalmente eficaz do seu auto-sacrifício sobre a cruz (Hb 2.17; 3.1; 4.14s; 5.10; 6.20; 7:24-27; 9:12,26; 10.12). A literatura joanina também fala repetidamente do sacerdócio de Cristo, como em João 1.29.

(b) Todos os crentes partilham desse sacerdócio: isso se expressa principalmente nas áreas da adoração, serviço e testemunho. 1 Pedro 2.5: “Também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo”. 1 Pedro 2.9: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. O Apocalipse destaca o aspecto governamental desse sacerdócio: “Àquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai...” (1.5-6); “Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação, e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes” (5.9-10).

O Novo Testamento não menciona a existência de um ofício sacerdotal na Igreja. Essa idéia surgiu posteriormente, em escritores como Clemente (ministério cristão composto de sumo sacerdote, sacerdote e levita), a Didaquê (chama os profetas cristãos de “vossos sumos sacerdotes” e refere-se à eucaristia como um sacrifício) e, mais especificamente, em Tertuliano e Hipólito, que se referem aos ministros cristãos como “sacerdotes” e “sumos sacerdotes”.

2. Idade Média

Na Idade Média, desenvolveu-se plenamente a idéia do sacerdócio (o clero) como uma classe distinta dos leigos, dotada de dignidade e direitos especiais. Essa idéia resultou do entendimento da eucaristia como um sacrifício – a repetição do sacrifício de Cristo –, o que exigia a figura do sacerdote. Além disso, a noção de que os (sete) sacramentos são canais quase que exclusivos da graça de Deus e só podem ser ministrados através do sacerdócio, deu aos sacerdotes, à hierarquia, um enorme poder sobre as vidas dos fiéis. Os leigos tornaram-se totalmente dependentes da ministração dos sacerdotes para receberem os benefícios da graça de Deus e, em última análise, a própria salvação.

Um exemplo dos malefícios causados por esses dogmas pode ser visto na prática do interdito ou interdição, um instrumento utilizado pelos papas e outros líderes religiosos contra os reis europeus, mediante o qual o clero ficava proibido de ministrar os sacramentos em uma cidade, região ou país inteiro como um instrumento de pressão político-religiosa.

3. Martinho Lutero

Em sua peregrinação espiritual, Lutero veio a ter uma compreensão da graça de Deus que se chocou frontalmente com esse entendimento da Igreja e do ministério cristão. A partir de 1512, quando se tornou professor de estudos bíblicos na Universidade de Wittenberg, ele começou a encontrar nas Escrituras uma série de verdades revolucionárias a respeito da salvação. A salvação fundamentava-se exclusivamente na graça de Deus e na obra expiatória de Cristo. Mediante a fé ou confiança nessa graça e nessa obra, o indivíduo era justificado, ou seja, aceito como justo por Deus, sendo que essa fé também era uma dádiva do alto. As obras ou méritos humanos não desempenhavam nenhum papel nesse processo, mas a salvação era, do começo ao fim, uma dádiva da livre graça de Deus ao pecador arrependido.

A partir de 31 de outubro de 1517, Lutero passou a elaborar as implicações mais amplas dessa nova percepção. Ele o fez principalmente através de uma obra que escreveu em 1520, A Liberdade do Cristão, onde argumenta que “a alma crente, por seu compromisso de confiar em Cristo, livra-se de todo pecado, do temor da morte e do inferno, e se reveste com a justiça eterna, a vida, e a salvação de Cristo, o seu esposo”. É isto o que concede plena liberdade ao cristão.

Diz Lutero: “De posse da primogenitura e de todas as suas honras e dignidade, Cristo divide-a com todos os cristãos para que por meio da fé todos possam ser também reis e sacerdotes com Cristo, tal como diz o apóstolo Pedro em 1 Pe 2.9... Somos sacerdotes; isto é muito mais que ser reis, porque o sacerdócio nos torna dignos de aparecer diante de Deus e rogar pelos outros”.

Mais adiante ele pondera: “Tu perguntas: ‘Que diferença haveria entre os sacerdotes e os leigos na cristandade, se todos são sacerdotes?’ A resposta é: as palavras ‘sacerdote’, ‘cura’, ‘religioso’ e outras semelhantes foram injustamente retiradas do meio do povo comum, passando a ser usadas por um pequeno número de pessoas denominadas agora ‘clero’. A Escritura Sagrada distingue apenas entre os doutos e os consagrados, chamando-os de ministros, servos e administradores, que devem pregar aos outros a Cristo, a fé e a liberdade cristã. Já que, embora sejamos todos igualmente sacerdotes, nem todos podem servir, administrar e pregar. Como disse Paulo em 1 Co 4.1: “Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus.” (A Liberdade do Cristão, cap. 17).

Os leigos têm a mesma dignidade que os ministros. Todas as profissões e atividades são igualmente valiosas aos olhos de Deus. Os ministros diferenciam-se dos leigos simplesmente nisso: foram escolhidos para realizar certos deveres definidos, para que haja ordem na casa de Deus. Foi esse princípio do sacerdócio de todos os crentes que libertou os homens do temor e dependência do clero. É o grande princípio religioso que jaz na base de todo o movimento da Reforma. Não somente Lutero, mas todos os demais reformadores o afirmaram, em especial João Calvino.

4. Implicações práticas

Dessa verdade bíblica, decorrem algumas implicações práticas:
a) O princípio do sacerdócio universal dos crentes nos fala do grande privilégio que temos como filhos de Deus: cada cristão é um sacerdote, cada cristão tem livre e direto acesso à presença de Deus, tendo como único mediador o Senhor Jesus Cristo.

b) Todavia, esse princípio jamais deve ser entendido de maneira individualista. A ênfase dos reformadores está no seu sentido comunitário. Somos sacerdotes uns dos outros, devendo orar, interceder e ministrar uns aos outros. À luz do Novo Testamento, todo cristão é um ministro (diákonos) de Deus, o que ressalta as idéias de serviço e solidariedade.

c) Num certo sentido, todos os crentes são “leigos”, palavra que vem do termo gregolaós, o povo de Deus. Todavia, a Escritura claramente fala de diferentes dons e ministérios. Alguns cristãos são especificamente chamados, treinados e comissionados para o ministério especial de pregação da Palavra e ministração dos sacramentos.

d) Os leigos, no sentido daqueles que não são “ministros da Palavra”, também têm importantes esferas de atuação à luz do Novo Testamento. Os líderes da Igreja devem falar sobre o ministério do povo de Deus, bem como instruir e incentivar os crentes e desempenharem o seu ministério pessoal e comunitário. A placa de uma igreja nos Estados Unidos dizia o seguinte: “Pastor: Rev. tal; Ministros: todos os membros”.

e) O sacerdócio universal dos crentes corre o risco de tornar-se mera teoria em muitas igrejas evangélicas. Sempre que os pastores exercem suas funções com excesso de autoridade (1 Pedro 5.1-3), insistindo na distância que os separa da comunidade, relutando em descer do pedestal em que se encontram, concentrando todas as atividades de liderança e não sabendo delegar responsabilidades às suas ovelhas, tornando as suas igrejas excessivamente dependentes de sua orientação e liderança, não dando oportunidades para que as pessoas exerçam os dons e aptidões que o Senhor lhes tem concedido, há um retorno ao sacerdotalismo medieval contra o qual Lutero e os demais reformadores se insurgiram.

Que o Senhor nos dê a graça de valorizarmos e praticarmos fielmente o princípio bíblico do sacerdócio de todos os crentes, redescoberto pelos reformadores do século XVI. Dessa maneira, seguindo a verdade em amor, cresceremos “em tudo naquele que é o cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado, pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor” (Ef 4.15s).

Fonte de Estudos e Pesquisas: http://www.mackenzie.br

Oh Happy Day - Oh Dia Feliz

Oh happy day (oh happy day)
Oh happy day (oh happy day)
When Jesus washed (when Jesus washed)
When Jesus washed (when Jesus washed)
When Jesus washed (when Jesus washed)
He washed my sins away (oh happy day)
Oh happy day (oh happy day)
He taught me how to watch, fight and pray, fight and pray
And live

Tradução em Português:
Oh dia feliz (oh dia feliz)
Oh dia feliz (oh dia feliz)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Ele lavou os meus pecados (oh dia feliz)
Oh dia feliz (oh dia feliz)
Ele me ensinou a assistir, lutar e orar, lutar e orar
E viver regozijando todos os diasOh dia feliz
Ele me ensinou como
Oh dia feliz (oh dia feliz)
Oh dia feliz (oh dia feliz)
Oh dia feliz (oh dia feliz)
Autoria original - Cantor e compositor: Edwin Hawkin Singers

sábado, 20 de janeiro de 2018

Hebreus



A civilização hebraica teve sua história calcada nas narrativas do Antigo Testamento.A civilização hebraica teve sua história calcada nas narrativas do Antigo Testamento.
A cultura hebraica tem uma forte relação com o mundo contemporâneo. Levantando apenas um dos mais básicos argumentos que justificam essa afirmação, podemos atribuir a esse povo a criação de uma das maiores religiões do mundo atual: o cristianismo. Tendo essa posição de destaque na compreensão dos valores da cultura ocidental contemporânea, o estudo da civilização hebraica pode nos conceder intrigantes instrumentos de reflexão sobre os nossos valores e nossa cultura.


A história dos hebreus se confunde com a trajetória de diversos outros povos do mundo antigo. Entre outros episódios podemos destacar o exílio no Egito, a dominação pelos babilônios e a conflituosa relação com as autoridades do Império Romano. Uma das maiores fontes de estudo da trajetória do povo hebreu se encontra na Bíblia, principalmente na parte do conhecido Velho Testamento. Nesse livro, hoje de valor sagrado para o Cristianismo, podemos ver alguns traços da história e da cultura desse povo.



Em geral, costumamos dividir a história dos hebreus de acordo com as diferentes formas de organização política desse povo. A primeira fase dessa divisão faz referência ao chamado Período dos Patriarcas, onde um líder maior tinha atribuições de caráter religioso, jurídico e militar. Ao longo desse período temos uma fase de transição marcada pelo Êxodo para o Egito onde, fugindo de uma grande seca, essa civilização esteve sobre o domínio do Estado faraônico.



Depois de conseguirem se livrar da dominação egípcia, os hebreus se organizaram em diferentes tribos sendo cada uma delas comandadas por um juiz. As situações de conflito estabelecidas com os outros povos da região palestina acabaram por viabilizar a formação de uma monarquia centralizada. A fragmentação dos hebreus em dois novos reinos (Judá e Israel) enfraqueceu militarmente os hebreus, que acabaram subordinados aos babilônicos e romanos.



Após a Diáspora ocorrida no ano 70, os hebreus acabaram se espalhando ao redor do mundo. Suas tradições religiosas acabaram sendo o grande traço cultural capaz de manter os valores desse povo arraigados. Somente na segunda metade do século XX, o movimento sionista judaico foi capaz de estabelecer um novo Estado judeu na região da Palestina. A volta dos judeus ao seu local de origem, ainda hoje, sustenta uma interminável guerra com os árabes que dominaram a região durante todo esse tempo.


Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://brasilescola.uol.com.br/historiag/hebreus-1.htm


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Hebreus - Do Exílio à Monarquia


As vitórias de Davi consolidaram o poder monárquico hebreuAs vitórias de Davi consolidaram o poder monárquico hebreu.
Uma grande seca que afetou a região palestina, por volta de 1750 a.C., forçou os hebreus a se deslocarem rumo ao Egito. Fixando-se na altura do Delta do Nilo, os hebreus tiveram uma convivência pacífica com os hicsos que dominavam aquela região. Esse período de convivência pacífica foi interrompido quando os egípcios expulsaram os hicsos da região e promoveram a escravização do povo hebreu.
Somente com o surgimento da figura de Moisés que foi possível interromper esse período de subordinação aos egípcios. Reforçando a predestinação e a bênção de Iaweh, esse novo líder hebreu promoveu o “Êxodo” dessa civilização. Tal evento reforçou a unidade do povo hebreu por meio da promessa de reconquista da região palestina. De acordo com o relato bíblico, foi nesse período que a nação judaica recebeu as orientações divinas inscritas nas Tábuas da Lei, onde se encontravam os Dez Mandamentos.
Após a morte de Moisés, ocorrida pouco antes da chegada à Palestina, os hebreus foram liderados pelo patriarca Josué. Nesse período se desenvolveram as lutas que garantiram o controle dos territórios palestinos pelos judeus. Com a consolidação dessa conquista militar, os judeus reconfiguraram sua organização política. Os povos hebreus foram divididos em doze tribos, sendo cada uma delas controladas por um juiz responsável pelas questões militares e políticas.
O processo de descentralização política não resultou no enfraquecimento ou na dissolução do povo hebreu. Os laços culturais e religiosos articulavam várias alianças militares contra os povos estrangeiros que ameaçavam a hegemonia. O constante conflito contra filisteus e cananeus fortaleceu a necessidade de se criar um Estado centralizado. Por volta de 1000 a.C., o governo teocrático foi instituído sob a liderança de Saul, o primeiro rei dos hebreus.
Em seu governo, os judeus conseguiram realizar uma série de conquistas territoriais logo seguidas por um período de graves derrotas que articularam um movimento de oposição ao seu reinado. Pressionado, Saul acabou se matando, cedendo o trono para um guerreiro em ascensão: Davi. Considerado um abençoado de Iaweh, Davi alcançou o trono depois de diversas vitórias militares e, principalmente, por ter vencido o famoso guerreiro filisteu Golias.
Em sua administração o governo foi centralizado, tendo Jerusalém como sua capital política e religiosa. Sucedido por Salomão, filho de Davi, a monarquia teocrática dos hebreus viveu seus dias de maior prestígio. O rei Salomão aperfeiçoou a estrutura administrativa do império, implantou a cobrança de impostos e expandiu as atividades comerciais da economia hebraica. Em contrapartida, o acúmulo de poderes nas mãos de Salomão gerou um forte movimento oposicionista.
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
SOUSA, Rainer Gonçalves. "Hebreus - Do Exílio à Monarquia"; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/historiag/hebreus2.htm>. Acesso em 12 de agosto de 2017.


Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://brasilescola.uol.com.br/historiag/hebreus2.htm


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Ética Geral - Resumo

Lista Mundial da Perseguição 2018

Lista Mundial da Perseguição 2018

DIP 2018 - A liberdade da vida eterna

Filosofia Política

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

EM DEFESA DO VERDADEIRO CRISTIANISMO...

EM DEFESA DO VERDADEIRO CRISTIANISMO





Sermão de John Wesley

[O seguinte sermão foi encontrado em um manuscrito mutilado, em meio aos papéis do Sr. Wesley. Ele é datado de 24 de Junho de 1741. Uma cópia em Latim do mesmo Discurso também foi descoberta. Sr. Pawson, com grande cuidado, copiou o primeiro, e eu supri as deficiências da carta. Ao intercalar ambos os sermões, eu encontrei diversas variações, e não considerei de alguma grande importância, ainda assim, suficientes, em meu julgamento, de sustentar a propriedade da tradução e publicação do Discurso em Latim, não meramente como um assunto de curiosidade, mas de utilidade. O sermão, sem dúvida, foi escrito com o objetivo de ser pregado diante da Universidade de Oxford; mas se ele alguma vez foi pregado lá, não pode ser determinado. A. Clarke].

'Como se fez prostituta a cidade fiel! Ela que estava cheia de retidão! A justiça habitava nela, mas agora, homicidas'.
 (Isaías 1:21)

1. 'Quando eu trouxer a espada para a terra', diz o Senhor, 'se a atalaia tocar a trombeta e advertir as pessoas, então, quem ouvir o som da trombeta, e não se der por avisado, e a espada vier e o levar, seu sangue será sobre a sua cabeça. Mas se a atalaia vir a espada e não tocar a trombeta, e seu povo não for avisado, e vier a espada e levar alguma pessoa dentre eles, este tal foi levado na sua iniqüidade, mas o seu sangue eu o requererei da mão do atalaia.(Ezequiel 22:2-6)

2. Não se pode duvidar que a espada do Senhor virá junto a cada um dos Ministros de Cristo, também. 'Então, tu, ó filho do homem, eu o tenho colocado como atalaia, junto à casa de Israel: Portanto, tu deverás ouvir a palavra de minha boca, e avisá-los de minha vida. Quando eu disser ao mau, ó homem pecaminoso, tu certamente morrerás: Se tu não advertires o mau quanto ao seu caminho, o homem pecaminoso morrerá em sua iniqüidade; mas seu sangue eu requererei de tuas mãos'.

3. Nem homem algum, por conseguinte, deverá ser considerado nosso inimigo, porque nos disse a verdade: O fazer o que é, de fato, uma mostra de amor ao nosso próximo, assim como obediência a Deus. Do contrário, poucos empreenderiam tão ingrata tarefa: Uma vez que o retorno que eles terão, eles já conhecem. As Escrituras devem ser cumpridas: 'A mim, o mundo odeia', diz o Senhor, 'porque eu testifico dele, que os seus feitos são maus'.

4. É a convicção firme e total de que eu devo este trabalho de amor aos meus irmãos, e à minha mãe afetuosa [alma mater: A Universidade de Oxford], que me tem nutrido, por mais de vinte anos, e de quem, debaixo de Deus, tenho recebido aquelas vantagens às quais eu acredito, deverei reter uma gratidão, até que meu espírito retorne para Deus, que o deu; ou seja, da completa convicção deste amor e gratidão, assim como desta dispensação do Evangelho, com o qual fui incumbido, que requer de mim que eu me comprometa a falar sobre o necessário, embora indesejável, assunto. Eu, de fato, desejaria que algumas pessoas mais aceitáveis pudessem fazer isto. Mas possam todos manter a sua paz, as próprias pedras clamarão, 'Como a cidade fiel se tornou uma prostituta!'.

5. Quão fiel ela foi uma vez para seu Senhor, a quem ela contratou em casamento como uma virgem casta, que não apenas os escritos de seus filhos, que foram honrados em todas as gerações, mas também, o sangue de seus mártires fale; -- que sejam um testemunho mais forte de sua fidelidade, do que aquele que pode ser dado, até mesmo, através todas da terra palradora!

Mas como ela se tornou agora uma prostituta! Como ela se separou do seu Senhor! Quanto ela tem negado a Ele, e ouvido a voz dos estrangeiros!

I.                   Com respeito à doutrina;
II.                Com respeito à prática.

I
           
COM RESPEITO À DOUTRINA:

1. Não se pode dizer que todos os nossos escritores são os que estabelecem doutrinas estranhas mais além. Existem aqueles que interpretam os oráculos de Deus, através do mesmo Espírito, no qual eles foram escritos; e que fielmente aderem-se aos alicerces sólidos que nossa Igreja tem colocado em conformidade com eles; concernente ao que temos em Sua palavra que nunca mentem, de que 'os portões do inferno não prevalecerão contra ela'. Existem aqueles também (abençoado seja o Autor de todo bom dom!) que, como arquitetos, constroem nela, não feno ou restolhos, mas ouro e pedras preciosas, -- mas aquela misericórdia que nunca falha.

2. Nós temos igualmente motivos para agradecer ao Pai das Luzes, por aqueles aos quais Ele não deixou sem testemunho de Si mesmo; existem aqueles que agora pregam o evangelho da paz, a verdade como ela está em Jesus. Mas quão poucos são esses, em comparação com aqueles que adulteram a palavra de Deus! Quão pouco alimento sadio nós temos para nossas almas, e que abundância de veneno! Quão poucos existem que, escrevendo ou orando, declaram o genuíno Evangelho de Cristo, na simplicidade e pureza, em que ele está colocado nos veneráveis registros de nossa própria Igreja! E como nós estamos cercados de todos os lados, por aqueles que nem conhecem as doutrinas de nossa Igreja, nem as Escrituras, nem o poder de Deus, têm decifrado para si mesmos, invenções nas quais eles constantemente corrompem outros também!

3. Eu não falo agora àqueles unigênitos de satanás, os Deístas [relativo ao Deísmo - Sistema dos que crêem em Deus, mas rejeitam a revelação]; Arianos [membros da seita de Ario, que, no dogma da Santíssima Trindade, não admitia a consubstancialidade do Pai com o Filho]; ou Socinianos [Doutrina de Socini, também chamado Socino, que rejeitava a Trindade e, especialmente, a divindade de Jesus]. Esses são tão infames, em meio a nós, para fazer algum grande serviço para a causa do mestre deles. Mas o que eu deveria dizer a esses que são considerados os pilares de nossa Igreja, e campeões de nossa fé; e que, na verdade, traem esta igreja, e enfraquecem os mesmos alicerces da fé que nós ensinamos por meio dela?

4. Mas que coisa mais odiosa é mostrada aqui! Quem é competente para suportar o peso do preconceito, que deve necessariamente se seguir à mesma menção de tal responsabilidade contra homens de um caráter tão estabelecido? Mais do que isto: Quem, de fato, tem prestado, em muitos outros aspectos, um grande serviço à igreja de Deus? Ainda assim, todo ministro fiel deve dizer: 'Deus proíbe que eu possa aceitar qualquer pessoa! Eu não me atrevo a dar dízimo adulador; nem tomar em consideração qualquer um que corrompa o Evangelho. Em fazer desta forma, meu Mestre logo irá me levar embora'.

5. De qualquer forma, deixe-me ser o mais breve que eu puder sobre este assunto; e eu irei exemplificar com apenas dois ou três homens de renome, que têm se esforçado para enfraquecer os próprios alicerces da igreja, atacando seus fundamentos; na verdade, a doutrina fundamental das Igrejas Reformadas, ou seja, justificação pela fé apenas.

            Um desses, e um de uma posição mais elevada em nossa Igreja, escreveu e imprimiu, antes de sua morte, diversos sermões, expressamente para provar que não a fé apenas, mas as boas obras somente são necessárias com o objetivo da justificação. A tarefa desagradável de citar passagens específicas deles é superada pelo próprio título: "A Necessidade da Regeneração", (que ele prova largamente implicar santidade, ambas do coração e vida) 'com o objetivo da santificação'. [Tillotson's Sermons, Vol. 1., &C.]

6. Pode parecer estranho a alguns, que um anjo da Igreja de Deus (como o grande Pastor denomina os supervisores dela), e alguém da mais alta estima, tanto em nossa própria nação, quanto em muitas outras, pudesse fria e calmamente falar assim. Mas, ó, o que é Ele em comparação ao grande Bispo Bull! Quem será capaz de resistir, se este eminente professor, cristão e Prelado, em sua juventude escreveu e publicou para o mundo, e em sua idade avançada defendeu as posições que se seguem?

            'Um homem é justificado pelas obras; porque as boas obras são a condição, o requisito e a necessidade para a justificação do homem, ou seja, para sua remissão dos pecados, através de Cristo, de acordo com o desígnio divino estabelecido na aliança evangélica'. BULLI Harm. Apost., p. 4.

            Um pouco depois, estando às voltas de produzir testemunhas, como prova desta proposição ele diz: 'O primeiro tipo dessas deve ser daquelas que falam das boas obras, em um sentido geral, como requisito e necessidade da justificação'. Então, certos textos das Escrituras se seguem; ao que ele acrescenta: 'quem não crê que nestas Escrituras existe uma abundância de boas obras requeridas, às quais, se um homem não executar, ele está completamente excluído da esperança do perdão, e remissão de pecados?
           
Introduzidas algumas outras coisas, ele acrescenta que, "Além da fé, existe nenhum outro, mas podemos ver que o arrependimento é requerido como necessário para a justificação. Agora, o arrependimento não é uma obra apenas, mas é, por assim dizer, uma coleção de muitas outras: Uma vez que, em sua extensão, compreendem-se as seguintes obras: -- (1) Tristeza, devido ao pecado: (2)Humilhação, sob a mão de Deus: (3) Aversão ao pecado: (4) Confissão do pecado: (5)Pedido de súplica pela misericórdia divina: (6) O amor a Deus: (7) Cessação do pecado: (8) Firme propósito da nova obediência: (9) Devolução de todos os bens ganhos desonestamente: (10) Perdão ao nosso próximo das suas transgressões contra nós: (11) Obras de beneficência, ou donativos".

"O quanto essas coisas favorecem na busca da remissão dos pecados por Deus, é bastante evidente em (Daniel 4:27) 'Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados, praticando a justiça; e às tuas iniqüidades, usando de misericórdia com os pobres, se, porventura, se prolongar a tua tranqüilidade'; onde o profeta dá o seu salutar conselho a Nabucodonossor, que, naquele tempo, estava preso aos seus pecados:'Redima [O Bispo traduziu PRQ – peruk, com a vulgata --> redime, ou resgate, mas o significado próprio e literal é romper, cessar. a.C.]' seus pecados, através de donativos; e suas iniqüidades, por mostrar misericórdia aos pobres".
           
7. Para exemplificar um ponto mais: Toda a Liturgia da Igreja está cheia de súplicas, por aquela santidade, sem o que, as Escrituras, em todos os lugares, declaram, nenhum homem verá ao Senhor. E essas são acrescentadas àquelas palavras abrangentes, as quais se supõe, nós freqüentemente repetimos: 'Limpa os pensamentos de nossos corações, através da inspiração do Espírito Santo, para que possamos amar perfeitamente a Ti, e sermos merecedores de glorificar Teu santo nome'. É evidente que, na última parte desta súplica, toda a santidade exterior está contida: Nem ela pode ser levada a uma elevação mais sublime, ou expressa em termos mais fortes. E estas palavras, 'Limpa os pensamentos de nossos corações', contém o ramo negativo da santidade interior; a altura e profundidade dela é a pureza do coração, pela inspiração do Espírito Santo de Deus. As palavras restantes, 'que possamos amar perfeitamente a ti', contém a parte positiva da santidade; uma vez que este amor, que é o cumprimento da lei, implica toda a mente que estava em Cristo.

8. Mas como a torrente geral de escritores e pregadores (que me desculpem a tarefa individual de exemplificar em algumas pessoas específicas) concordam com esta doutrina? De fato, não todos. Muito poucos nós podemos encontrar que, simples e honestamente, forçam isto. Mas muitos que escrevem e pensam, como se a santidade cristã, ou a religião fossem uma coisa puramente negativa; não para maldizer ou blasfemar; não para mentir ou caluniar; não para ser um bêbado; um ladrão; ou um libertino; não para falar mal, ou fazer o mal; como se a religião fosse suficiente para habilitar um homem para o céu! Quantos, se eles vão um pouco mais além do que isto, descrevem-na apenas como uma coisa exterior; como se consistisse principalmente, se não, totalmente, em fazer o bem, (como é chamado) e usando os meios da graça! Ou, eles iriam um pouco mais além, ainda assim, o que eles acrescentariam a este pobre relato da religião? Por que, talvez, que um homem deva ser ortodoxo em suas opiniões, e ter um zelo pela instituição na Igreja e Estado.  E isto é tudo: Isto é toda a religião que eles podem permitir, sem degenerarem-se no fanatismo! Tão verdadeira é, que a fé de um diabo, e a vida de um pagão, compõe o que a maioria dos homens chama de um bom cristão!

9. Mas, por que nós iríamos buscar testemunhas mais além disto? Não existem muitas presentes aqui, que são da mesma opinião? Quem acreditaria que um bom homem moral, e um bom cristão querem dizer a mesma coisa? Que um homem não precisa preocupar-se mais além consigo mesmo, se ele apenas pratica tanto o Cristianismo, quanto escreve sobre o a portão do Imperador pagão, -- 'Faze tu o que gostarias que fosse feito a ti'; especialmente, se ele não for um infiel, ou um herético, mas crê em tudo que a Bíblia e a Igreja dizem é verdadeiro?

10. Eu não seria compreendido, tanto se eu desprezasse essas coisas; quanto se eu subestimasse as opiniões corretas, a verdadeira moralidade, ou o respeito zeloso pela constituição que temos recebido de nossos antepassados. Ainda assim, o que essas coisas são, estando sozinhas? No que elas irão nos beneficiar naquele dia? Que proveito existirá em dizer ao Juiz de todos: 'Senhor, eu não fui como os outros homens, não fui injusto; não fui um mentiroso; não fui um imoral?'. Sim, que proveito isto terá, se nós temos feito todo bem, assim como temos causado mal, -- se nós temos dado todos os bens para alimentar o pobre, -- e não temos amor? Como podemos, então, olhar para aqueles que nos ensinam a dormir e descansar, embora 'o amor do Pai não esteja em nós?'. Ou, quem, nos ensinando a buscar salvação pelas obras, nos impeça de receber aquela fé livremente, por meio da qual somente o amor de Deus se espalhará em nossos corações?

Para esses miseráveis corruptores do Evangelho de Cristo, e o veneno que eles têm espalhado, é principalmente devido:

II

Em Segundo Lugar, aquela corrupção geral na prática e na doutrina. Raramente se pode encontrar (Ó, não diga isto em Gate, não publique nas ruas de Askelon!) quer a forma da santidade, ou o poder. Assim é que 'a cidade fiel se torna uma prostituta!'.

1. Com tristeza no coração, não com alegria, é que eu digo que raramente a forma da santidade é vista em nosso meio. Nós, de fato, somos chamados de santos, e o próprio nome de cristão não significa menos. Mas quem tem tanto desta aparência? Tome, como exemplo, alguém que você encontre. Pegue um segundo, um terceiro, um quarto, o vigésimo. Nenhum deles tem a aparência de santo, não mais do que tem a de um anjo. Observe seu olhar, sua aparência, seus gestos! Ele respira coisa alguma, a não ser Deus? Ele reserva um templo para o Espírito Santo? Observe sua conversação; não apenas por uma hora, mas no dia-a-dia. Você pode concluir de algum sinal exterior, que Deus habita em seu coração? Que este é um espírito eterno que está indo para Deus? Você imaginaria que o sangue de Cristo foi derramado por aquela alma, e comprou a salvação eterna para ela: e que Deus esperou até que aquela salvação pudesse ser forjada com temor e tremor?

2. Poderia ser dito: 'Por que, o que significa a forma da santidade?'. Nós rapidamente respondemos: Nada, se for somente isto. Mas a ausência da forma significa muito. Ela prova infalivelmente a ausência do poder. Porque, embora a forma possa ser sem poder, ainda assim, o poder não pode ser sem a forma. A religião exterior pode existir onde a interior não está; mas se não houver nada fora, não poderá existir alguma dentro.

3. Mas pode ser dito: 'Nós temos orações públicas, de manhã e à tarde, em todos os nossos colégios'.  É verdade; mais especialmente, a geração mais idosa, aqueles de reputação e caráter, mostraria, por atendê-las constantemente, quão conscientes eles estão do privilégio inestimável. Mas será que todos que atendem às orações públicas têm a forma da santidade? Será que antes desses endereçamentos solenes a Deus, começarem, o comportamento de todos que estão presentes mostra que eles sabem diante de quem eles estão? Que impressão fica em suas mentes, quando esses ofícios santos terminam? E mesmo durante a sua continuidade, pode ser razoavelmente inferido do teor de seu comportamento exterior, que seus corações estão sinceramente fixados Nele que permanece no meio deles? Eu temo muito, Se um ateu, que não entende nossa Língua, viesse para uma dessas nossas assembléias, ele suspeitaria de nada menos de que nós estávamos derramando nossos corações diante da Majestade dos céus e terra.O que, então, podemos dizer (se, de fato, 'Deus não está enganado') a não ser que, 'O que um homem semeia, ele também deverá colher?'.

4. 'Sobre os Domingos, de qualquer forma', dizem alguns, 'não se pode negar que temos a forma da santidade; sermões pregados, de manhã e à tarde, além do serviço da manhã e da noite'. Mas nós mantemos o restante do Dia do Senhor santo? Não existe necessidade de inspecioná-lo? Não existe conversa leviana, nem impertinente? Nem mesmo você faz algum trabalho desnecessário, ou permite a outros, sobre os quais você tem algum poder, quebrar as leis de Deus e homem nisto? Se for assim; se até mesmo nisto você tem nada do que se orgulhar, então, você tem culpa diante de Deus.

5. Mas, se nós temos a forma da santidade, um dia na semana, não existem outros dias que é completamente o contrário disto? As melhores de nossas conversas não são gastas em tolices e zombaria, que não são convenientes? Mais do que isto, talvez, em conversa devassa também; tal que os ouvidos recatados não poderiam ouvir? Não existem muitos, em nosso meio, que são encontrados comendo e bebendo com os bêbados? E, se é assim, qual a surpresa que nossa profanidade possa também subir aos céus, e nossos perjuros e maldições aos ouvidos do Senhor do Sábado?

6. E, mesmo quanto às horas destinadas ao estudo, elas são geralmente gastas para algum propósito melhor? Elas não são empregadas na leitura (como é muito comum) de peças, novelas, ou contos inúteis que, naturalmente, tendem a aumentar nossa corrupção inerente, e aquecer a fornalha de nossos desejos profanos, sete vezes mais, do que ela estava antes? Quão pouco preferível é a inatividade laboriosa daqueles que passam, dia após dia, em jogos ou diversões; vilmente jogando fora aquele tempo de valor do qual eles não podem saber, até que eles tenham passado por ele para a eternidade!

7. Vocês que são chamados de homens morais não sabem, então, tanto quanto isto, que toda a inatividade é imoralidade; que existe nenhuma desonestidade mais grosseira do que a indolência; que todo cabeça dura obstinado é um patife? Ele defrauda seus benfeitores, seus pais, e o mundo; ele rouba a Deus, e sua própria alma. Ainda assim, quantos destes existem, entre nós! Quantos parasitas preguiçosos, como se tivessem 'nascido apenas para comerem o produto do solo'. Quanto desta ignorância não é devido à incapacidade, mas ao mero ócio! Quão poucos (que não pareça insolente que, mesmo alguém como eu, possa tocar neste ponto delicado) deste vasto número, que tem isto em seu pode; são verdadeiramente homens letrados. Para não falar de outras Línguas orientais; quem existe que pode dizer que entende o Hebreu? Eu não poderia dizer, ou até mesmo, a Língua Grega? Um pouco de Homero ou Xenofon nós podemos ainda lembrar; mas quão poucos podem ler ou entender rapidamente uma página do Papa Clemente Alexandrino [nascido no ano 150 A.D], João Crisóstomo [Doutor da Igreja nascido na Antioquia em 347 A.D.], ou Efrem Sirus? Acrescente, assim como, a Filosofia (para não mencionar Matemática, ou as ramificações mais abstrusas dela). Quão poucos encontramos que têm colocado o alicerce, -- que são mestres, mesmo da lógica; que entendem totalmente tanto quanto das regras do silogismo; a própria doutrina dos modos e figuras! Ó, o que é tão raro, quanto a erudição, exceto a religião!

8. Na verdade, raramente se encontrará aprendizado, sem religião; para os pontos de vista secular, como a experiência mostra, muito raramente será suficiente conduzir alguém, através do trabalho requerido para se ser um escolar completo. Pode então, ser ocultado, que existe tão freqüente defeito naqueles a quem o cuidado da juventude é confiado? Aquela direção solene é suficientemente considerada (Estatutos p.7): 'Que o tutor instrua diligentemente esses escolares comprometidos com seu cuidado na moralidade estrita; e, especialmente, nos primeiros princípios da religião, e nos artigos da doutrina?'

E esses a quem esta importante responsabilidade é dada, se esforçam diligentemente para colocar este bom alicerce? Para fixar os princípios verdadeiros da religião em suas mentes de jovens incumbidos com eles, através de suas leituras? Para recomendar a prática deles, através da poderosa e prazerosa influência de seus exemplos? Para reforçar isto, pelo freqüente conselho pessoal, honestamente e fortemente inculcado? Para observar o progresso, e cuidadosamente inquirir dentro do comportamento de cada um deles? Em uma palavra, para observar suas almas como alguém que delas deva dar relato?

9. Permitam-me, uma vez que eu comecei a falar sobre este assunto, a ir um pouco mais longe. Existe suficiente cuidado com os estatutos que eles deveriam conhecer e manter, e que nós todos estamos engajados a observar? Como, então, é que eles são tão notoriamente quebrados todos os dias? Para exemplificar apenas alguns poucos:

Está decretado, quando dos ofícios divinos e pregação: 'Que TODOS deverão atender publicamente: -- Graduados e escolares deverão atender pontualmente, e continuarem até que tudo esteja terminado com a devida reverência, do começo ao fim'. (P. 181)

Está decretado: 'Que os estudantes de todos os níveis se abstenham de todos os tipos de diversão, onde o dinheiro seja disputado; tais como cartas, dados e jogos com bola; nem deverão estar presentes em jogos públicos desta natureza'. (P. 157)

Está decretado: 'Que todos (com exceção os filhos dos nobres) devem acostumar-se com preto ou cores escuras nas vestimentas: e que eles deverão manter a máxima distância da pompa e extravagância'.(P. 157)

Está decretado: 'Os estudantes de todos os níveis deverão se abster das cervejarias, bares, tabernas, e de todo lugar na cidade onde haja vinho, ou algum outro tipo de bebida alcoólica, sendo comumente vendidos'. (P.164)

10. Será objetado, talvez, já que 'estas são apenas coisas pequenas'. Não. Perjuro não é uma coisa pequena; nem, conseqüentemente, o ramo obstinado de alguma regra que nós temos solenemente jurado observar. Certamente esses que falam assim, se esqueceram dessas palavras: 'Tu deverás penhorar tua fé e observar todos os estatutos desta Universidade. Assim, Deus te ajude, e os inspirados Evangelhos santos de Cristo!'. (P. 229)

11. Mas este juramento é suficientemente considerado por aqueles que o fazem: ou algum desses prescritos, através da autoridade pública? Este ato solene da religião, o chamado de Deus para registrar em nossas almas, não é comumente tratado como uma coisa sem muita importância?  Em específico, por aqueles que juram pelo Deus vivo que 'nem súplica ou recompense; nem ódio ou amizade; nem esperança ou temor, os induz a dar um testemunho a alguma pessoa indigna? (P. 88) e, por esses que juram, 'eu sei que estas pessoas irão conhecer e se ajustar nas morais e conhecimento para aquele alto grau ao qual eles foram apresentados?'. (P. 114)

12. Ainda uma coisa mais: Nós todos temos testificado, diante de Deus, 'que cada um dos Artigos de nossa Igreja, assim como o Livro de Comum Oração, e o de ordenação de bispos, sacerdotes e diáconos estão de acordo com a Palavra de Deus'.E, em assim fazendo, nós temos igualmente testificado 'que tanto o Primeiro quanto O Segundo Livro das Homilias contêm doutrina divina e salutar'. Mas, encima de que evidência, muitos de nós tem declarado isto? Nós não temos afirmado a coisa que nós não conhecemos? Se for assim, por mais verdadeiros que eles possam ser, nós seremos testemunhas falsas diante de Deus. Alguma vez, a maior parte de nós usou alguns dos meios para saber se essas coisas são assim ou não? Alguma vez, por uma hora que fosse, nós consideramos seriamente os Artigos aos quais temos afirmado? Se não, quão vergonhosamente nós nos esquivamos do objetivo dos próprios compiladores, que os compilou 'para removerem diferença de opinião, e para estabelecerem unanimidade na religião verdadeira!

13. Metade de nós tem lido o Livro de Oração Comum, e da ordenação de bispos, sacerdotes e diáconos? Se não, o que é isto que nós temos tão solenemente confirmado? Em termos claros, nós não podemos dizer. E quanto aos dois Livros de Homilias, seria bom, se a décima parte desses que os tem assinado, eu não direi quem, os tivesse estudado, antes de ter feito isto, mas, se tivesse, pelo menos, lido esses livro até este dia! Ai de mim, meus irmãos! Como podemos conciliar essas coisas, até mesmo, para honestidade comum; para clara moralidade pagã? Tão distante estão esses que fazem isto; mais ainda, e, talvez, os preserve também terem, até mesmo, a forma da santidade cristã.

14. Mas, acenando para todas essas coisas, onde está o poder? Quem são as testemunhas disto? Quem, entre nós, (que Deus testemunhe com nossos corações) conhece experimentalmente a força da santidade interior? Quem sente, em si mesmo, as obras do Espírito de Cristo, elevando sua mente para as coisas sublimes e celestes? Quem pode testemunhar, -- 'Deus limpou os pensamentos do meu coração, através da inspiração do seu Santo Espírito?'. Quem conhece aquela 'paz de Deus que ultrapassa todo entendimento?'.  Quem é ele que se 'regozija, com alegria inexprimível, e cheia de glória? Cujas 'afeições estão colocadas nas coisas do alto, e não nas coisas da terra? Cuja 'vida está oculta com Cristo em Deus?'.  Quem pode dizer, 'Eu estou crucificado com Cristo; ainda que eu viva, não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e a vida que eu agora vivo no corpo, eu vivo pela fé no Filho de Deus, que amou a mim, e deu a Si mesmo por mim?'. No coração de quem está 'o amor de Deus espalhado, pelo Espírito Santo que é dado junto a mim?'.

15. A própria noção desta religião não está quase perdida? Não existe uma grossa inundação de ignorância dela? Mais do que isto, ela não é extremamente desprezada? Ela não foi completamente reduzida a nada, e pisoteada? Qualquer um que fosse testemunhar essas coisas diante de Deus, não seria considerando um louco, um fanático? Eu não sou um bárbaro por falar assim com vocês? Meus irmãos, meu coração sangra por vocês! Ó, que vocês, possam, por fim, tomar conhecimento e entenderem que essas são as palavras da verdade e sobriedade! Ó, que vocês saibam, pelo menos, neste seu dia, as coisas que trazem paz a vocês!

16. Eu tenho sido um mensageiro de informações pesadas este dia. Mas o amor de Cristo me constrange: e para mim, foi o menos grave, porque foi por amor a vocês. Eu não desejo acusar os filhos de meu povo. Portanto, nem eu falo assim nos ouvidos deles para colocá-los na parede; mas para vocês eu me esforço para falar a verdade no amor, como um Ministro fiel de Jesus Cristo. E eu posso agora 'chamar vocês para registrarem este dia, que eu estou puro do sangue de todos os homens. Porque eu não tenho me envergonhado de declara junto a vocês todos o conselho de Deus'.

17. Possa o Deus de toda a graça, que é longânime, de misericórdia terna, e os faz arrependerem-se do mal, fixar essas coisas nos seus corações, e regar a semente que ele semeou com o orvalho do céu! Possa ele corrigir o que pareça defeituoso em nós! Possa ele suprir o que seja necessário! Possa ele aperfeiçoar isto, de acordo com sua vontade; e, assim instituir, fortalecer e estabelecer-nos, para que este lugar possa ser uma cidade frutífera para seu Senhor; sim, o louvor de toda a terra!

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