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domingo, 5 de julho de 2020

Êxodo Capitulo 26


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1 E o tabernáculo farás de dez cortinas de linho fino torcido, e azul, púrpura, e carmesim; com querubins as farás de obra esmerada.
2 O comprimento de uma cortina será de vinte e oito côvados, e a largura de uma cortina de quatro côvados; todas estas cortinas serão de uma medida.
3 Cinco cortinas se enlaçarão uma à outra; e as outras cinco cortinas se enlaçarão uma com a outra.
4 E farás laçadas de azul na orla de uma cortina, na extremidade, e na juntura; assim também farás na orla da extremidade da outra cortina, na segunda juntura.
5 Cinqüenta laçadas farás numa cortina, e outras cinqüenta laçadas farás na extremidade da cortina que está na segunda juntura; as laçadas estarão presas uma com a outra.
6 Farás também cinqüenta colchetes de ouro, e ajuntarás com estes colchetes as cortinas, uma com a outra, e será um tabernáculo.
7 Farás também cortinas de pêlos de cabras para servirem de tenda sobre o tabernáculo; onze cortinas farás.
8 O comprimento de uma cortina será de trinta côvados, e a largura da mesma cortina de quatro côvados; estas onze cortinas serão da mesma medida.
9 E juntarás cinco destas cortinas à parte, e as outras seis cortinas também à parte; e dobrarás a sexta cortina à frente da tenda.
10 E farás cinqüenta laçadas na borda de uma cortina, na extremidade, na juntura, e outras cinqüenta laçadas na borda da outra cortina, na segunda juntura.
11 Farás também cinqüenta colchetes de cobre, e colocarás os colchetes nas laçadas, e assim ajuntarás a tenda, para que seja uma.
12 E a parte que sobejar das cortinas da tenda, a saber, a metade da cortina que sobejar, penderá de sobra às costas do tabernáculo.
13 E um côvado de um lado, e outro côvado do outro, que sobejará no comprimento das cortinas da tenda, penderá de sobra aos lados do tabernáculo de um e de outro lado, para cobri-lo.
14 Farás também à tenda uma coberta de peles de carneiro, tintas de vermelho, e outra coberta de peles de texugo em cima.
15 Farás também as tábuas para o tabernáculo de madeira de acácia, que serão postas verticalmente.
16 O comprimento de uma tábua será de dez côvados, e a largura de cada tábua será de um côvado e meio.
17 Dois encaixes terá cada tábua, travados um com o outro; assim farás com todas as tábuas do tabernáculo.
18 E farás as tábuas para o tabernáculo assim: vinte tábuas para o lado meridional.
19 Farás também quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas; duas bases debaixo de uma tábua para os seus dois encaixes e duas bases debaixo de outra tábua para os seus dois encaixes.
20 Também haverá vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, para o lado norte,
21 Com as suas quarenta bases de prata; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo de outra tábua,
22 E ao lado do tabernáculo para o ocidente farás seis tábuas.
23 Farás também duas tábuas para os cantos do tabernáculo, de ambos os lados.
24 E por baixo se ajuntarão, e também em cima dele se ajuntarão numa argola. Assim se fará com as duas tábuas; ambas serão por tábuas para os dois cantos.
25 Assim serão as oito tábuas com as suas bases de prata, dezesseis bases; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo da outra tábua.
26 Farás também cinco travessas de madeira de acácia, para as tábuas de um lado do tabernáculo,
27 E cinco travessas para as tábuas do outro lado do tabernáculo; como também cinco travessas para as tábuas do outro lado do tabernáculo, de ambos os lados, para o ocidente.
28 E a travessa central estará no meio das tábuas, passando de uma extremidade até à outra.
29 E cobrirás de ouro as tábuas, e farás de ouro as suas argolas, para passar por elas as travessas; também as travessas as cobrirás de ouro.
30 Então levantarás o tabernáculo conforme ao modelo que te foi mostrado no monte.
31 Depois farás um véu de azul, e púrpura, e carmesim, e de linho fino torcido; com querubins de obra prima se fará.
32 E colocá-lo-ás sobre quatro colunas de madeira de acácia, cobertas de ouro; seus colchetes serão de ouro, sobre quatro bases de prata.
33 Pendurarás o véu debaixo dos colchetes, e porás a arca do testemunho ali dentro do véu; e este véu vos fará separação entre o santuário e o lugar santíssimo,
34 E porás a coberta do propiciatório sobre a arca do testemunho no lugar santíssimo,
35 E a mesa porás fora do véu, e o candelabro defronte da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul; mas a mesa porás ao lado do norte.
36 Farás também para a porta da tenda, uma cortina de azul, e púrpura, e carmesim, e de linho fino torcido, de obra de bordador.
37 E farás para esta cortina cinco colunas de madeira de acácia, e as cobrirás de ouro; seus colchetes serão de ouro, e far-lhe-ás de fundição cinco bases de cobre.

Adimplemento e Extinção das Obrigações

Adimplemento e Extinção das Obrigações


Saiba o que é Adimplemento e Extinção das obrigações


Qual a definição de adimplemento das obrigações?

No setor de Direito Civil, é possível definir adimplemento como o pagamento de uma determinada obrigação – lei, contrato, declarações e atos ilícitos.
O pagamento pode ser realizado de diversas maneiras: em dinheiro ou na extinção das obrigações por meio de uma atividade, ou então de forma indireta: imputação do pagamento, compensação, novação, entre outras formas.
No entanto, eventualmente a extinção das obrigações pode ser realizada de formas anormais ou pela morte.
Para compreender melhor o assunto, confira mais detalhes a respeito das maneiras que podem ser utilizadas o adimplemento das obrigações:
 Adimplemento | A teoria do adimplemento substancial aplicada ao processo  penal

Quem deve pagar?
Necessariamente, o devedor, visto que ele é o principal interessado. No entanto, pessoas com algum tipo de interesse jurídico – como avalistas e fiadores – também podem liquidar uma dívida (inclusive de maneira consignada).
Terceiros não interessados também podem consignar o pagamento desde que o façam em nome e por conta do devedor, agindo, assim, como seu representante ou gestor de negócios (hipótese de legitimação extraordinária, prevista na parte final do art. 6º do CPC).
Segundo o Art. 335 dessa legislação, a consignação tem lugar:
“I – se o credor não puder, ou, sem justa causa, recusar receber o pagamento, ou dar quitação na devida forma;
II – se o credor não for, nem mandar receber a coisa no lugar, tempo e condição devidos;
III – se o credor for incapaz de receber, for desconhecido, declarado ausente, ou residir em lugar incerto ou de acesso perigoso ou difícil;
IV – se ocorrer dúvida sobre quem deva legitimamente receber o objeto do pagamento;
V – se pender litígio sobre o objeto do pagamento”.
 A quem se deve pagar?
Diretamente ao credor, a quem de direito o represente ou ao seus sucessores. Existem três tipos de representantes do credor: legal, judicial e convencional.
Contudo, a extinção das obrigações será válida, também, mediante pagamento feito de boa-fé ao credor putativo, ou seja, para a pessoa que se apresenta aos olhos de todos como o verdadeiro credor (art. 309).

Local do pagamento

O lugar para adimplemento das obrigações pode ser escolhido livremente pelas partes. Caso eles não escolherem, o pagamento deverá ser realizado no domicílio do devedor.
Vale ressaltar que, quando se estipula, como local do cumprimento da obrigação, o domicílio do credor, diz-se que a dívida é portável, pois o devedor deve levar e oferecer o pagamento nesse local.
Vale lembrar que, caso o adimplemento e extinção das obrigações seja identificado como de interesse público, será realizada uma publicação no DOU – Diário Oficial da União.
Esse jornal traz assuntos pertinentes para a população, tais como editais, atas e leilões públicos. Portanto, se você precisa verificar alguma publicação no DOU, acesse agora mesmo o E-DOU – um portal que traz edições do Diário Oficial da União e dos Estados.
Por fim, compartilhe este post com quem ainda não conhece detalhes a respeito do assunto.
Até a próxima!



sexta-feira, 3 de julho de 2020

Êxodo Capítulo 31

Êxodo Capitulo 31


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1 Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
2 Eis que eu tenho chamado por nome a Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá,
3 E o enchi do Espírito de Deus, de sabedoria, e de entendimento, e de ciência, em todo o lavor,
4 Para elaborar projetos, e trabalhar em ouro, em prata, e em cobre,
5 E em lapidar pedras para engastar, e em entalhes de madeira, para trabalhar em todo o lavor.
6 E eis que eu tenho posto com ele a Aoliabe, o filho de Aisamaque, da tribo de Dã, e tenho dado sabedoria ao coração de todos aqueles que são hábeis, para que façam tudo o que te tenho ordenado.
7 A saber: a tenda da congregação, e a arca do testemunho, e o propiciatório que estará sobre ela, e todos os pertences da tenda;
8 E a mesa com os seus utensílios, e o candelabro de ouro puro com todos os seus pertences, e o altar do incenso;
9 E o altar do holocausto com todos os seus utensílios, e a pia com a sua base;
10 E as vestes do ministério, e as vestes sagradas de Arão o sacerdote, e as vestes de seus filhos, para administrarem o sacerdócio;
11 E o azeite da unção, e o incenso aromático para o santuário; farão conforme a tudo que te tenho mandado.
12 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
13 Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica.
14 Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será eliminada do meio do seu povo.
15 Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente morrerá.
16 Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua.
17 Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se.
18 E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.

Leo Rojas - El Condor Pasa ♥

terça-feira, 30 de junho de 2020

Diferença entre língua e linguagem

Diferença entre língua e linguagem

Saber identificar o conceito e como relacionar a língua e a linguagem faz muita diferença no modo como você interpreta e influencia o mundo à sua volta.

Você sabe qual é a diferença entre língua e linguagem? Pois bem, esse é o assunto do nosso texto de hoje. Vamos lá?
linguagem é o mecanismo que utilizamos para transmitir nossos conceitos, ideias e sentimentos. Trata-se de um processo de interação. Qualquer conjunto de signos ou sinais é considerado uma forma de linguagem. Já a língua é um código verbal característico, ou seja, um conjunto de palavras e combinações específicas compartilhado por um determinado grupo.
Usando o exemplo da imagem acima, podemos considerar que existem vários tipos de linguagens gestuais. Quando fechamos a mão colocando o polegar para cima, por exemplo, pode significar que está tudo bem. Vale dizer, no entanto, que algumas pessoas que se comunicam por gestos acrescentam significados diferentes a esse tipo de linguagem corporal. É o caso dos indivíduos que se comunicam em Libras: Língua Brasileira de Sinais. Libras é considerada a língua natural das comunidades surdas e nela um gesto como esse do polegar, acrescido de contexto, complementa o ato comunicativo com mais detalhes.

Língua e Idioma

Para melhor entendimento do sentido de língua, podemos atrelar o conceito ao termo idioma. O idioma é um código criado para facilitar a construção e a transmissão de uma mensagem. A língua portuguesa, por exemplo, é o código verbal mais usado pelos brasileiros no ato comunicativo.

Necessidade de estruturar a língua


O ato comunicativo é essencialmente comprometido com a compreensão. Quando somos compreendidos por alguém, podemos afirmar que há comunicação, mas isso pode ocorrer de inúmeras formas, como por meio de um comportamento, do gestual, de um olhar e até mesmo por meio de palavras.
Mas para se comunicar de modo eficiente, não basta conhecer os vocábulos de um idioma, é preciso dominar as leis combinatórias que o regulamentam. O conjunto de normas que estabelece padrões de escrita e de fala de uma língua denominamos de gramática.

Tipos de linguagem e suas variações

linguagem pode ser verbal, composta essencialmente por palavras, e não verbal, quando a interação acontece por meio de outros mecanismos que não a palavra escrita. Com a difusão da informática, surgiu também a linguagem digital, que usa combinações numéricas para construir sites, aplicativos e jogos on-line. É por meio da evolução da linguagem digital que podemos também armazenar, traduzir e transmitir informações usando computadores smartphones e outros meios eletrônicos.

A língua falada é um processo de linguagem verbal
As variações de uma língua/idioma que oscilam social, regional, histórica e culturalmente são chamadas de variações linguísticas. A variedade da língua que dá maior prestígio social e é aplicada em livros, artigos científicos, jornais, etc., assim como a única aceita em vestibulares e concursos, é a variedade padrão ou norma culta.

Por Katyucha de Oliveira
Graduada em Letras

A linguagem é uma forma de interação humana
A linguagem é uma forma de interação humana
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
OLIVEIRA, Katyucha de. "Diferença entre língua e linguagem"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/portugues/diferenca-entre-lingua-linguagem.htm. Acesso em 30 de junho de 2020.

KARÁNSEBES: A BATALHA MAIS ESTÚPIDA DE TODOS OS TEMPOS?

KARÁNSEBES: A BATALHA MAIS ESTÚPIDA DE TODOS OS TEMPOS?

Um porre e o caos que se seguiu deu ao exército Austríaco uma bizarra honra.

Um dos maiores fracassos da história militar, batalha aconteceu no sul da atual Romênia
Wikimedia Commons

Quem lê sobre a Batalha de Karánsebes vê nas duas colunas de adversários a mesma informação: ela foi travada pelo Exército da Monarquia de Habsburgo contra o Exército da Monarquia de Habsburgo. E o campo “vencedor” está vazio.
A guerra já corria havia cinco meses e ninguém tinha sequer avistado o inimigo. Ainda assim, todos estavam exaustos e o moral era baixo – dezenas de milhares já haviam morrido de malária. As notícias agora eram que o inimigo, os turcos otomanos, vinha a seu encontro. Cabia ao Exército austríaco fincar os pés e se fortificar em Karánsebes, atual Romênia.
Era a noite de 21 de setembro de 1788 quando uma patrulha de hussardos, a orgulhosa cavalaria leve austríaca, atravessou o Rio Timis para tentar achar os esperados turcos. No lugar disso, encontraram um grupo de ciganos com uma amável surpresa: barris de schnapps, a aguardente típica, que estavam dispostos a vender.
Catástrofe
Os hussardos abriram suas bolsas e passaram a celebrar ali mesmo. Um destacamento de infantaria foi enviado para encontrá-los, e os soldados pediram para entrar na brincadeira. Mas não, a nobre cavalaria não bateria copos com os pés-rapados da infantaria. Montaram um perímetro armado em volta dos barris e a discussão foi ficando cada vez mais acalorada.
Até que se ouviu o tiro. E alguém lá atrás, não acompanhando a cena, entendeu tudo errado e gritou “Turcos! Turcos!”. Foi a trombeta anunciando a catástrofe. Os hussardos bateram em retirada montados, por entre a infantaria, em direção ao acampamento. A infantaria fez o mesmo, atropelando a si própria.
No caos e na escuridão, o Exército austríaco acreditou que os turcos haviam chegado. E recebeu seus próprios soldados a bala – que retornaram fogo, tão confusos quanto. Tentando controlar a situação, oficiais austríacos gritavam “Halt! Halt!” (“Parem!”), que os soldados confundiram com “Allah! Allah!”. A coisa chegou ao ponto de um ataque de artilharia ser disparado contra o próprio Exército.
Qual não deve ter sido a surpresa dos turcos, que chegaram dois dias depois e se depararam com um campo de morte com mais de 10 mil corpos e soldados agonizantes. Os austríacos haviam batido em retirada, derrotados por si próprios. A Guerra Austro-Turca terminaria em empate. Que, pensando agora, foi um bom resultado para os austríacos.



Fontes de referência, pesquisa e estudos:


segunda-feira, 29 de junho de 2020

As Grandes Navegações - Parte 3/3

As Grandes Navegações - Parte - 3/3

Os efeitos para as outras regiões do mundo foram profundos: populações inteiras – especialmente nas Américas – foram dizimadas; outras tantas, particularmente na África, foram reduzidas à condição de escravas; plantas, animais e doenças foram espalhadas pelos quatro cantos do mundo, e, principalmente, dava-se início a um tipo de economia global nunca antes visto. São forças profundas que merecem atenção: a tecnologia, dado o aprimoramento das capacidades bélicas dos europeus e a religião, uma vez que, junto com os conquistadores, iam os catequizadores e a ideia de “obrigação” que tinham os europeus de “difundir o cristianismo aos povos mais atrasados” (missões).

O Mapa 3 ilustra a época das grandes navegações e da expansão europeia. A partir das terras conhecidas pelos europeus na Idade Média (trecho em laranja), há a expansão por terra – com as viagens de Marco Pólo que apresentaram a Europa ao Império Chinês – e por mar – graças a intrépidos navegadores como Cristóvão Colombo (que descobriu a América), Vasco da Gama (o qual, ao dobrar o “Cabo das Tormentas”, passando a chamá-lo de “Cabo da Boa Esperança”, estabeleceu a rota marítima para as Índias, garantindo a Portugal a hegemonia no comércio com a Ásia) e Fernando de Magalhães (primeira viagem ao redor do mundo – apesar de ele mesmo ter morrido no caminho) –, e um Novo Mundo surge diante do europeu renascentista. Cite-se ainda as viagens do inglês Jean Cabot, que em 1497 chega à Nova Inglaterra, e do francês Jacques Cartier, que em 1534 chega à foz do rio São Lourenço e “toma as terras do Canadá para a Coroa Francesa”. O mapa revela as terras conhecidas pelos europeus no fim do século XVI (em amarelo).
Mapa 3: As Grandes Navegações e as “Descobertas” Européias


Para melhor compreender o significado das grandes navegações e seu impacto nas relações internacionais dos séculos XV e XVI, um filme interessante é 1492: A Conquista do Paraíso, de Ridley Scott. Para saber mais sobre o filme, veja o resumo e o contexto histórico na internet.
Leia também o texto As Grandes Navegações .



Grande música épica I - Canções dos Arcanjos e dos reis poderosos!

Tema de conquista e glória (Vangelis - The Conquest of Paradise)

Levítico Capítulo 04

Levítico Capítulo 04



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1 O Senhor ordenou a Moisés:
2 "Diga aos israelitas: Quando alguém pecar sem intenção, fazendo o que é proibido em qualquer dos mandamentos do Senhor, assim se fará:
3 "Se for o sacerdote ungido que pecar, trazendo culpa sobre o povo, trará ao Senhor um novilho sem defeito como oferta pelo pecado que cometeu.
4 Apresentará ao Senhor o novilho na entrada da Tenda do Encontro. Porá a mão sobre a cabeça do novilho que será morto perante o Senhor.
5 Então o sacerdote ungido pegará um pouco do sangue do novilho e o levará à Tenda do Encontro;
6 molhará o dedo no sangue e o aspergirá sete vezes perante o Senhor, diante do véu do santuário.
7 O sacerdote porá um pouco do sangue nas pontas do altar do incenso aromático que está perante o Senhor na Tenda do Encontro. Derramará todo o restante do sangue do novilho na base do altar do holocausto, na entrada da Tenda do Encontro.
8 Então retirará toda a gordura do novilho da oferta pelo pecado: a gordura que cobre as vísceras e está ligada a elas,
9 os dois rins com a gordura que os cobre e que está perto dos lombos, e o lóbulo do fígado, que ele removerá junto com os rins,
10 como se retira a gordura do boi sacrificado como oferta de comunhão. Então o sacerdote os queimará no altar dos holocaustos.
11 Mas o couro do novilho e toda a sua carne, bem como a cabeça e as pernas, as vísceras e os excrementos,
12 isto é, tudo o que restar do novilho, ele os levará para fora do acampamento, a um local cerimonialmente puro, onde se lançam as cinzas. Ali os queimará sobre a lenha de uma fogueira, sobre o monte de cinzas.
13 "Se for toda a comunidade de Israel que pecar sem intenção, fazendo o que é proibido em qualquer dos mandamentos do Senhor, ainda que não tenha consciência disso, a comunidade será culpada.
14 Quando tiver consciência do pecado que cometeu, a comunidade trará um novilho como oferta pelo pecado e o apresentará diante da Tenda do Encontro.
15 As autoridades da comunidade porão as mãos sobre a cabeça do novilho perante o Senhor. E o novilho será morto perante o Senhor.
16 Então o sacerdote ungido levará um pouco do sangue do novilho para a Tenda do Encontro;
17 molhará o dedo no sangue e o aspergirá sete vezes perante o Senhor, diante do véu.
18 Porá o sangue nas pontas do altar que está perante o Senhor na Tenda do Encontro e derramará todo o restante do sangue na base do altar dos holocaustos, na entrada da Tenda do Encontro.
19 Então retirará toda a gordura do animal e a queimará no altar,
20 e fará com este novilho como fez com o novilho da oferta pelo pecado. Assim o sacerdote fará propiciação por eles, e eles serão perdoados.
21 Depois levará o novilho para fora do acampamento e o queimará como queimou o primeiro. É oferta pelo pecado da comunidade.
22 "Quando for um líder que pecar sem intenção, fazendo o que é proibido em qualquer dos mandamentos do Senhor seu Deus, será culpado.
23 Quando o conscientizarem do seu pecado, trará como oferta um bode sem defeito.
24 Porá a mão sobre a cabeça do bode, que será morto no local onde o holocausto é sacrificado, perante o Senhor. Esta é a oferta pelo pecado.
25 Então o sacerdote pegará com o dedo um pouco do sangue da oferta pelo pecado, o porá nas pontas do altar dos holocaustos e derramará o restante do sangue na base do altar do holocausto.
26 Queimará toda a gordura no altar, como queimou a gordura do sacrifício de comunhão. Assim o sacerdote fará propiciação pelo pecado do líder, e ele será perdoado.
27 "Se for alguém da comunidade que pecar sem intenção, fazendo o que é proibido em qualquer dos mandamentos do Senhor seu Deus, será culpado.
28 Quando o conscientizarem do seu pecado, trará como oferta pelo pecado que cometeu uma cabra sem defeito.
29 Porá a mão sobre a cabeça do animal da oferta pelo pecado, que será morto no lugar dos holocaustos.
30 Então o sacerdote pegará com o dedo um pouco do sangue, o porá nas pontas do altar dos holocaustos e derramará o restante do sangue na base do altar.
31 Então retirará toda a gordura, como se retira a gordura do sacrifício de comunhão; o sacerdote a queimará no altar como aroma agradável ao Senhor. Assim o sacerdote fará propiciação por esse homem, e ele será perdoado.
32 "Se trouxer uma ovelha como oferta pelo pecado, terá que ser sem defeito.
33 Porá a mão sobre a cabeça do animal, que será morto como oferta pelo pecado no lugar onde é sacrificado o holocausto.
34 Então o sacerdote pegará com o dedo um pouco do sangue da oferta pelo pecado e o porá nas pontas do altar dos holocaustos, e derramará o restante do sangue na base do altar.
35 Retirará toda a gordura, como se retira a gordura do cordeiro do sacrifício de comunhão; o sacerdote a queimará no altar, em cima das ofertas dedicadas ao Senhor, preparadas no fogo. Assim o sacerdote fará em favor dele propiciação pelo pecado que cometeu, e ele será perdoado".

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