Canal Luisa Criativa

Escola Bíblica

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

É ainda proibido aos cristãos comer sangue?

 É ainda proibido aos cristãos comer sangue?



Depois do Dilúvio, o Senhor renovou sua aliança com Noé e deu-lhe linhas mestras para orientar a sociedade pós-diluviana (Gn 9.1-16). O versículo 4 contém esta importante proibição: “Não coma carne com sangue, que é vida [nepeš]”. A “santidade” especial do sangue conduz a um mandamento que determina a pena capital para qualquer pessoa que cometer homicídio. Posteriormente, em Levítico 17.10, 11, especifica-se com maiores minúcias as razões por que se deve evitar o sangue como alimento: “Todo israelita ou estrangeiro residente que comer sangue de qualquer animal, contra esse eu me voltarei e o eliminarei do meio do seu povo. Pois a vida [nepeš] da carne está no sangue, e eu o dei a vocês para fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz propiciação pela vida”. Os versículos seguintes prosseguem, especificando que até a caça selvagem deve ter o sangue escorrido totalmente, antes de ser comida.

A questão com a qual se defrontam os crentes da época do NT é se essa proibição se refere a nós também. A revelação que Deus concedeu a Pedro em Atos 10.10-15 ensinou-lhe que as antigas restrições da lei mosaica concernentes a alimentos proibidos não deveriam mais ser observadas. Todos os quadrúpedes, todos os seres rastejantes e todas as aves deveriam ser considerados limpos e próprios para consumo humano. O fator importante aqui era a aplicação desse princípio por analogia a todas as raças humanas, tanto aos judeus como aos gentios — todos os homens considerados aptos ao alcance da salvação e da graça, mediante o sangue derramado por Jesus. Permanece, entretanto, a questão: a remoção das categorias de alimentos limpos estabelecidas com tantas minúcias em Levítico 11.1-45 e Deuteronômio 14.3-21 verdadeiramente elimina as restrições contra o uso do sangue?

Agora que Cristo derramou seu precioso sangue, esse fato removeu toda a santidade do sangue dos animais? Ou esse sangue deve continuar a ser respeitado como sendo precioso, por causa de seu simbolismo do Calvário? Em outras palavras, a permissão para comermos de todos os animais e aves, sem discriminação, envolve a licença para comermos o sangue desses animais? Ou esses deveriam ser primeiro sangrados, ao serem mortos, antes de assados ou preparados de outra forma para o consumo humano? Parece que a resposta a essa pergunta é sim. Alguns anos depois de Pedro haver recebido instruções especiais de Deus, mediante uma visão, o Concilio de Jerusalém reuniu-se a fim de deliberar se dos novos convertidos dever-se-ia exigir que adotassem as cerimônias judaicas antes de tornar-se cristãos. Por ser o presidente do Concilio, Tiago declarou: “Portanto, julgo que não devemos pôr dificuldades aos gentios que estão se convertendo a Deus.

Ao contrário, devemos escrever a eles, dizendo-lhes que se abstenham [1] de comida contaminada pelos ídolos, [2] da imoralidade sexual, [3] da carne de animais estrangulados e do sangue” (At 15.19, 20). Essa determinação foi aprovada pelo resto da assembléia. E assim foi que se decidiu a respeito da seguinte resposta a ser dada aos convertidos de Antioquia, Síria e Cilícia: “Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não impor a vocês nada além das seguintes exigências necessárias: Que se abstenham de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual. Vocês farão bem em evitar essas coisas” (At 15.28, 29).

Dessa passagem entendemos que 1) a admoestação para que se evitasse comer sangue veio depois da visão de Pedro e, portanto, não teria sido modificada nem abrogada pela revelação anterior de Atos 10; 2) a proibição estava ligada a outra, concernente à fornicação — uma restrição que jamais poderia ser considerada obsoleta, mas, ao contrário, é um princípio permanente a ser obedecido por todos os cristãos; 3) que essa insistência na santidade contínua do sangue foi decretada não por meros homens, apenas, mas pelo próprio Espírito Santo. Na verdade, alguns especialistas têm inferido da discussão posterior de Paulo, em 1 Coríntios 8, com respeito à carne oferecida aos ídolos, que a proibição contida na carta do Concilio de Jerusalém não teria validade por todo o tempo, no futuro.

Mas o fato é que a objeção de Paulo centralizava-se não tanto na pecaminosidade inerente ao consumo de tais alimentos, mas na pedra de tropeço representada por tal exemplo aos pagãos recém convertidos que, até pouco tempo, sacrificavam animais aos ídolos. Em 1 Coríntios 10.27, 28, Paulo discorre mais sobre esse tópico, dizendo: “Se algum descrente o convidar para uma refeição e você quiser ir, coma de tudo o que lhe for apresentado, sem nada perguntar por causa da consciência. Mas se alguém lhe disser: ‘Isto foi oferecido em sacrifício’, não coma, tanto por causa da pessoa que o comentou, como da consciência”. Isso implica que o crente participe ou não, em particular, da carne que houver sido oferecida aos ídolos, mas se ele comer dela perante outras pessoas estará colocando diante delas uma pedra de tropeço.

Portanto, comer dessa carne ainda seria algo proibido ao cristão, no NT, por causa do dano espiritual que poderia causar aos novos convertidos gentios. Parece que a implicação é muito clara: devemos respeitar a santidade do sangue, visto que Deus o escolheu para ser símbolo do sacrifício expiatório de Cristo. Portanto, se um crente quer ser obediente às Escrituras, não deve comer sangue. A solene declaração de Cristo em João 6.53-58 a respeito de os crentes participarem de seu corpo e de seu sangue, pela fé, obviamente se refere apenas à reação espiritual dos verdadeiros cristãos com respeito ao sacrifício expiatório de Jesus no Gólgota. Nós nos apropriamos de seu corpo e sangue pela fé, e tomamos os benefícios da salvação ao confiar inteiramente na vida imaculada de Jesus e na oferta de seu sangue inocente como expiação vicária de nossos pecados. No entanto, esse fato não tem relação alguma com a admoestação de Deus quanto ao comer sangue de animais e aves como ingrediente de nossa alimentação, e muito menos a anula


Fonte: Enciclopédia de Temas Bíblicos

Respostas às principais dúvidas, dificuldades e “contradições” da bíblia

Gleason Archer

Editora : Vida – pgs:75-76


Fonte de referência, estudos e pesquisa:

https://www.universalidadedabiblia.com.br/

https://www.profjuliomartins.com


quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

R P M - Rádio Pirata ao Vivo - 1986 - (Disco Completo)












Lista Mundial da Perseguição aos Cristãos 2021

Lista Mundial da Perseguição aos Cristãos

Já está disponível a Lista Mundial da Perseguição 2021, com o ranking dos 50 países mais perigosos para os cristãos. Além disso, você também tem acesso aos números mais recentes sobre a pressão e a violência enfrentadas por irmãos e irmãs ao redor do mundo. Acesse o mapa agora!

Você conhecerá os quatro novos integrantes do ranking e os motivos que os colocaram na LMP 2021. Também verá os 12 países classificados como os mais difíceis para os seguidores de Jesus. Navegando na barra Lista Mundial no site, você entenderá melhor por que a perseguição aumentou em 30% e agora as nações ficaram classificadas somente como perseguição extrema e severa.

Um perfil completo de cada um dos 50 países está a sua disposição, bem como dos 24 países em observação. Fique por dentro do que acontece com os cristãos perseguidos ao redor do mundo e saiba como ajudá-los a se manterem firmes na fé, e assim manter a igreja viva e relevante onde ela está.








Baixe aqui o Mapa.

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Visite os sites abaixo:

Missão Portas Abertas

Professor Julio Cesar Martins


RPM ALVORADA VORAZ MTV 2002














Direito Penal - Art 28, II, Código Penal - Embriaguez #02













Direito Penal - Art 28, II, Código Penal - Embriaguez #01













Coculpabilidade - Coculpabilidade às avessas (Aula Especial)











terça-feira, 12 de janeiro de 2021

"SEM PARTICIPAR DA VIDA POLÍTICA, REPETIREMOS O ERRO PROCURANDO UM MESSIAS", DIZ AUTOR DE TRÊS MIL ANOS DE POLÍTICA

"SEM PARTICIPAR DA VIDA POLÍTICA, REPETIREMOS O ERRO PROCURANDO UM MESSIAS", DIZ AUTOR DE TRÊS MIL ANOS DE POLÍTICA

           Em entrevista exclusiva ao site da referência, José Luiz Alquéres discorre sobre como nossas escolhas no passado nos trouxeram para o atual momento em que vivemos — e como não repeti-las


“O homem é por natureza um animal político, tem primeiro na família a sua socialização e garantia da manutenção da vida em seus aspectos financeiros e educativos, mas é na Polis que se realiza plenamente, encontrando no fiel cumprimento das leis a justiça, dado que só podemos ser felizes no exercício da justa medida, ou seja, sendo prudentes e encontrando o meio termo em nossas ações”. 

Segundo o pensamento de Aristóteles, o homem é um sujeito social que, por sua natureza, precisa pertencer a uma coletividade, afinal, só assim, ele é capaz de alcançar sua completude.

Além do mais, como temos o dom da linguagem, também somos políticos, capazes de pensarmos e realizarmos o bem comum.


Na filosofia aristotélica, a Política é a ciência que tem como objetivo a felicidade humana. Dividida em âmbitos: a ética (que se preocupa mais com a felicidade individual) e a política propriamente dita (que visa mais a felicidade coletiva), o pensamento de Aristóteles investiga as formas de governo e as instituições capazes de assegurar uma vida adequada para o cidadão.  

Mas será que em todos esses anos de evolução social, nós realmente aprendemos como viver em sociedade? Afinal, os erros do passado serviram para tornar nosso questionamento político mais forte no futuro, ou apenas vivemos um ciclo vicioso?

Em entrevista exclusiva ao site Aventuras na História, o empresário, editor e escritor José Luiz Alquéres, que recentemente lançou o grande livro “Três Mil Anos de Política” (Edições de Janeiro), discorre sobre o atual momento da política mundial, a ascensão de modelos totalitários de governo e de como nossas escolhas no passado nos trouxeram para o atual momento em que vivemos.  

Para José Luiz, aos 76 anos, ele percebeu que de tempos em tempos nossa história política repete a mesma sequência de comportamentos: o primeiro deles é a “valorização da liberdade e da democracia”; sendo seguido “de um certo relaxamento e comportamento anárquico, e problemas econômicos”.  

O terceiro passo é “uma reação autoritária buscando a ordem, mas que resulta em formas mais brandas ou mais duras de ditadura e centralismo”. O seguinte é onde presenciamos uma “crescente corrupção”; terminando esse ciclo na “reação liberal”.   

Depois disso, tudo começa de novo. “É como se a vida não ensinasse as pessoas”, diz. “Na realidade o que ocorre é que os ciclos políticos são longos e se não os vermos em perspectiva histórica viveremos repetindo-os".  

Para o escritor, estamos vivendo um desses momentos de transição, onde, cansados com a corrupção e desmoralização das instituições, o povo brasileiro resolveu eleger alguém que defendesse valores básicos, como a ordem, a autoridade e a família. Mas, para Alquéres, é uma pessoa que “não tem as condições mínimas intelectuais para estar à altura do desafio de governar uma nação”.  

“É a beleza e a tragédia da democracia”, fala. “Ela nos permitiu mudar, mas agora nos fará esperar outra eleição até que possamos entrar no caminho certo. Mas, sem vermos o que está ocorrendo à luz de perspectivas históricas, sem estudarmos um pouco e sem participarmos mais intensamente da vida política, repetiremos o erro procurando um novo messias”. 

Segundo acredita, o ser humano mudou pouco, afinal, todas suas paixões, ambições, vícios e virtudes estão bem descritos nas tragédias gregas de 2.500 anos atrás. “A ciência e a história não foram capazes de mudar a cabeça dos homens. Por isso o estudo da história é importante. Nela lemos o que funciona e o que não funciona”. Sobre isso, José Luiz é enfático: “A história é a mestra da vida”. 

A Globalização  

Desde os primórdios do pensamento político, na Grécia-Antiga, as distâncias diminuíram. Umas coisas tiveram sua importância concentrada, já outras se empalharam muito além do que se imaginava.

A própria Grécia, por exemplo, já teve mais de 1.000 cidades-estados, mas hoje, toda sua herança cultural milenar cabe em um pequeno território.  

“No mundo inteiro o século 20 e 21 fez com que ciência encurtasse as distâncias, favorecesse as comunicações. Algumas poucas línguas estão matando outras, como a ‘língua de negócios’. Estamos passando de uma época de dispersão para uma de concentração. Pela primeira vez, metade do planeta vive em cidades e a urbanização é inevitável e crescente”, explica Alquéres

Para o empresário, a globalização ganha, portanto, dimensões muito além de trocas comerciais e cadeias de suprimento. “A cultura está se globalizando. A marcha do mundo o transformou no que os sociólogos chamam de aldeia global. A luta é para manter as culturas individuais, ricas, diversificadas num planeta onde a dimensão de interação entre pessoas e países só vai crescer, apesar das primeiras reações nacionalistas como o Brexit e outras”.

Porém, apesar desse fenômeno, José Luiz cita três “razões para a esperança”. A primeira delas, conforme aponta, é que a globalização pode ajudar em dois pontos muito importantes: a equiparação dos sexos e difusão da educação da mulher; e, ao mesmo tempo, conscientizar sobre a importância da sustentabilidade.  

“O segundo é a tolerância, o respeito à diversidade. É como se nos trouxessem pessoas de áreas rurais e as colocássemos para viver num condomínio de edifícios com muitos pavimentos e dezenas de apartamentos por andar. Viver mais próximos uns dos outros, respeitar as diferenças é um aprendizado. Temos progredido nisso”. 

E a última é um ponto essencial para o bem-estar da 'Polis': a moderação política. Para o escritor, o importante é termos paciência: “Não partirmos para confrontos ou posições extremadas. Melhor progredir lentamente do que experimentar retrocessos, ditaduras, regimes fascistas e etc”.


Para José Luiz, o nacionalismo, a ascensão de modelos totalitários e o surgimento do neoliberalismo só ocorreram pela busca de soluções, que ignoraram as lições dadas ao decorrer da história: "O que dá certo em termos de desenvolvimento econômico e social é a democracia, o respeito aos direitos humanos, o estado de direito e a livre iniciativa”.


Fonte de referência, estudos e pesquisa:

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/sem-participar-da-vida-politica-repetiremos-o-erro-procurando-um-novo-messias-diz-autor-da-obra-tres-mil-anos-de-politica.phtml#.X_sKt15SVwA.whatsapp

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Pra Sempre - Fernandinho

sábado, 9 de janeiro de 2021

Salmos 91

 Salmos 91


1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

2 Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.

3 Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.

4 Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.

5 Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,.

6 Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.

7 Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.

8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.

9 Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.

10 Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.

12 Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.

13 Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

14 Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.

15 Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.

16 Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.



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Classificação da Perseguição Religiosa 2020

Classificação da Perseguição Religiosa 2020
Classificação dos 50 Países com Perseguição Religiosa, onde seguir à Jesus pode custar a vida. Atualizado em 2020.

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