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Escola Bíblica Discipuladora - 4º Trimestre 2018 - Lição Nr 07

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sábado, 17 de novembro de 2018

Renascimento Cientifico

Renascimento Cientifico
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Renascimento Científico foi um período de desenvolvimento da ciência (astronomia, matemática, física, química, anatomia, etc.) que ocorreu durante o período do Renascimento (séculos XV e XVI). Dessa forma, representou uma revolução científica pautada no racionalismo, que mudou a forma de ver o mundo, ou seja, a mentalidade das pessoas.
Renascimento Científico
Homem Vitruviano (1490) de Leonardo da Vinci. Ilustração ícone do Humanismo Renascentista
Sendo assim, a partir dos estudos e descobertas de alguns cientistas, esse período possibilitou o avanço de diversos campos do conhecimento que, mais tarde, inauguraria a Ciência Moderna.
Observe que os renascentistas estavam preocupados com o estudo da natureza, de forma que valorizavam mais a razão do que a fé.
Embora Leonardo da Vinci tenha sido um dos nomes mais importantes do Renascimento Cultural e Artístico, ele foi destaque no Renascimento Científico, ao lado de Nicolau Copérnico.

Resumo: Características e Contexto Histórico

O declínio do sistema feudal e o fim do longo período denominada Idade Média (século V ao século XV), foi essencial para o surgimento de uma nova ordem e mentalidade na Europa.
Lembre-se que a Idade Média foi caracterizada pelo tradicionalismo, marcado pelo sistema feudal e uma sociedade estamental (rei-nobre-clero-servos), a qual impossibilitava a mobilidade social.
Foi marcada pelo obscurantismo do conhecimento e, quanto à isso, foi denominada de “Idade das Trevas”. Nesse contexto, poucos indivíduos tinham acesso ao conhecimento, o qual era transmitido por meio dos livros e trancados nas bibliotecas, tal qual tesouros.
Durante esse período de transição entre a Idade Média e a Idade Moderna, a Europa passava por diversas transformações sociais, culturais, políticas e econômicas, que levaram a expansão da ciência bem como do pensamento humanista, ou seja, mais centrado no homem em detrimento de “Deus” como centro do Universo (teocentrismo medieval).
Fatores como a expansão marítimo comercial, o surgimento da imprensa e da burguesia, foram essenciais para a evolução científica.
De tal modo, o Humanismo e o Renascimento Cultural, inspirados no antropocentrismo (homem como centro do Universo), influenciaram diretamente a mentalidade europeia e, por consequência, os cientistas, que passaram a ter uma atitude mais crítica e ativa em relação ao mundo.
Assim, foram capazes de avançar os estudos e desvendar mistérios, ora desconhecidos, ora guardados pela Igreja Católica, detentora do poder na Idade Média.
Por fim, o Renascimento Científico (século XVI e XVII) causou grande impacto no pensamento europeu da época, sendo considerado uma afronta à religião católica, na medida em que a Igreja, baseada no teocentrismo e, sem fundamentação científica, foi substituída por novos pensamentos, com a criação de novos instrumentos, experimentações e descobertas feita pelos estudiosos. Era o fim da Era Medieval e início da Idade Moderna.

Principais Representantes

Os principais cientistas que fizeram parte do Renascimento Científico foram:
  • Nicolau Copérnico (1473-1543): astrônomo e matemático polaco, considerado o “Pai da Astronomia Moderna”. Foi criador da Teoria Heliocêntrica (sol como centro do Universo), na qual contradiz a Teoria Geocêntrica medieval (adotada pela Igreja Católica), em que a Terra seria o centro do Universo.
  • Galileu Galilei (1564-1642): astrônomo, físico, matemático e filósofo italiano, Galileu foi defensor da Teoria Heliocêntrica de Copérnico, sendo considerado um dos fundadores da geometria moderna e da física. Além disso, aperfeiçoou o telescópio, inventou o microscópio com duas lentes e o compasso geométrico.
  • Johannes Kepler (1571-1630): astrônomo, matemático e astrólogo alemão, Kepler aprofundou suas teorias sobre mecânica celeste inspiradas no modelo heliocêntrico, apresentando estudos sobre as eclipses lunar e solar.
  • Andreas Vesalius (1514-1564): médico belga, considerado o “Pai da Anatomia Moderna”, Vesalius foi um dos precursores dos estudos sobre anatomia e fisiologia, após dissecar corpos de humanos e escrever sua principal obra, um atlas de Anatomia Humana intitulado “Fábrica”.
  • Francis Bacon (1561-1626): filósofo, político e alquimista inglês, Bacon foi o criador do “Método Científico” (nova maneira de estudar a natureza), sistematizando o conhecimento humano, sendo considerado o fundador da “Ciência Moderna”.
  • René Descartes (1596-1650): filósofo, físico e matemático francês, segundo seus estudos, Descartes foi considerado o “Pai do Racionalismo e da Matemática Moderna” e ainda, o fundador da Filosofia Moderna. Sua obra mais representativa é o “Discurso sobre o Método”, tratado filosófico e matemático propondo as bases do racionalismo.
  • Isaac Newton (1643-1727): filósofo, físico, matemático, astrônomo, alquimista e teólogo inglês, Newton foi considerado o “Pai da Física e da Mecânica Modernas”, do qual desenvolveu diversos conhecimentos nas áreas da matemática, física e filosofia natural. Estudou o movimento dos corpos propondo as três “Leis de Newton”.
  • Leonardo da Vinci (1452-1519): inventor, matemático, engenheiro e artista italiano, Da Vinci foi considerado um dos mais proeminentes gênios do Renascimento e da história da humanidade. Avançou em diversos estudos sobre a anatomia humana, e inventou o paraquedas, a máquina de voar, o submarino, o tanque de guerra, dentre outros.
Para complementar sua pesquisa sobre o tema, veja também os artigos:
Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://www.todamateria.com.br/renascimento-cientifico/

Estrofe - O que é? - Parte 1

Estrofe - O que é? - Parte 1

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Na literatura, a estrofe é uma estrutura da composição poética formada por um conjunto de versos que compartilham relações de sentido e de métrica entre si.
Em outras palavras, a estrofe representa um conjunto de versos, que por sua vez, correspondem a uma linha do texto poético.

Exemplos de Estrofe

Para exemplificar, segue abaixo um trecho do “Soneto de Fidelidade”, do escritor brasileiro Vinícius de Moraes:
De tudo ao meu amor serei atento

Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto

Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento

E em seu louvor hei de espalhar meu canto

E rir meu riso e derramar meu pranto

Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive

Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):

Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.”

Importante observar que na literatura há muitas formas poéticas fixas, ou seja, que seguem um padrão métrico poético.
soneto é uma forma fixa composta por catorze versos, formada de dois quartetos (estrofes de quatro versos) e dois tercetos (estrofes de três versos).

Tipos de Estrofes

De acordo com a medida do verso, a estrofe pode ser
  • Simples: poema composto de versos que possuem a mesma medida.
  • Compostas: poema que agrupa versos de medidas diferentes.
  • Livres: quando há agrupamento de versos sem nenhum rigor métrico.

Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://www.todamateria.com.br/estrofe/

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Ministério do Trabalho

Ministério do Trabalho
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A criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, em 26 de novembro de 1930, foi uma das primeiras iniciativas do governo revolucionário implantado no Brasil no dia 3 daquele mesmo mês sob a chefia de Getúlio Vargas. O "ministério da Revolução" - como foi chamado por Lindolfo Collor, o primeiro titular da pasta - surgiu para concretizar o projeto do novo regime de interferir sistematicamente no conflito entre capital e trabalho. Até então, no Brasil, as questões relativas ao mundo do trabalho eram tratadas pelo Ministério da Agricultura, sendo na realidade praticamente ignoradas pelo governo.
Na montagem do ministério, Lindolfo Collor contou com a colaboração de elementos experientes no trato de questões trabalhistas, como Joaquim Pimenta e Evaristo de Morais Filho - ligados às organizações sindicais durante a Primeira República -, e o empresário paulista Jorge Street, que se notabilizara por introduzir melhoramentos em suas fábricas em benefício dos trabalhadores. Durante a gestão de Lindolfo Collor, o ministério conheceu intensa atividade legislativa, referente sobretudo à organização sindical e aos direitos trabalhistas, e esboçou as linhas-mestras de sua atuação nos anos seguintes. No campo da organização sindical, Lindolfo Collor declarava explicitamente que concebia os sindicatos como um instrumento para mediar o conflito entre empregados e patrões. Seu objetivo era trazer as organizações sindicais para a órbita do novo ministério, de forma que elas passassem a ser controladas pelo Estado. Por outro lado, estimulava-se também a organização e reconhecimento de sindicatos patronais, na perspectiva de se construir uma organização social sobre bases corporativas. No que se refere à questão dos direitos trabalhistas, o regime procurava atender algumas reivindicações históricas do proletariado, ao mesmo tempo em que construía todo um discurso ideológico sustentado na ideia da outorga dos direitos dos trabalhadores pelo Estado. Esse projeto foi intensamente criticado pelos grupos de esquerda, que denunciavam seu caráter corporativista e diluidor dos conflitos entre capital e trabalho. Por conta disso, nos primeiros tempos somente os sindicatos das categorias com menor tradição organizativa aceitaram se enquadrar nas condições exigidas pelo Ministério do Trabalho para que fossem oficialmente reconhecidos.
De forma mais concreta, a gestão de Lindolfo Collor foi marcada pela extensão das Caixas de Aposentadoria e Pensões - antes restritas a marítimos, portuários e ferroviários - a diversas categorias profissionais; pela criação de Comissões de Conciliação entre empregadores e empregados, embrião da futura Justiça do Trabalho; e por medidas no sentido da regulamentação da jornada de trabalho na indústria e no comércio, bem como do trabalho das mulheres e dos menores de idade.
Em virtude de conflitos políticos surgidos no interior do governo em torno da reconstitucionalização do país, Lindolfo Collor deixou o ministério em março de 1932. Para substituí-lo, Vargas nomeou Joaquim Pedro Salgado Filho, que cuidou de regulamentar muitas das iniciativas do período anterior, como o trabalho feminino e as Comissões Mistas de Conciliação. Além disso, Salgado Filho instituiu, em março de 1933, a carteira profissional. Merecem destaque também suas iniciativas no sentido de criar os Institutos de Aposentadoria e Pensões, que revolucionaram o tratamento da questão previdenciária no país, beneficiando diversas categorias profissionais.
Em julho de 1934, Agamenon Magalhães assumiu a pasta do Trabalho, substituindo Salgado Filho. A gestão de Agamenon foi marcada pela intensificação do controle ministerial sobre as organizações sindicais, principalmente após o fracassado levante armado articulado por setores da Aliança Nacional Libertadora (ANL) em novembro de 1935. Agamenon promoveu inúmeras intervenções em sindicatos, que tiveram seus diretores afastados e substituídos por elementos considerados confiáveis.
Ao mesmo tempo, Agamenon Magalhães procurou fazer cumprir a legislação trabalhista que vinha sendo adotada pelo governo. Foi instituído ainda o seguro em caso de acidente de trabalho, e foram previstas indenizações em caso de demissão sem justa causa no comércio e na indústria. O processo de criação e organização dos Institutos de Aposentadoria e Pensões teve continuidade. Estreitamente vinculado a Vargas, Agamenon deu apoio incondicional ao golpe liderado pelo presidente que originou a ditadura do Estado Novo em novembro de 1937. Logo após o golpe, Agamenon assumiu a interventoria federal no estado de Pernambuco, sendo substituído no Ministério do Trabalho por Valdemar Falcão.
Na gestão de Valdemar Falcão, que correspondeu aos primeiros anos do Estado Novo, foi regulamentado o salário mínimo (1938) e foi criado, em agosto de 1940, o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS). Em 1° de maio de 1941 foi finalmente inaugurada a Justiça do Trabalho. Entre junho e dezembro de 1941, o ministério foi dirigido interinamente por Dulfe Pinheiro Machado. Em seguida a pasta foi entregue a Alexandre Marcondes Filho. Iniciou-se, então, a cobrança do imposto sindical, instrumento importante para a manutenção da tutela estatal sobre as organizações sindicais. A obra maior de Marcondes Filho, porém, foi a sistematização e o aprimoramento de toda a legislação social até então produzida, na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Nessa tarefa, Marcondes Filho foi auxiliado por técnicos do ministério, como Arnaldo Sussekind e João Segadas Viana.
No início de 1945, após deixar o Ministério da Justiça, Marcondes Filho passou a dedicar-se à estruturação do Partido Trabalhista Brasileiro, agremiação que visava canalizar o prestígio de Vargas e dos próprios dirigentes do ministério para a disputa eleitoral. Em outubro daquele ano, em virtude da deposição de Vargas, Marcondes Filho deixou a pasta do Trabalho, sendo substituído por Roberto Carneiro de Mendonça. No governo Dutra, iniciado em 1946, o ministério seria entregue a Otacílio Negrão de Lima, representante do PTB.
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