Canal Luisa Criativa

Escola Bíblica

domingo, 31 de janeiro de 2021

Quem Inventou o Avião?

Quem Inventou o Avião?








Os Irmãos WrightWilbur (Millville16 de abril de 1867;  Dayton30 de maio de 1912) e Orville (Dayton19 de agosto de 1871;  Dayton30 de janeiro de 1948), foram dois irmãos norte americanos, inventores e pioneiros da aviação aos quais foi concedido o crédito pelo desenvolvimento da primeira máquina voadora mais pesada que o ar, que efetuou um voo controlado, em 17 de Dezembro de 1903.

A principal realização dos irmãos foi a invenção do controle em três eixos, que permitiu ao piloto controlar a aeronave de forma efetiva e manter o seu equilíbrio. Esse método se tornou e permanece sendo o padrão em aeronaves de asa fixa de qualquer tipo. Desde o início do seu trabalho em aeronáutica, os irmãos Wright focaram no desenvolvimento de um método confiável de controle de pilotagem. Essa abordagem diferia bastante dos outros experimentos da época, que colocavam mais ênfase no desenvolvimento de motores mais potentes. Usando um pequeno túnel de vento caseiro, eles obtiveram uma grande quantidade de dados científicos como nunca antes, o que os permitiu desenhar e construir asas e hélices mais eficientes que todos até então. A primeira patente deles, a de Número 821.393, não requeria a invenção de uma máquina voadora, mas sim a invenção de uma sistema de controle aerodinâmico que manipulava as superfícies de uma máquina voadora.


Santos Dumont (Alberto Santos Dumont) projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina. Esse mérito lhe é garantido internacionalmente pela conquista do Prêmio Deutsch em 1901, quando em um voo contornou a Torre Eiffel com o seu dirigível Nº 6, transformando-se em uma das pessoas mais famosas do mundo durante o século XX. Com a vitória no Prêmio Deutsch, ele também foi, portanto, o primeiro a cumprir um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e populares.

Santos Dumont também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906 voou cerca de sessenta metros a uma altura de dois a três metros com o Oiseau de Proie (francês para "ave de rapina"), no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês depois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de seis metros com o Oiseau de Proie III. Esses voos foram os primeiros homologados pelo Aeroclube da França de um aparelho mais pesado que o ar, e possivelmente a primeira demonstração pública de um veículo levantando voo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma rampa para lançamento.

O título de responsável pelo primeiro voo num avião, atribuído por brasileiros a Santos Dumont, é disputado com outros pioneiros, nomeadamente os irmãos Wright. Na França, costuma-se atribuir o feito a Clément Ader que efectuou o primeiro voo de um equipamento mais pesado que o ar propulsionado a motor e levantando voo pelos seus próprios meios em 9 de outubro de 1890. A FAI, no entanto, considera que foram os irmãos Wright os primeiros a realizar um voo controlado, motorizado, num aparelho mais pesado do que o ar, por uma decolagem e subsequente voo ocorridos em 17 de dezembro de 1903 no Flyer, já que os voos de Clément Ader foram realizados em segredo militar, vindo-se apenas a saber da sua existência muitos anos depois. Por outro lado, o 14-Bis de Dumont teve uma decolagem autopropulsada, reconhecida oficialmente por público e jornalistas, tendo sido a primeira atividade esportiva da aviação a ser homologada pela FAI.





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Entenda o Ensino Híbrido - Faz Responde #06 - #Entrevista










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quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Direito Penal - Art 29 CP - Concurso de Pessoas #03















Como Cristo pode ser “o primogênito de toda a criação” (Colossenses 1:15) sem ter sido criado?

Como Cristo pode ser “o primogênito de toda a criação” (Colossenses 1:15) sem ter sido criado?



Alberto R. Timm

Ao longo da história do cristianismo, houve muita discussão a respeito do significado do termo “primogênito” (grego protótokos) quando usado em relação a Cristo. No Novo Testamento, Cristo é chamado de “o Primogênito” (Hebreus 1:6), “o primogênito de toda a criação” (Colossenses 1:15), “o Primogênito dos mortos” (Apocalipse 1:5), “o primogênito de entre os mortos” (Colossenses 1:18) e “o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8:29).

Para entender essa questão, é importante ter em mente que, entre os israelitas, todo o primogênito deveria ser consagrado ao Senhor (Êxodo 13:1-16; ver Lucas 2:22-24), recebendo herança “dobrada” em relação aos demais irmãos (Deuteronômio 21:15-17). Embora o termo “primogênito” seja normalmente usado para designar o primeiro filho de um casal, ele é também empregado na Bíblia em relação a um dos demais filhos, que não o mais velho, mas que tenha se destacado entre os seus irmãos. É neste sentido que Deus qualificou a Israel, que não era a nação mais antiga da terra, de “meu primogênito” (Êxodo 4:22); a Efraim, o segundo filho de José e Azenate, de “o meu primogênito” (Jeremias 31:9); e a Davi, o mais novo dos oito filhos de Jessé, de “meu primogênito, o mais elevado entre os reis da terra” (Salmos 89:27).

Cristo é qualificado de “o primogênito de toda a criação” (Colossenses 1:15) em um contexto que O enaltece como o Criador que está acima de toda a criação. Em Colossenses 1:15-17, Paulo afirma que Cristo “é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois nEle foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dEle e para Ele. Ele é antes de todas as coisas. nEle tudo subsiste.”

Se o próprio Cristo fosse uma criatura do Pai, como alegam alguns pretensos cristãos, como poderia o texto acima afirmar que “tudo” o que foi criado foi “por meio dEle” criado? Se Cristo houvesse sido gerado em algum momento da eternidade, como poderia ser chamado em Isaías 9:6 de “Deus Forte” e “Pai da Eternidade”? Nesse caso, Ele não seria “Pai da Eternidade”, mas simplesmente uma criatura que veio à existência em algum momento específico da eternidade! Cremos, porém, que como “o primogênito de toda a criação” Cristo é o Soberano absoluto sobre toda a criação, pois “nEle habita corporalmente toda a plenitude da Divindade” (Colossenses 2:9).


Fonte: Sinais dos Tempos, novembro/dezembro de 2001. p. 30 (usado com permissão por conta da Lei de Direitos Autorais e citações ABNT para trabalhos acadêmicos).

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Colossenses Capítulo 2

 Colossenses Capítulo 2




1 Porque quero que saibais quão grande combate tenho por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e por quantos não viram o meu rosto em carne;

2 Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo,

3 Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.

4 E digo isto, para que ninguém vos engane com palavras persuasivas.

5 Porque, ainda que esteja ausente quanto ao corpo, contudo, em espírito estou convosco, regozijando-me e vendo a vossa ordem e a firmeza da vossa fé em Cristo.

6 Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele,

7 Arraigados e sobreedificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, nela abundando em ação de graças.

8 Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo;

9 Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade;

10 E estais perfeitos nele, que é a cabeça de todo o principado e potestade;

11 No qual também estais circuncidados com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo dos pecados da carne, pela circuncisão de Cristo;

12 Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos.

13 E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas,

14 Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.

15 E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.

16 Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados,

17 Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.

18 Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão,

19 E não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus.

20 Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como:

21 Não toques, não proves, não manuseies?

22 As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens;

23 As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

O Número PI - π

 O Número PI

Na matemática, o número  é uma proporção numérica definida pela relação entre o perímetro de uma circunferência e seu diâmetro; por outras palavras, se uma circunferência tem perímetro  e diâmetro , então aquele número é igual a . É representado pela letra grega π. A letra grega π (lê-se: pi), foi adotada para o número a partir da palavra grega para perímetro, "περίμετρος", provavelmente por William Jones em 1706, e popularizada por Leonhard Euler alguns anos mais tarde. Outros nomes para esta constante são constante circular ou número de Ludolph.







O valor de  pertence aos números irracionais. Para a maioria dos cálculos simples é comum aproximar  por 3,14. Uma boa parte das calculadoras científicas de 8 dígitos aproxima  por 3,1415926. Para calcular rotas de navegações interplanetárias a NASA utiliza  (com 15 casas decimais). Para calcular um círculo com 46 bilhões de anos-luz de raio em volta do universo observável seria suficiente uma aproximação de  com apenas 40 casas decimais para garantir precisão de 1 átomo de hidrogênio.

Um engenheiro japonês e um estudante americano de Ciência da computação calcularam, usando um computador com doze núcleos físicos, cinco trilhões de dígitos, o equivalente a 6 terabytes de dados.

Aproximação do número pi até a tricentésima casa decimal:  = 3,14159 26535 89793 23846 26433 83279 50288 41971 69399 37510 58209 74944 59230 78164 06286 20899 86280 34825 34211 70679 82148 08651 32823 06647 09384 46095 50582 23172 53594 08128 48111 74502 84102 70193 85211 05559 64462 29489 54930 38196 44288 10975 66593 34461 28475 64823 37867 83165 27120 19091 45648 56692 34603 48610 45432 66482 13393 60726 02491 41273



Direito Penal - Art 29 CP - Concurso de Pessoas #02





























Direito Constitucional

Direito Constitucional





Resultado de imagem para Direito Constitucional - Competência Administrativa e Legislativa.




Para ter acesso ao material didático sobre Direito Constitucional acesse um dos links a seguir:



Fonte de referência, estudo e pesquisa:














Teoria da Pena - Aula 03.1 - Princípios (Direito Penal)



















12 Ensinamentos do Estoicismomo

12 Ensinamentos do Estoicismo




















sábado, 23 de janeiro de 2021

[Live] Ensino híbrido e estilos de aprendizagem em novo contexto














[NELP] Fenômenos relacionados às emoções e como elas nos afetam

















Visita de Albert Einsten ao Brasil

Visita de Albert Einstein ao Brasil











Adele Greatest Hits Full Album 2020 - Hello, Someone Like You, Rolling In The Deep, Send My Love.






















quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

É ainda proibido aos cristãos comer sangue?

 É ainda proibido aos cristãos comer sangue?



Depois do Dilúvio, o Senhor renovou sua aliança com Noé e deu-lhe linhas mestras para orientar a sociedade pós-diluviana (Gn 9.1-16). O versículo 4 contém esta importante proibição: “Não coma carne com sangue, que é vida [nepeš]”. A “santidade” especial do sangue conduz a um mandamento que determina a pena capital para qualquer pessoa que cometer homicídio. Posteriormente, em Levítico 17.10, 11, especifica-se com maiores minúcias as razões por que se deve evitar o sangue como alimento: “Todo israelita ou estrangeiro residente que comer sangue de qualquer animal, contra esse eu me voltarei e o eliminarei do meio do seu povo. Pois a vida [nepeš] da carne está no sangue, e eu o dei a vocês para fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz propiciação pela vida”. Os versículos seguintes prosseguem, especificando que até a caça selvagem deve ter o sangue escorrido totalmente, antes de ser comida.

A questão com a qual se defrontam os crentes da época do NT é se essa proibição se refere a nós também. A revelação que Deus concedeu a Pedro em Atos 10.10-15 ensinou-lhe que as antigas restrições da lei mosaica concernentes a alimentos proibidos não deveriam mais ser observadas. Todos os quadrúpedes, todos os seres rastejantes e todas as aves deveriam ser considerados limpos e próprios para consumo humano. O fator importante aqui era a aplicação desse princípio por analogia a todas as raças humanas, tanto aos judeus como aos gentios — todos os homens considerados aptos ao alcance da salvação e da graça, mediante o sangue derramado por Jesus. Permanece, entretanto, a questão: a remoção das categorias de alimentos limpos estabelecidas com tantas minúcias em Levítico 11.1-45 e Deuteronômio 14.3-21 verdadeiramente elimina as restrições contra o uso do sangue?

Agora que Cristo derramou seu precioso sangue, esse fato removeu toda a santidade do sangue dos animais? Ou esse sangue deve continuar a ser respeitado como sendo precioso, por causa de seu simbolismo do Calvário? Em outras palavras, a permissão para comermos de todos os animais e aves, sem discriminação, envolve a licença para comermos o sangue desses animais? Ou esses deveriam ser primeiro sangrados, ao serem mortos, antes de assados ou preparados de outra forma para o consumo humano? Parece que a resposta a essa pergunta é sim. Alguns anos depois de Pedro haver recebido instruções especiais de Deus, mediante uma visão, o Concilio de Jerusalém reuniu-se a fim de deliberar se dos novos convertidos dever-se-ia exigir que adotassem as cerimônias judaicas antes de tornar-se cristãos. Por ser o presidente do Concilio, Tiago declarou: “Portanto, julgo que não devemos pôr dificuldades aos gentios que estão se convertendo a Deus.

Ao contrário, devemos escrever a eles, dizendo-lhes que se abstenham [1] de comida contaminada pelos ídolos, [2] da imoralidade sexual, [3] da carne de animais estrangulados e do sangue” (At 15.19, 20). Essa determinação foi aprovada pelo resto da assembléia. E assim foi que se decidiu a respeito da seguinte resposta a ser dada aos convertidos de Antioquia, Síria e Cilícia: “Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não impor a vocês nada além das seguintes exigências necessárias: Que se abstenham de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual. Vocês farão bem em evitar essas coisas” (At 15.28, 29).

Dessa passagem entendemos que 1) a admoestação para que se evitasse comer sangue veio depois da visão de Pedro e, portanto, não teria sido modificada nem abrogada pela revelação anterior de Atos 10; 2) a proibição estava ligada a outra, concernente à fornicação — uma restrição que jamais poderia ser considerada obsoleta, mas, ao contrário, é um princípio permanente a ser obedecido por todos os cristãos; 3) que essa insistência na santidade contínua do sangue foi decretada não por meros homens, apenas, mas pelo próprio Espírito Santo. Na verdade, alguns especialistas têm inferido da discussão posterior de Paulo, em 1 Coríntios 8, com respeito à carne oferecida aos ídolos, que a proibição contida na carta do Concilio de Jerusalém não teria validade por todo o tempo, no futuro.

Mas o fato é que a objeção de Paulo centralizava-se não tanto na pecaminosidade inerente ao consumo de tais alimentos, mas na pedra de tropeço representada por tal exemplo aos pagãos recém convertidos que, até pouco tempo, sacrificavam animais aos ídolos. Em 1 Coríntios 10.27, 28, Paulo discorre mais sobre esse tópico, dizendo: “Se algum descrente o convidar para uma refeição e você quiser ir, coma de tudo o que lhe for apresentado, sem nada perguntar por causa da consciência. Mas se alguém lhe disser: ‘Isto foi oferecido em sacrifício’, não coma, tanto por causa da pessoa que o comentou, como da consciência”. Isso implica que o crente participe ou não, em particular, da carne que houver sido oferecida aos ídolos, mas se ele comer dela perante outras pessoas estará colocando diante delas uma pedra de tropeço.

Portanto, comer dessa carne ainda seria algo proibido ao cristão, no NT, por causa do dano espiritual que poderia causar aos novos convertidos gentios. Parece que a implicação é muito clara: devemos respeitar a santidade do sangue, visto que Deus o escolheu para ser símbolo do sacrifício expiatório de Cristo. Portanto, se um crente quer ser obediente às Escrituras, não deve comer sangue. A solene declaração de Cristo em João 6.53-58 a respeito de os crentes participarem de seu corpo e de seu sangue, pela fé, obviamente se refere apenas à reação espiritual dos verdadeiros cristãos com respeito ao sacrifício expiatório de Jesus no Gólgota. Nós nos apropriamos de seu corpo e sangue pela fé, e tomamos os benefícios da salvação ao confiar inteiramente na vida imaculada de Jesus e na oferta de seu sangue inocente como expiação vicária de nossos pecados. No entanto, esse fato não tem relação alguma com a admoestação de Deus quanto ao comer sangue de animais e aves como ingrediente de nossa alimentação, e muito menos a anula


Fonte: Enciclopédia de Temas Bíblicos

Respostas às principais dúvidas, dificuldades e “contradições” da bíblia

Gleason Archer

Editora : Vida – pgs:75-76


Fonte de referência, estudos e pesquisa:

https://www.universalidadedabiblia.com.br/

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