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sábado, 30 de setembro de 2017

OS POBRES E OS INSETOS...

OS POBRES E OS INSETOS

Uma das diversas fotos do genocídio em Rwanda em Uganda*


    Por anos, achei esquisito os gringos pensarem que a capital do Brasil é Buenos Aires. Agora entendo. Eles nos tratam com a mesma distância que nós, os brasileiros, conhecemos a África ou o Haiti. Não sabemos quase nada sobre a realidade dos países pobres do mundo. A grande maioria dos brasileiros desconhece os horrores da África. Verdadeiros holocaustos ocorrem no Congo, Darfur e Zimbábue e a grande mídia relata muito pouco sobre os genocídios que a pobreza produz. Quantos podem dizer a capital do Congo?

    Tragédias repentinas provocam grande alarde. Tsunamis e furacões solampam a previsibilidade mínima que esperamos da vida. Já as hemorragias lentas, com a morte de milhões, são toleradas. Suportamos a miséria porque os limites do aceitável, na devastação de vidas, são expandidos milímetro a milímetro. A condescendência midiática chega a ser criminosa. Por que não se fazem reportagens especiais sobre a mortandade de Darfur? Qual o motivo do silêncio sobre o comércio ilegal de armas no Congo? 

    Constantes epidemias do cólera dizimam o Haiti. Como há um distanciamento dessa realidade, poucos perdem o sono. Morrem dezenas no Iraque ou no sofrido Zimbábue, mas eles não ganham manchete. Um pequeno incidente nos países ricos causa espanto. Contudo, um mundo consumido pela miséria se torna tão perigosamente frágil quanto o mundo que foi arrasado em Hiroshima, ou que testemunhou Auschwitz.

    O sofrimento crônico do pobre parece não oferecer atrativo para as redes de comunicação, ansiosas por índices de audiência. A banalidade impera. Tolices ganham espaço. Notícias menos importantes povoam as aspirações populares: final do campeonato de futebol; excessos consumistas de famosos; excentricidades do playboy que esbanja a fortuna da família. Impera a lógica: Ora, pra quê se importar com os bolsões de miséria?

    Em Metamorfose, Franz Kafka narra a história de Gregor Samsa, caixeiro viajante e arrimo da família. Certo dia, ele acordou transformado num inseto asqueroso (alguns leitores de Kafka insistem que era uma barata). A reação da família diante de seus infortúnios reflete bem o comportamento da humanidade ao se ver diante do sofrimento. A princípio eles se preocupam com a condição pavorosa de Gregor Samsa. Mesmo provocando repulsa da irmã, ela o alimenta com cuidado. Importa-se sim com seu bem estar. Mas com o passar do tempo, o sofrimento de Gregor Samsa se prolonga e a vida precisa continuar. Sem o dinheiro que Gregor Samsa provê, a família se sente obrigada a trabalhar. Com as demandas do dia-a-dia, ele vai sendo esquecido. E assim o pobre caixeiro, metamorfoseado em inseto, acaba abandonado num canto do quarto, coberto de poeira.

    África, América Latina e Haiti são um Gregor Samsa. O rosto esquálido de crianças, a miséria agressiva dos campos de refugiados e a diarréia mal cheirosa do cólera não são agradáveis para quem assiste ao telejornal antes de jantar. A alienação se alastra. Religiosos agravam o quadro – evangélicos principalmente. Pastores preferem gastar horas com testemunhos de gente que jura ter subido na vida à custa de milagre. Relatos procuram atrair mais gente gananciosa por conhecer uma divindade que suspende todas as leis para beneficiar os seus. Mais e mais igrejas se especializam em satisfazer o consumismo desenfreado. Deus a serviço do materialismo. Cantores gospel enriquecem. Igrejas-empresas se abarrotam de dinheiro – enquanto passam a ideia de que o mundo sofre por recusar converter-se à sua mensagem.

    Simultâneo a esse distanciamento, tragédias insistem em se repetir. Gente querida de Deus morre. Agonizam como insetos nojentos. Diz-se de Nero, que sua maldade não foi tocar fogo em Roma, mas tocar violino diante do horror. Deixar-se entorpecer nos processos lentos, que destroem vidas, consegue ser ainda mais cruel do que o mal perpetrado. Mario Quintana afirmou: E o que assinala e caracteriza os servos do Diabo, neste nosso inquieto mundo, não é especificamente a maldade: é a indiferença. Esquecer o pobre como se fossem insetos (baratas?) é demoníaco.

Soli Deo Gloria...
Fonte de Estudos e Pesquisas: http://www.cristaoconfuso.com

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Cientistas desvendam o mistério da construção das pirâmides

Cientistas desvendam o mistério da construção das pirâmides

O documento descreve em detalhes o modo usado pelos egípcios

há mais de 4.600 anos para transportar blocos pesados de granito

e calcário

Cientistas desvendam o mistério da construção das pirâmides
Há pouco, o jornal Daily Mail publicou um artigo sobre um grupo de arqueólogos ter descoberto o mistério da construção das pirâmides com ajuda de um papiro antigo. O documento descreve em detalhes o modo usado pelos egípcios há mais de 4.600 anos para transportar blocos pesados de granito e calcário a longas distâncias [mais de 800 km: de Assuã no sul do Egito até Gizé para construir a grande Pirâmide de Quéops]. Por exemplo, no papiro está escrito que foram usados canais especiais de água para transporte dos blocos.















Segundo Hawass, não há nada de novo nesta "descoberta".
"O transporte era realizado do porto especial no local da exploração da pedra em
Assuã em barcos de madeira que iam pelo Nilo, e depois pelos canais de construção
até o porto especial perto das pirâmides", disse ele.
O complexo das Pirâmides de Gizé está situado na margem ocidental do Nilo ao
lado do Cairo. As três pirâmides mais conhecidas do mundo têm aproximadamente
 4,5 mil anos de idade: Quéops, Quéfren e Miquerinos.

Com informações do Sputnik News. 

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Movimentos Kakangélicos

Movimentos Kakangélicos

A palavra “kakangélico” vem do Grego “kakos”, que significa “ruim”, e da palavra “evangélico”, formando esse termo interessante usado em primeira mão pelo excelente cronista evangélico, Pr. Gerson Rocha, em 1997.

Movimentos Kakangélicos são os que têm estado em moda, nos últimos anos, dentro das igrejas conhecidas como neo-pentecostais. As práticas desses movimentos são variadas. Vamos dar algumas a seguir:
1. Que os membros dos acampamentos onde se realizam suas reuniões esdrúxulas guardem segredo sobre suas práticas, ou pelo menos revelem apenas o que for totalmente positivo.
2. Que aprendam a cantar corinhos repletos de heresias bíblicas e gramaticais, sob o som estridente de guitarras elétricas e outros instrumentos mundanos, porque o “Espírito Santo” é “hippie” e gosta de barulho e confusão. E se alguém não fala em línguas estranhas não pode ter o Espírito Santo!
3. Que aprendam, também, a praticar verdadeiras ginásticas espirituais, cantando, batendo palmas, rebolando, caindo para trás, andando de quatro, latindo, urrando, rindo alto, vomitando, etc. Isso é prova segura de que o “Espírito Santo” está agindo dentro do crente e, portanto, este não deve cercear a Sua liberdade. Que realizem “regressão ao útero materno”, “viagens fora do corpo”, “visualização” e outras práticas ocultistas, pois isto é sinônimo de poder, muito poder!
4. Que aprendam a invocar muito mais vezes o nome dos demônios do que o de Jesus Cristo. Porque Jesus é apenas um “Deus”, e satanás tem poder igual ao dele, pelo menos em alguns casos.
5. Que aprendam a exorcizar esses demônios, que vivem fazendo concorrência a Jesus. Este veio para nos dar “vida abundante”, enquanto o diabo veio para “roubar, matar e destruir”. Portanto, ninguém seja tolo para ficar do lado deste.
6. Que usem e abusem do “livre arbítrio”, fazendo e acontecendo, porque, afinal de contas, “ninguém é responsável pelos seus atos”. Os culpados são os demônios que nos afligem de várias maneiras, como por exemplo: com “maldição hereditária” e “maldição territorial”, com possessão e “demonização”, até mesmo no crente, com uma força tão grande que este não consegue resistir e se entrega ao pecado…meu Deus, o que se pode fazer, se o diabo é tão forte e traiçoeiro!
7. Que se leiam apenas versículos bíblicos referentes à Teologia da Fé/Prosperidade. Porque o resto da Bíblia é tão difícil, que não se encaixa mais na correria da era da Internet. Mesmo assim, deve-se ler Malaquias 3:7-11, por causa do dízimo. E Deuteronômio 11:13-32, por causa das bênçãos e maldições prometidas aos que não seguem ao pé da letra todos os mandamentos (dos teólogos dos movimentos). Esses pastores parecem esquecer completamente certas passagens do Novo Testamento, como por exemplo: Colossenses 2:4:16, e ficam ensinando que se evitem certos alimentos, que se guarde o sábado, que se tema os demônios, como se estes habitassem em cada milímetro de nossa casa. Que se use sal grosso nos cantos da casa, e ”óleo ungido” em tudo, do sapato até o refrigerante, senão pode haver algum demônio escondido no bico do “coturno”, ou na garrafa de guaraná! E na geladeira tudo deve também ser ungido! (Conheço uma senhora médica, de ótima formação profissional e intelectual, que quase entrou em parafuso por causa das unções obrigatórias, por isso acabou largando a Igreja de uma senhora pastora muito mística…)
8. O jejum é condição sine-qua-non para o crente conseguir qualquer coisa de Deus. (O bom de tudo isso é que o crente guloso/obeso jejua, e economiza para dar mais oferta. Por outro lado, perdendo peso, fica elegante e o seu colesterol baixa de nível, ficando ele menos sujeito a enfartos do miocárdio – ó glória! )
9. Que se ore muito para que os demônios da enfermidade, da pobreza, da prostituição e da imoralidade sejam expulsos do corpo do crente. Será que nenhum desses “teólogos” teve a idéia de mandar que se trabalhe arduamente para conseguir o pão de cada dia, nem se lembre de alertar contra os filmes eróticos, as novelas em que se pregam adultério e embriaguez, além dos programas humorísticos, tipo o “Sai de Baixo”, na TV, que, só pelo anúncio, traz o desejo de vomitar? E que não vejam filmes nem leiam revistas pornográficos.
10. .Parece que os promotores dos movimentos kakangélicos esqueceram que só existe um modo de acabar com a sujeira mental – é ler no Novo Testamento, todo dia, pelo menos 10 páginas. Que se comece pelo Evangelho de João, a fim de se firmar na gloriosa crença de que Jesus Cristo é Deus. Depois que se vá lendo até chegar ao Livro de Apocalipse, para saber que Jesus está voltando. Então volte-se, e leia-se todo o N.T. Quando já se conseguiu ler Apocalipse em apenas 2 horas, pode-se ir correndo para o Velho Testamento, a fim de ver que manancial de bênçãos é o Velho Livro de Deus!
11.Será que esses “teólogos” esqueceram de recomendar que o crente evite ser influenciado pela teologia de Paul (David) Young Cho, o místico pastor oriental, cujo livro “A Quarta Dimensão”, que li na época de seminário, me levou a uma depressão espiritual imensa e eu quase afundei na fé? O caso é que eu tinha uma micro-empresa de Cosméticos e às vezes precisava de US$1.000 para pagar certas matérias primas importadas e “ordenava”: “Senhor, eu preciso desses mil dólares, até segunda feira. E que sejam em moeda corrente porque eu não tenho tempo de descontar o cheque!” Deus ria à beça de minha ingenuidade e se eu não vendesse bastante e não conseguisse descontar a duplicata no Banco do Brasil, atrasava todos os meus pagamentos. O Espírito Santo não é “office-boy” para materializar os nossos desejos, conforme ensina essa Teologia da Fé/Prosperidade. Ele é Deus Soberano e dá quando quer, quando isso lhe apraz. E quem somos nós, criaturas ínfimas e pecadores remidos, para discutir com Ele? (Romanos 9:20).
12.A Teologia da Fé/Prosperidade tem raízes ocultistas. Veio de E. W. Kenyon, nos anos 30, que a importou, em parte, da teologia cristã/científica de Mary Baker. Na literatura secular foi Dale Carnegie quem deu as cartas, nos anos 40. Com Norman Vincent Peale, nos anos 50, essa teologia se tornou conhecida através do bestseller, – “O Poder do Pensamento Positivo” – que foi lançado em Nova York, na Marble Collegiate Church. Mais tarde, alguns discípulos de Kenyon, como Robert Schuller, Kenneth Haigin, Peter Wagner, Benny Hinn e outros colocaram-na em prática em suas Igrejas, que ainda estão em pleno florescimento. Estas igrejas cresceram porque ao povo de Deus falta conhecimento e ele sempre se sente atraído por sinais e prodígios de milagres, querendo usar e abusar de um “self-service” religioso, pagando o que pode e até o que não pode. Porque esses homens enriquecem, ficam dizendo que “somos deuses”, que tudo podemos conseguir, etc. Um deles até teve a coragem de afirmar que Jesus andava de jumento porque nesse tempo o asno correspondia ao “Mercedes Benz” de hoje. Essa teologia de araque foi criada pelo imoralíssimo papa francês, João XXII, (1316-1334), o mesmo malandrão que inventou a aparição de “Nossa Senhora do Carmo” e criou o escapulário para conseguir dinheiro! Grande parte da teologia ultra-pentecostal é mistura de ocultismo com catolicismo medieval, portanto é espúria, mentirosa e perversa. E como já chegamos ao número 12, o favorito do mais comentado movimento kakangélico da atualidade, vamos parar. Daqui a algum tempo, poderemos chegar ao número 70, depois ao número 120, depois ao número 500 e, finalmente, ao número 144.000, se Deus permitir.
Aqui no Brasil a teologia ultra-pentecostal prosperou imensamente, depois do aparecimento de livros incríveis mostrando o poder dos demônios, das maldições, etc., como “Este Mundo Tenebroso”, de Perreti. Ela tem sido próspera, pelo menos para os seus líderes – enchendo igrejas e ditando modas de todo tipo. Temos pastores que começaram do zero e hoje são milionários em dólares. Temos algumas mulheres que se notabilizaram, tornando-se televisivas, fundando movimentos e igrejas, embora brilhando somente no firmamento nacional… Porque os americanos não dão moleza. São as “Xuxas” do evangelho, que atraem adoração e ditam regras. Há crentes que até se sentam nas cadeiras onde eles ou elas se sentam, querendo “atrair a bênção”.
A maior parte dos crentes que entram nessas igrejas especializadas em ekbalismo (ou exorcismo) fazem isso porque estão cansados da mornidão espiritual de suas igrejas tradicionais, onde muitos dos pastores deitam e dormem no “bem-bom”, com altos salários e carros do ano, sem jamais oferecer estudos bíblicos atraentes aos membros de sua denominação.
Uma das “peritas” em demopsicologia, aqui no Brasil, resolveu dar nome a todos os demônios que habitam no país, desde o descobrimento. Diz ela que aprendeu esses nomes com uma cliente sua que estava possessa. Parece que ela esqueceu que uma pessoa endemoninhada mente assustadoramente, já que está possuída pelo “pai da mentira”. Além disso, as seitas xintoístas é que sabem os nomes dos anjos e demônios. Certa vez em Miami uma senhora, membro da Igreja Messiânica, perguntou-me se eu sabia o nome do “meu anjo”. Respondi que não e nem estava interessada nele. Ela declinou o nome do seu “anjo” e garantiu que o grande mestre Mokito Okada havia ensinado essa doutrina e que o “anjo dela” a protegia de tal maneira que se sentia segura em todos os momentos. Argumentei com ela, usando a Bíblia, e garanti que Jesus era o meu único “Anjo” e que eu não precisava de nenhum outro. Mais tarde, perdi-me no imenso “shopping center” que visitávamos em Saw Grass. Era ela quem dirigia a kombi com os turistas. Foram todos embora e, de repente, ela notou que “aquela senhora que havia falado de Jesus para ela” não estava junto aos demais, quando chegaram ao hotel, no centro de Miami. Ficou preocupada e voltou a Saw Grass, a fim de me apanhar. Foi então que eu lhe disse: “O meu Anjo, Jesus, foi quem mandou você me buscar. Por isso é que, ao perceber que havia me perdido, pedi que Ele tomasse conta de mim e deixei de me preocupar. Entreguei-me nas mãos dEle e aguardei que você notasse a minha falta”. Ela não teve explicação alguma para o fato.
A Igreja Católica viu no movimento ultra-pentecostal mais um filão de ouro. Agora, além das aparições de Maria, que rendem milhões de dólares anualmente, do purgatório, a infalível mina de ouro, das indulgências vendidas nos jubileus, das ordens católicas, a mais pobrezinha delas (nos Estados Unidos) possuidora de mais de um bilhão de dólares, sem falar na Ordem Jesuíta, que tem tantos bilhões que já se perdeu a conta, a Igreja de Roma decidiu apelar para o Movimento Carismático. Então, haja padres cantando e rebolando na TV, com o fito de atrair mais adeptos para a sua Igreja. O que me intriga no Movimento Carismático é o fato de que os católicos “possuídos pelo Espírito Santo”, em vez de abandonar as práticas idolátricas da Igreja, que vão totalmente de encontro aos ensinos da Bíblia, pelo contrário ficam mais devotos de Maria, rezando o terço com mais freqüência, adorando a hóstia com mais fervor e invocando os “santos” do catolicismo. Essa igreja já está começando a apelar, também, para o ultra-pentecostalismo. Nos “Encontros” católicos já se vêem muitas coisas estranhas! É só esperar para ver…
Como já dissemos, o ultra-pentecostalismo é uma mistura de ocultismo (principalmente de gnosticismo) com trechos isolados da Bíblia e catolicismo romano. Quem desejar conhecer bem os perigos do ultra-pentecostalismo deve ler os livros de Dave Hunt –”Sedução do Cristianismo” e “Escapando da Sedução”. Quem quiser crescer em santidade, além de ler diariamente a Bíblia, com amor e reverência, leia também autores como John Stott, D.M.Lloyd Jones, Norbert Lieth e Josh McDowell. Precisamos lutar contra todos os abusos que têm aparecido na Igreja de Cristo. Paulo e Judas nos comandam a isso, em Gálatas 1:6-9; Judas 3, e muitas outras passagens.
Da Reforma Protestante (1517), até os anos 30 deste século, Jesus Cristo era “Aquele em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos” (Colossenses 2:3). Hoje os “teólogos” do ultra-pentecostalismo O transformaram no “grande mágico, em cuja cartola todos os tesouros materiais estão disponíveis”.
Mary Schultze (Inspirada no trabalho “Batalha Espiritual”, do Dr. Augustus Nicodemus G. Lopes)


Fonte de referência, estudos e pesquisa: Centro Apologético Cristão de Pesquisas http://www.cacp.org.br/

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Participe do dia D - Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência


Convidamos você para participar do “Dia D”,a ser realizado em 29 de setembro de 2017, das 8h às 18h, na Agência do Trabalhador – Plano Piloto, localizada no Setor Comercial Sul Quadra 6 lts 10/11, Edifício Guanabara.

O “Dia D” foi instituído em comemoração ao Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, por este motivo a Secretaria Adjunta do Trabalho irá realizar um grande evento de Intermediação de Trabalho, no qual os empregadores terão espaço para realizarem processo de seleção, encaminhamento e contratação de Pessoas com Deficiência.
Não perca esta oportunidade!

Biologia Evolutiva

A Biologia Evolutiva tem como principal objetivo desvendar como as espécies modificam-se através do tempo.

Os fósseis são uma ótima evidência de que as espécies sofrem modificações.

Os fósseis são uma ótima evidência de que as espécies sofrem modificaçõesDesde a Antiguidade a Biologia Evolutiva intriga pesquisadores e a população em geral. O termo evoluçãotem origem latina e deriva da palavra “evolutio”, que significa desenrolar. A evolução refere-se, portanto, à mudança.
Na Antiguidade, uma ideia era bastante difundida a respeito da origem das espécies: o fixismo. De acordo com essa linha de raciocínio, todos os seres vivos que hoje existem já existiam no passado e teriam sido criados por Deus. Sendo assim, de acordo com esse pensamento, as espécias não sofriam modificações ao longo do tempo e, consequentemente, não ocorria evolução.
Com os avanços dos estudos dos fósseis e das rochas sedimentares, ficou cada vez mais claro que as espécies de hoje não eram as mesmas que existiram há milhões de anos, bem como que muitos seres diferentes existiram no passado e extinguiram-se. Assim sendo, no século XVIII, iniciou-se a disseminação por vários naturalistas, incluindo-se Buffon, da ideia de que os seres sofriam modificações no decorrer do tempo. Entretanto, nenhum desses pesquisadores tentou explicar esse mecanismo evolutivo.
A primeira teoria evolucionista apresentada foi a de Jean-Baptiste Lamarck (1744-1829). No seu trabalho Philosophye Zoologique (1806), Lamarck tentou explicar, no sentido da complexidade, como as espécies evoluíam. Esse estudioso lançou mão de dois princípios básicos: a lei do uso e desuso e a lei da herança dos caracteres adquiridos.
Segundo a lei do uso e desuso de Lamarck, as espécies apresentavam modificações em seus corpos como consequência do uso frequente de determinado órgão ou da falta de uso de uma estrutura. Ao usar bastante um órgão, por exemplo, ele tornar-se-ia mais forte e mais desenvolvido. Já os órgãos poucos utilizados caminhavam em direção à atrofia. Ainda segundo a teoria proposta por Lamarck, todas as características adquiridas durante a vida de um ser vivo eram transmitidas para seus descendentes.
Para explicar sua ideia, Lamarck utilizou um exemplo bastante conhecido: o pescoço da girafa. Segundo esse cientista, existiam girafas de pescoço curto inicialmente, mas elas, a fim de conseguirem alcançar alimentos em grandes alturas, começaram a esticar-se. Ao forçar o esticamento de forma intencional do pescoço, essa estrutura começou a apresentar-se cada vez maior. Essa característica foi então passada aos descendentes.
Lamarck, no entanto, estava equivocado em certos pontos de sua teoria, uma vez que o uso e o desuso não provocam modificações que podem ser passadas aos descendentes e as modificações adquiridas durante a vida não podem ser transmitidas. Apesar dos erros, Lamarck levantou um ponto bastante importante para a evolução: o meio influencia a evolução das espécies.
Depois de Lamarck, foi a teoria proposta por Charles Darwin (1809-1882) que tentou explicar como a evolução de fato acontecia. Segundo Darwin, a evolução não acontecia em direção à complexidade, mas sim em razão de uma luta constante por sobrevivência, pois apenas os mais aptos sobreviviam e passavam suas características aos descendentes. Darwin nomeou esse processo de seleção natural e considerou-o o principal mecanismo da evolução.
Outro ponto importante da teoria de Darwin é a ancestralidade comum, que afirma que todos os organismos compartilham um ancestral comum, sendo, portanto, produtos de uma história de descendência.
Como Darwin não tinha as bases da Genética e não sabia como as características eram passadas aos descendentes, sua teoria não conseguiu explicar certos pontos importantes da hereditariedade. Entretanto, a partir de 1940, Ronald Fisher, John Haldane, Sewall Wrigth, Theodosius Dobzhansky, Ernst Mayr, Julian Huxley, George Simpson e G. Ledyard Stebbins publicaram trabalhos em que a teoria de Darwin era reinterpretada por intermédio dos conhecimentos mais modernos de Genética e outras áreas da Biologia. Essa reinterpretação ficou conhecida como teoria sintética da evolução ou teoria neodarwinista.
De acordo com a teoria sintética da evolução, a evolução ocorre por intermédio de alguns fatores principais, tais como mutação, recombinação gênica, deriva genética, migração e seleção natural.
Apesar de uma grande quantidade de conhecimento já ter sido incorporada à Biologia Evolutiva, muito ainda deve ser explorado e estudado. Nesta seção você ficará sabendo a respeito de todas as teorias evolutivas existentes, além de ficar informado a respeito das novidades nesse campo.
Bons estudos!
Nada em biologia faz sentido a não ser sob a luz da evolução”
Theodosius Dobzhansky

Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://brasilescola.uol.com.br/biologia/biologia-evolutiva.htm


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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

A ou Há?


A ou Há, qual devo usar?A ou Há, qual devo usar?

Para saber se você deve usar “a” ou “há” apresentamos aqui algumas dicas para facilitar a eliminação de dúvidas a esse respeito:
 Usa-se “há” quando o verbo “haver” é impessoal, tem sentido de “existir” e é conjugado na terceira pessoa do singular.
Exemplo: Há um modo mais fácil de fazer essa massa de bolo. Existe um modo mais fácil de fazer essa massa de bolo.



• Ainda como impessoal, o verbo “haver” é utilizado em expressões que indicam tempo decorrido, assim como o verbo “fazer”.
Exemplos: Há muito tempo não como esse bolo.
Faz muito tempo que não como esse bolo.

Logo, para identificarmos se utilizaremos o “a” ou “há” substituímos por “faz” nas expressões indicativas de tempo. Se a substituição não alterar o sentido real da frase, emprega-se “há”.
Exemplos: Há cinco anos não escutava uma música como essa.
Substituindo por faz: Faz cinco anos que não escutava uma música como essa.

• Quando não for possível a conjugação do verbo “haver” nem no sentido de “existir”, nem de “tempo decorrido”, então, emprega-se “a”.
Exemplos: Daqui a pouco você poderá ir embora.
Estamos a dez minutos de onde você está.

Importante: Não se usa “Há muitos anos atrás”, pois é redundante, pleonasmo. Não é necessário colocar “atrás”, uma vez que o verbo “haver” está no sentido de tempo decorrido.
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
VILARINHO, Sabrina. "A ou Há? "; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/a-ou-ha.htm>. Acesso em 26 de agosto de 2017.
Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/a-ou-ha.htm

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Quimica


Introdução à QuímicaDiferentemente do que muitos estudantes pensam, a Química é uma ciência que não está limitada somente às pesquisas de laboratório e à produção industrial. Pelo contrário, ela está muito presente em nosso cotidiano das mais variadas formas e é parte importante dele.
Seu principal foco de estudo é a matéria, suas transformações e a energia envolvida nesses processos. A Química explica diversos fenômenos da natureza e esse conhecimento pode ser utilizado em benefício do próprio ser humano.
Os avanços da tecnologia e da sociedade só foram possíveis graças às contribuições da Química. Por exemplo: na medicina, em que os medicamentos e métodos de tratamento têm prolongado a vida de muitas pessoas; no desenvolvimento da agricultura; na produção de combustíveis mais potentes e renováveis; entre outros aspectos extremamente importantes.
Ao mesmo tempo, se esse conhecimento não for bem usado, ele pode (assim como vimos acontecer algumas vezes ao longo da história) ser usado de forma errada. De tal modo, o futuro da humanidade depende de como será utilizado o conhecimento químico. Daí a importância do estudo desta ciência.
Esta seção foi preparada com o objetivo de ajudá-lo a decifrar esta ciência fascinante e que pode contribuir em muito para a melhoria de nossas vidas.

Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://brasilescola.uol.com.br/quimica/


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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Escola Biblica - LIÇÃO 13 - SOBRE A FAMÍLIA E A SUA NATUREZA

DIP 2017 - Nada nos separará do amor de Cristo

Lista Mundial da Perseguição 2017

Os dogmas da “Santa Madre”


No dia 08/12/2004, o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria do Catolicismo Romano, criado pelo papa Pio IX, em 1854, estará completando 150 anos e JP2, o papa mais mariólatra da história, estará impingindo ao mundo inteiro a renovação deste dogma fraudulento, o qual tanto tem amaldiçoado as nações com o aumento da mariolatria.
Tendo dedicado o mundo inteiro a Maria, na chegada do Terceiro Milênio, o papa JP2 deu um passo decisivo no estabelecimento de uma Igreja Mundial, na qual vai pontificar o seu confrade – o Anticristo – chamado por Paulo “o homem do pecado” e “o filho da perdição” (2 Tessalonicenses 2:3).
O dogma da Imaculada Conceição, que vai celebrar o seu sesquicentenário, foi declarado por Pio IX, 15 anos antes do dogma da Infalibilidade Papal, ambos com o fito de fortalecer a Igreja de Roma contra a democracia entregue ao Ocidente pelos Estados Unidos da América e como resultado da Revolução Francesa, que se espalhou por toda a Europa.
Engraçado é que a maioria dos católicos desconhece completamente a significação desse dogma, achando que ele se refere ao nascimento virginal do Senhor Jesus Cristo, quando, de fato, ele obriga todos os membros do Catolicismo Romano a crer (sob pena de excomunhão) que Maria nasceu imaculada, contrariando o verso bíblico (Romanos 3:23) que declara: “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.”
Vamos mostrar algumas das declarações do Catecismo da Igreja Católica, Editora Vozes, Edições Loyola, 1993, sobre o assunto:
#491 – Ao longo dos séculos a Igreja tomou consciência de que Maria, “cumulada de graça” por Deus (Lc 1:28), foi redimida desde a concepção. É isto que confessa o Dogma da Imaculada Conceição, proclamado em 1854 pelo Papa Pio IX.
A beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha do pecado original.
#493 – Os padres da tradição oriental chamam a Mãe de Deus, “a toda santa” (Panhaghia), celebram-na como “imune de toda mancha de pecado, como que plasmada pelo Espírito Santo, e formada uma nova criatura”. Pela graça de Deus, Maria permanece pura de todo pecado pessoal ao longo de toda a sua vida.
#508 – Na descendência de Eva, Deus escolheu a Virgem Maria para ser a Mãe de seu Filho. “Cheia de Graça”, ela é o “fruto mais excelente da Redenção”. Desde o primeiro instante de sua concepção, foi totalmente preservada da mancha do pecado original e permaneceu pura de todo pecado pessoal ao longo de toda a sua vida.
# 510 – Maria permaneceu Virgem concebendo seu Filho, Virgem ao dá-lo à luz, Virgem ao carregá-lo, Virgem ao alimentá-lo do seu seio, Virgem sempre. Com todo o seu ser ela é a “serva do Senhor” (Lc 1:38).
#2677 – “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós…” Como Isabel também nós nos admiramos: “Donde me vem que a Mãe do meu Senhor me visite?” (Lc 1:43) Porque nos dá Jesus seu filho, Maria é Mãe de Deus e nossa Mãe. Podemos lhe confiar todos os nossos cuidados e pedidos. Ela reza por nós como rezou por si mesma: ”Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1:38). Confiando-nos à sua oração, abandonado-nos com ela à vontade de Deus: “Seja feita a tua vontade”.
“Rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte”. Pedindo a Maria que reze por nós, reconhecemo-nos como pobres pecadores e nos dirigimos à ”Mãe de misericórdia”, à “Toda Santa”. Entreguemo-nos a ela, “agora”, no hoje de nossa vida. E nossa confiança aumenta para desde já entregar em suas mãos “a hora da nossa morte”. Que ela esteja então presente como na morte na cruz de seu Filho e que na hora de nossa passagem ela nos acolha como nossa Mãe, para nos conduzir a seu Filho Jesus no Paraíso.
São apenas algumas das muitas garantias de que Maria nasceu imaculada, permaneceu imaculada por toda a sua vida e é co-redentora, com o poder de colaborar com o Filho no perdão de todos os pecados e de nos conduzir à glória eterna, na hora de nossa morte. Esse dogma nega a declaração de Jesus em João 12:48 que diz: “Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia”. Então, a Palavra encarnada, que é a verdade e veio ao mundo para redimir todos os pecadores é quem nos julgará no último dia, e Maria vai ficar quietinha, no seu canto, aguardando a ressurreição, sem direito algum de interceder pelos pecadores, pois quem intercede por nós (hoje) e quem vai nos julgar (futuramente) é o Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, conforme Hebreus 1:3; 7:25 e 2 Coríntios 5:10: que dizem: “sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder… pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles… Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal”.
Infalibilidade Papal
No dia 8 de dezembro de 1869, o Papa Pio IX abriu o Concílio Vaticano I, o qual tinha como meta principal a proclamação do dogma da infalibilidade papal. A maioria dos católicos e muitos bispos eram totalmente contra a proclamação desse dogma, por ser ele absolutamente contrário às Sagradas Escrituras.
Instalado o Concílio, com a maciça presença dos bispos de todas as partes do mundo, começaram os trabalhos no sentido de se elaborar a proclamação definitiva do tal dogma (Quanta Cura). Os bispos que eram contrários tiveram o seu direito de falar completamente cassado e seus passaportes foram retidos pelas autoridades conciliares. Alguns conseguiram fugir, enojados com a corrupção reinante lá dentro do recinto do Concílio. Muito dinheiro correu no sentido de se conseguirem votos a favor. Os que não se venderam e conseguiram fugir de regresso aos seus países, tiveram de se calar, temendo a divisão da Igreja que tanto amavam, a perda de seus cargos, e até a morte. O historiador e erudito suíço, August Bernhard Hasler, que se atreveu a contar a história suja desse Concílio, através do seu livro “Como o Papa se Tornou Infalível”, teve morte súbita e misteriosa. E o famoso teólogo católico contemporâneo, Hans Kung, que lecionava na conceituada Universidade de Tübingen, Alemanha, “foi destituído do seu cargo e de todos os privilégios eclesiásticos” por ter cometido o “crime” de prefaciar uma edição moderna do livro de Hasler.
Os bispos que compareceram ao Vaticano I eram literalmente prisioneiros do Concílio e um deles, Placido Cassangian, Abade Prior dos abades armênios, conseguiu fugir e mandou um bilhete de desculpas ao papa e seus aliados, temendo represálias futuras. Nesse bilhete, o Abade dizia que “sob ameaça constante de prisão, e vitimado por séria doença, ele temera por sua vida e sua única saída fora a fuga de Roma”. Durante as sessões do Concílio, nenhuma discussão contrária era permitida, os discursos não podiam ser impressos e os apartes eram todos tratados como insubordinação, podendo até dar excomunhão.
Com tudo controlado, Pio IX conseguiu o seu intento e o dogma foi proclamado. A ICR não ia lá muito bem das pernas e essa foi a única maneira encontrada pelo monarca político-religioso para tentar se aprumar em seu desempenho autocrático de Rei de Roma.
Entretanto, as revoluções francesa e americana aconteceram e se tornaram o estopim que acenderia a chama da liberdade humana e esta idéia logo se alastrou pela Europa e América do Norte. Abraão Lincoln, que seria o homem mais odiado pelo papa e seus asseclas – os jesuítas – e que seria sacrificado pelo seu amor aos direitos humanos básicos, já havia se pronunciado a favor de todo tipo de liberdade: social, política e religiosa.
O sentimento crescente em favor da democracia era a maior de todas as ameaças para o governo autocrático do papa e seus Estados. Pio IX elaborou e divulgou uma encíclica (Syllabus), tentando conter a liberdade, porém a revolução veio através do voto, quando o povo romano, em estrondosa votação de 133.681 votos contra apenas 1.507, exigiu que o papa deixasse o trono da Cidade Eterna e ficasse confinado ao Vaticano. Pio IX, que foi o Hitler do século 19, revidou de maneira cruel e sanguinária contra os romanos, taxando-os de hereges, executando centenas deles e confinando cerca de 8.000 nos calabouços do Palácio da Inquisição. Ali os infelizes “hereges” eram acorrentados às paredes frias, completamente nus, e não podiam ficar em liberdade para fazer exercícios e nem mesmo para fazer suas necessidades fisiológicas. Milhares morreram comidos pelos vermes, que se arrastavam sobre os seus corpos nus, transformados em esqueletos vivos, pela fome e o desespero, enquanto Pio IX, seria considerado um verdadeiro “santo infalível” pela sua Igreja, o que ainda hoje é crido pelos católicos mal informados. Seu nome é um dos mais venerados na lista de 262 nomes dos papas romanos, que, segundo a Tradição Católica, são os sucessores legítimos de Pedro.
O Palácio dos Inquisidores, que mais tarde ficaria aberto à visitação pública, foi tachado pelo Embaixador Inglês do seu tempo de “o opróbrio da Europa”. O mais incrível é que esse lugar de desgraça foi transformado cinicamente na “Congregação para a Doutrina da Fé”, (onde hoje pontifica o cardeal alemão Joseph Ratzinger) e onde os “santos” bispos romanos se pavoneiam da sua fé, bondade e amor ao próximo! Nos dias 12/11/71 e 02/05/79, bem depois do Concílio Vaticano II, no qual a “santa madre” teria mudado o seu modo de agir, aconteceu o seguinte: O Cardeal Agnelo Rossi, então prefeito da Inquisição em Roma, enviou ao Cardeal Evaristo Arns (SP) duas cartas sugerindo o assassinato do ex-padre Dr. Aníbal Pereira Reis, então pastor batista e autor de muitos livros sobre a Igreja de Roma, cartas essas que aparecem nas últimas páginas de alguns livros do ex-padre Aníbal, que já está na glória. Isso mostra que Roma é sempre a mesma. E não se iludam os amigos do Ecumenismo, pois quando tiver a oportunidade de se tornar novamente a religião dominante, a ICR agirá muito pior contra todos os que não rezam pelo seu Catecismo!

Fonte de referência, estudos e pesquisa: Centro Apologético Cristão de Pesquisas http://www.cacp.org.br/

domingo, 17 de setembro de 2017

SOLA SCRIPTURA

SOLA SCRIPTURA



Princípios da Reformasola gratiasola fidessolus Christus, sacerdócio universal dos fiéis, sola Scriptura.

Sola Scriptura: somente a Escritura é a suprema autoridade em matéria de vida e doutrina; só ela é o árbitro de todas as controvérsias (= a supremacia das Escrituras). Ela é a norma normanda (“norma determinante”) e não a norma normata(“norma determinada”) para todas as decisões de fé e vida.

A autoridade da Escritura é superior à da Igreja e da tradição. Contra a afirmação católica: “a Igreja ensina” ou “a tradição ensina”, os reformadores afirmavam: “a Escritura ensina”.

A experiência pessoal dos reformadores com as Escrituras e com o Cristo revelado nas Escrituras. Lutero: “Quando eu estava com 20 anos de idade, eu ainda não havia visto uma Bíblia. Eu achava que não existiam evangelhos ou epístolas exceto as que estavam escritas nas liturgias dominicais. Finalmente, encontrei uma Bíblia na biblioteca e levei-a comigo para o mosteiro. Eu comecei a ler, reler e ler tudo novamente, para grande surpresa do Dr. Staupitz”.

Para os reformadores, a Bíblia não era um livro de doutrinas e proposições a serem aceitas intelectualmente ou mediante a autoridade da Igreja, mas uma revelação direta, viva e pessoal de Deus, acessível a qualquer pessoa.

Daí a preocupação de colocar as Escrituras nas línguas vernaculares. Lutero e sua tradução no castelo de Wartburgo. Calvino e sua introdução ao Novo Testamento francês de seu primo Robert Olivétan (1535).

A autoridade das Escrituras é intrínseca: a Igreja não confere autoridade às Escrituras, mas apenas a reconhece. Essa autoridade decorre da origem divina das Escrituras.

Existem evidências internas e externas da inspiração e divina autoridade das Escrituras, mas estes atributos não são passíveis de “prova”. A única evidência que importa é o “testemunho interno do Espírito” no coração do leitor. Ênfase de Calvino: “A menos que haja essa certeza [pelo testemunho do Espírito], que é maior e mais forte que qualquer juízo humano, será fútil defender a autoridade da Escritura através de argumentos, ou apoiá-la com o consenso da Igreja, ou fortalecê-lo com outros auxílios. A menos que seja posto este fundamento, ela sempre permanecerá incerta” (8.1.71).

A Igreja não se coloca acima da Escritura pelo fato de ter definido o seu cânon (Novo Testamento). A Igreja apenas reconheceu o que já era aceito há muito tempo pelos cristãos. Paralelo: a observância do domingo e sua oficialização por Constantino. A afirmação de que a Igreja estabeleceu o cânon é verdadeira; mas o evangelho estabeleceu a Igreja, e a autoridade da Escritura não está no cânon, mas no evangelho.

Não foi a igreja que formou a Escritura, mas vice-versa. A Igreja está edificada “sobre o fundamento dos apóstolos e profetas” (Ef 2:20), ou seja, o evangelho, que está contido nas Escrituras e é a sua essência. Lutero: "A Igreja, longe de ter prioridade sobre a Escritura, é na realidade uma criação da Escritura, nascida do ventre da Escritura".

Por isso, Cristo é o centro e a chave das Escrituras (ênfase especial dos reformadores). A Escritura se interpreta a si mesma (“analogia da Escritura”), sempre à luz do princípio cristológico. A mensagem central da Bíblia, o evangelho, é a única chave para a interpretação bíblica.

Essa ênfase cristocêntrica levou Lutero a estabelecer distinções entre os livros da Bíblia. Nem todos revelam a Cristo com igual clareza. Os evangelhos e Paulo o fazem de maneira profunda. Já a carta de Tiago tem uma limitada ênfase cristológica (“epístola de palha”).

interpretação alegórica e os múltiplos sentidos atribuídos à Escritura obscurecem a sua mensagem. Os reformadores deram ênfase ao sentido comum, histórico-gramatical.

Os “entusiastas” estavam errados ao apelarem para revelações diretas fora das Escrituras. O Espírito Santo é o autor último das Escrituras, o inspirador dos profetas e apóstolos. Ele não pode contradizer-se.

Por outro lado, o “princípio do livre exame” não significa interpretar as Escrituras de modo subjetivo e exclusivista. É preciso levar em conta a história e o testemunho da Igreja. Os reformadores não sentiram a necessidade de abandonar os credos do cristianismo antigo e o testemunho dos Pais da Igreja. Todos estes, porém, devem ser julgados e avaliados pela Escritura.

Lutero nada sabia de um conhecimento puramente objetivo, desinteressado ou erudito da Bíblia. “A Palavra de Deus é viva. Isto significa que ela vivifica aqueles que nela crêem. Portanto, devemos correr para ela antes de perecermos e morrermos”. A experiência é necessária para o entendimento da Palavra: esta não deve ser simplesmente repetida ou conhecida, mas vivida e sentida. Na Escritura, o Deus vivo e verdadeiro sempre confronta o leitor em julgamento e graça.

Alguns textos relevantes: Sl 19:7-11; Sl 119; Jo 5:39; Rm 15:4; 2 Tm 3:16-17.





Fonte de Estudos e Pesquisas: http://www.mackenzie.br

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