Mensagens de Bom Dia com Deus - Good morning messages with God - ¡Mensajes de buenos días con Dios

Bom Dia com Deus

Canal Luisa Criativa

Escola Bíblica

domingo, 24 de outubro de 2021

A Consciência Humana

 

A Consciência Humana

 


Lucas 11.39-44; Romanos 2.12-16; Romanos 14.23; Tito 1.15

 

Foi Jiminy Cricket que disse: "Deixe sempre sua consciência ser seu guia". Este é um bom conselho se temos urna consciência informada e governada pela Palavra de Deus. Se, porém, nossa consciência for ignorante das Escrituras Sagradas ou tenha sido cauterizada ou endurecida pelo pecado constante, então tal teologia é desastrosa.

A consciência desempenha um papel muito importante na vida cristã. É vital, contudo, que tenhamos um entendimento correto sobre ela. A consciência, freqüentemente, tem sido definida corno a voz interior de Deus, por meio da qual nossa mente nos acusa ou nos escusa de pecados. Ela inclui dois elementos básicos: (1) o reconhecimento ou a conscientização interior do que é certo e errado e (2) a capacidade mental de aplicar leis, normas e regras a situações concretas.

Em Romanos 2.15, o apóstolo Paulo ensina que Deus escreveu sua lei no coração humano. A consciência humana é informada pela revelação da lei de Deus, a qual foi implantada no nosso coração humano.

As pessoas têm a responsabilidade moral de seguir sua consciência. Agir alguém contra sua própria consciência é uma atitude pecaminosa. Lutero declarou na Dieta de Worms: "minha consciência é cativa da Palavra de Deus... ir contra a consciência não é certo e nem seguro".

A réplica de Lutero revela dois importantes princípios bíblicos. Primeiro, a consciência deve ser informada ou ser "cativa" pela Palavra de Deus. É possível que a consciência seja desinformada, ou se torne cauterizada e insensível pelos pecados repetidos.

Podemos ficar tão endurecidos pelo pecado habitual ou pela aceitação social do pecado que sufocamos a voz da consciência e pecamos sem sentir qualquer remorso. Por outro lado, se nossa consciência nos persuade de que algo é ilegal ou pecaminoso, embora de fato a ação não seja pecaminosa, então ainda continua sendo errado em praticarmos aquela ação. Fazer o que consideramos mau, mesmo que de fato não o seja, é pecado. O apóstolo Paulo ensina que tudo aquilo que não provém de fé é pecado (Romanos 14.23). Nesse caso agir contra a consciência não é nem certo e nem seguro.

 

Fonte de referência, estudos e pesquisa: 2º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã – R.C.Sproul. Editora Cultura Cristã.

 

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Direito Internacional - Atos Ilícitos praticados por Estados Estrangeiros

 

Direito Internacional - Atos Ilícitos praticados por Estados Estrangeiros













Fontes de referência, estudos e pesquisa:

@campanhasinalvermelho

@Dizer o Direito

@profjuliomartins

http://www.profjuliomartins.com

@Coluna Criminal


Os Anjos, Satanás e os Demônios

 

Os Anjos, Satanás e os Demônios





Nota: VT=Velho Testamento; NT=Novo Testamento; ES=Espírito Santo.

 

• Que são anjos?

• Por que Deus os criou?

• Como os cristãos devem considerar atualmente Satanás e os demônios?

 

1. EXPLICAÇÃO E BASE BÍBLICA

 

A. Que são anjos?

 

Podemos definir anjos da seguinte maneira: Anjos são seres espirituais criados com juízo moral e alta inteligência, mas sem corpos físicos.

 

1. Seres espirituais criados.

 

Os anjos não existem desde sempre; eles são parte do universo que Deus criou. Em uma passagem que se refere aos anjos como o “exército” dos céus, Esdras diz: “Só tu és o SENHOR. Fizeste os céus, e os mais altos céus, e tudo o que neles há, a terra e tudo o que nela existe, os mares e tudo o que neles existe. Tu deste vida a todos os seres, e os exércitos dos céus te adoram” (Ne 9.6; cf. Sl 148.2,5). Paulo nos diz que Deus criou todas as coisas “visíveis e invisíveis” por meio de Cristo e para ele, e a seguir inclui especificamente o mundo angélico com a frase “sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades” (Cl 1.16).

Os anjos exercem juízo moral, como podemos perceber pelo fato de que alguns deles pecaram e caíram de seu estado original (2Pe 2.4; Jd 6) . Sua alta inteligência é vista por toda a Escritura à medida que eles falam com as pessoas (Mt 28.5; At 12.6-11; etc.) e cantam louvores a Deus (Ap 4.11; 5.11).

Como os anjos são “espíritos” (Hb 1.14), ou criaturas espirituais, efetivamente eles não possuem corpos físicos (em Lucas 24.39, Jesus diz: “um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho”). Portanto, normalmente eles não podem ser vistos por nós a menos que Deus nos dê a capacidade espiritual para vê-los (Nm 22.3 1; 2Rs 6.17; Lc 2.13).

Em suas atividades ordinárias de nos guardar e nos proteger (Sl 34.7; 91.11; Hb 1.14), bem como de se juntar conosco para a adoração de Deus (Hb 12.22), eles são invisíveis. Contudo, em certas ocasiões anjos tomaram forma corporal para aparecer a várias pessoas na Escritura (Mt 28.5; Hb 13.2).

 

2. Outros nomes para os anjos.

 

A Escritura às vezes usa outros termos para os anjos, como “filhos de Deus” ( Jó 1.6; 2.1); “santos” (Sl 89.5,7); “espíritos” (Hb 1.14),”sentinelas” (Dn 4.13,17,23), “tronos”, “soberanias”, “poderes”, “autoridades” (Cl 1.16) e  ”governos”(Ef 1.21).

 

3. Outras espécies de seres celestiais.

 

Existem outros três tipos específicos de seres celestiais mencionados na Escritura. Tanto se pensarmos neles como tipos especiais de “anjos” (no sentido mais amplo do termo) ou como seres celestiais distintos dos anjos, eles são de qualquer forma seres espirituais criados que servem e adoram a Deus.

 

a. Os “Querubins”.

 

Aos querubins foi dada a tarefa de guardar a entrada do Jardim do Éden (Gn 3.24), e é dito que o próprio Deus está entronizado entre os querubins ou que viaja com os querubins como sua carruagem (Sl 18.10; Ez 10.1-22). Sobre a arca da aliança no AT estavam duas figuras douradas de querubins com suas asas estendidas acima da arca, e foi ali que Deus prometeu vir morar entre o seu povo: “Ali, sobre a tampa, no meio dos dois querubins que se encontram sobre a arca da aliança, eu me encontrarei com você e lhe darei todos os meus mandamentos destinados aos israelitas” (Êx 25.22; cf. v. 18-21).

 

b. Os “Serafins”.

 

Outro grupo de seres celestiais, os Serafins, é mencionado somente em Isaías 6.2-7, onde eles continuamente adoram ao Senhor e dizem uns aos outros: “Santo, santo, santo é O SENHOR dos Exércitos, a terra inteira está cheia da sua glória” (Is 6.3)

 

c. Os seres viventes.

 

Tanto Ezequiel como Apocalipse falam-nos de outras espécies de seres celestiais conhecidos por “seres viventes” ao redor do trono de Deus (Ez 1.5-14; Ap 4.6-8). Parecidos com um leão, um boi, um homem e uma águia , são os representantes mais poderosos das várias partes da totalidade da criação de Deus (animais selvagens, animais domesticados, seres humanos e pássaros) e adoram a Deus continuamente: “Santo, santo, santo é o Senhor, o Deus todo-poderoso, que era, que é e que há de vir” (Ap 4.8).

 

4. Posição e ordem entre os anjos.

 

A Escritura indica que há uma hierarquia e ordem entre os anjos. Um anjo, Miguel, é chamado “arcanjo” em Judas 9, título que indica governo ou autoridade sobre outros anjos. Ele é chamado “um dos príncipes supremos” em Daniel 10.13. Miguel também parece ser o líder do exército angelical: “Houve então uma guerra nos céus. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram. Mas estes não foram suficientemente fortes, e assim perderam o seu lugar nos céus” (Ap 12.7,8). E Paulo diz-nos que o Senhor retornará do céu “dada a ordem, com a voz do arcanjo” (lTs 4.16). Se essa menção se refere a Miguel, o único arcanjo mencionado, ou se há outros arcanjos, a Escritura não nos diz.

 

5. As pessoas possuem anjo da guarda pessoal?

 

A Escritura menciona claramente que Deus envia os seus anjos para a nossa proteção: “Porque a seus anjos ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos; com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra” (Sl 91.11,12). Mas algumas pessoas vão além dessa idéia de proteção geral e pensam que Deus dá um “anjo da guarda” específico para cada indivíduo no mundo, ou ao menos para cada cristão. As palavras de Jesus a respeito dos pequeninos têm servido de apoio para essa idéia: “Pois eu lhes digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai Celeste” (Mt 18.10).

Contudo, nosso Senhor pode estar dizendo que os anjos designados para a tarefa de proteger as criancinhas têm pronto acesso à presença de Deus. (Para usar uma analogia esportiva, os anjos podem valer-se da marcação “por zona” em vez da marcação “homem a homem”.) Quando os discípulos em Atos 12.15 dizem que o “anjo” de Pedro devia estar batendo à porta, isso não implica necessariamente na crença do anjo da guarda individual. Poderia ser que um anjo estivesse guardando ou tomando conta de Pedro naquela situação específica. Parece não haver, entretanto, qualquer apoio convincente para a ideia de “anjos da guarda” individuais no texto da Escritura. Mas cremos que os anjos em geral têm a tarefa de proteger o povo de Deus.

 

6. O poder dos anjos.

 

Aparentemente os anjos têm poder muito grande. Eles são chamados “anjos poderosos, que obedecem à sua palavra” (Sl 103.20),”governo” (Ef 1.21) e ainda “poderes” e “autoridades” (Cl 1.16). Os anjos são aparentemente “maiores em força e poder” que os seres humanos rebeldes (2 Pedro 2.11; cf. Mt 28.2).

Ao menos durante o tempo de sua existência terrena, a raça humana foi feita “um pouco menor do que os anjos” (Hb 2.7). Embora o poder dos anjos seja grande, ele não é certamente infinito, mas é usado para batalhar contra os poderes demoníacos do mal que estão sob o controle de Satanás (Dn 10.13; Ap 12.7,8; 20.1-3). Não obstante, quando o Senhor retornar, seremos elevados à posição mais alta que a dos anjos (lCo 6.3).

 

B. O lugar dos anjos no propósito de Deus

 

1. Os anjos mostram a grandeza do plano de Deus e de seu amor por nós.

 

Os seres humanos e os anjos são as únicas criaturas morais e altamente inteligentes que Deus

criou. Portanto, podemos entender muita coisa a respeito do plano de Deus e de seu amor por nós quando nos comparamos com os anjos.

A primeira distinção a ser observada é que nunca é mencionado que os anjos foram criados a imagem de Deus, ao passo que diversas vezes é dito que os seres humanos foram criados à imagem de Deus (Gn 1.26,27; 9.6). Já que ser criado à imagem de Deus significa ser igual a Deus, parece justo concluir que somos mais parecidos com Deus que os anjos. Isso é apoiado pelo fato de que Deus algum dia nos dará autoridade sobre os anjos, para julgá-los: “Vocês não sabem que haveremos de julgar os anjos?” (1 Co 6.3). Embora o ser humano tenha sido feito “um pouco menor do que os anjos” (Hb 2.7), quando a nossa salvação se completar seremos exaltados acima dos anjos e dominaremos sobre eles.

De fato, mesmo agora os anjos já nos servem: “Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação?” (Hb 1.14).

A capacidade dos seres humanos de gerar filhos iguais a si mesmos (“Adão gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem” Gn 5.3) é outro elemento de nossa superioridade sobre os anjos, que certamente não podem gerar filhos (cf. Mt 22.30; Lc 20.34-36).

A existência dos anjos também demonstra a grandeza do amor de Deus por nós, porque os anjos pecaram e nunca foram salvos. Pedro nos diz que “Deus não poupou anjos que pecaram, mas os lançou no inferno, prendendo-os em abismos tenebrosos a fim de serem reservados para o juízo” (2 Pedro 2.4). Judas diz que “quanto aos anjos que não conservaram suas posições de autoridade, mas abandonaram sua própria morada, ele os tem guardado em trevas, presos com correntes eternas para o juízo do grande Dia” (Jd 6).

E lemos em Hebreus: “Pois é claro que não é a anjos que ele ajuda, mas aos descendentes de Abraão” (Hb 2.16). Vemos, portanto, que Deus criou dois grupos de criaturas morais inteligentes. Entre os anjos, muitos pecaram, mas Deus decidiu não remir nenhum deles. Foi perfeitamente justo Deus agir assim, e nenhum anjo pode jamais reclamar de ter sido tratado injustamente por Deus. Contudo, embora todos os seres humanos tenham pecado contra Deus e se apartado dele, Deus decidiu fazer muito mais que meramente satisfazer as demandas da sua justiça; ele decidiu salvar alguns seres humanos pecadores. De fato, ele decidiu redimir uma grande multidão da raça pecaminosa, que homem nenhum pode contar, “de toda tribo, língua, povo e nação” (Ap 5.9). Esse é um ato de amor e misericórdia incalculáveis, muito além de nossa compreensão.

Tudo isso é favor imerecido; tudo isso é graça. O contraste notável com o destino dos anjos deixa clara essa verdade para nós.

 

2. Os anjos são prova de que o mundo invisível é real.

 

Exatamente como nos dias de Jesus os saduceus diziam que não havia, ”ressurreição nem anjos nem espíritos” (Atos 23.8), muitas pessoas em nossos dias negam a realidade de qualquer coisa que não se possa ver. Mas o ensino bíblico sobre a existência dos anjos é a lembrança constante para nós de que há o mundo invisível que é muito real. Foi somente quando o Senhor abriu os olhos do servo de Eliseu para a realidade desse mundo invisível que o servo viu “as colinas cheias de cavalos e carros de fogo ao redor de Eliseu” (2 Reiss 6.17; esse era um grande exército angelical enviado a Dotã para proteger Eliseu dos arameus).

O salmista também mostra a consciência do mundo invisível quando encoraja os anjos: “Louvem-no todos os seus anjos, louvem-no todos os seus exércitos celestiais” (Sl 148.2). O autor de Hebreus nos lembra de que, quando adoramos, vamos à Jerusalém celeste para nos reunir “aos milhares de milhares de anjos em alegre reunião” (Hb 12.22), a quem não vemos, mas cuja presença nos encherá de temor e alegria. O mundo incrédulo pode desprezar o tema dos anjos, considerando-os mera superstição, mas a Escritura oferece essas afirmações como a percepção da realidade tal qual ela é.

 

3. Os anjos são exemplos para nós.

 

Tanto na obediência como na adoração, os anjos proporcionam exemplos úteis para que os imitemos. Jesus nos ensina a orar: “ Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mt 6.10). No céu a vontade de Deus é feita pelos anjos imediatamente, com alegria e sem qualquer questionamento. Devemos orar todos os dias para que a nossa obediência e a obediência dos outros seja igual à dos anjos no céu. O prazer deles é ser servos humildes de Deus, cada um realizando a tarefa, grande ou pequena, que lhe foi designada, com fidelidade e alegria.

Nosso desejo e oração devem ser para que nós e todos os demais na terra façamos o mesmo. Os anjos também servem como exemplo para nós na sua adoração a Deus. Os serafins perante o trono de Deus vêem Deus em sua santidade e continuam a clamar: “Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos, a terra inteira está cheia da sua glória” (Is 6.3). João vê ao redor do trono de Deus um grande exército angelical: “Então olhei e ouvi a voz de muitos anjos, milhares de milhares e milhões de milhões. Eles rodeavam o trono, bem como os seres viventes e os anciãos, e cantavam em alta voz: ‘Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!”' (Ap 5.11,12).

Como os anjos encontram a sua mais alta alegria em louvar a Deus continuamente, não deveríamos também nos deleitar cada dia no cântico de louvor a Deus, considerando esse o mais alto e o mais digno uso de nosso tempo e nossa maior alegria?

 

4. Os anjos executam alguns dos planos de Deus.

 

A Escritura vê os anjos como servos de Deus que executam alguns de seus planos na terra. Eles trazem as mensagens de Deus às pessoas (Lc 1.11-19; At 8.26; 10.3-8,22; 27.23,24). Eles executam alguns dos juízos, trazendo pragas sobre Israel (2Sm 24.16,17), ferindo os líderes do exército assírio (2Cr 32.21), trazendo a morte ao rei Herodes porque ele não dera glória a Deus (At 12.23), ou derramando as taças da ira de Deus sobre a terra (Ap 16.1).

Quando Cristo retornar, os anjos virão com ele como um grande exército acompanhando o seu Rei e Senhor (Mt 16.27; Lc 9.26; 2Ts 1.7). Os anjos também patrulham a terra como representantes de Deus (Zc 1.10,11) e guerreiam contra as forças demoníacas (Dn l0.13;Ap 12.7,8). João,em sua visão, viu um anjo descendo do céu, e ele registra que o anjo “prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo, Satanás, e o acorrentou por mil anos” (Ap 20.2,3). Quando Cristo retornar, um arcanjo proclamará a sua vinda (lTs 4.16; cf.Ap 18.1,2,21; 19.17,18; etc.).

 

Gênesis Capitulo 23

Gênesis Capitulo 23

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CAPÍTULO 23


Sara morre e é sepultada na cova de Macpela, que Abraão comprou de Efrom, o heteu.


E foi a vida de Sara cento e vinte e sete anos; esses foram os anos da vida de Sara.

amorreu Sara em Quiriate-Arba, que é bHebrom, na terra de Canaã; e foi Abraão lamentar Sara e chorar por ela.

Depois se levantou Abraão de diante de sua morta, e falou aos filhos de Hete, dizendo:

Estrangeiro e peregrino sou entre vós; dai-me possessão de sepultura convosco, para que eu sepulte a minha amorta de diante da minha face.

E responderam os filhos de Hete a Abraão, dizendo-lhe:

Ouve-nos, meu senhor; príncipe de Deus és no meio de nós; enterra a tua morta na mais escolhida de nossas sepulturas; nenhum de nós te vedará a sua sepultura, para enterrar a tua morta.

Então se levantou Abraão, e inclinou-se diante do povo da terra, diante dos filhos de Hete.

E falou com eles, dizendo: Se é de vossa vontade que eu sepulte a minha morta de diante de minha face, ouvi-me e falai por mim a Efrom, filho de Zoar,

Que ele me dê a cova de aMacpela, que ele tem no fim do seu campo; que ma dê pelo devido preço em herança de sepulcro no meio de vós.

10 Ora, Efrom habitava no meio dos filhos de Hete; e respondeu Efrom, o heteu, a Abraão, aos ouvidos dos filhos de Hete, de todos os que entravam pela porta da sua cidade, dizendo:

11 Não, meu senhor, ouve-me: o campo te dou, também te dou a cova que nele está, diante dos olhos dos filhos do meu povo ta dou; sepulta a tua morta.

12 Então Abraão se inclinou diante da face do povo da terra,

13 E falou a Efrom, aos ouvidos do povo da terra, dizendo: Mas se tu estás de acordo, ouve-me, peço-te: O preço do campo darei; toma-o de mim, e sepultarei ali a minha morta.

14 E respondeu Efrom a Abraão, dizendo-lhe:

15 Meu senhor, ouve-me, a terra é de quatrocentos siclos de prata; que é isso entre mim e ti? Sepulta a tua morta.

16 E Abraão deu ouvidos a Efrom; e Abraão pesou a Efrom a prata de que tinha falado aos ouvidos dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata, corrente entre mercadores.

17 Assim o campo de aEfrom, que estava em Macpela, em frente de Manre, o campo e a cova que nele estava, e todo o arvoredo que no campo havia, que estava em todo o seu contorno ao redor,

18 Se confirmaram a Abraão em possessão diante dos olhos dos filhos de Hete, de todos os que entravam pela porta da sua cidade.

19 E depois Abraão sepultou sua mulher Sara na cova do campo de Macpela, em frente de Manre, que é Hebrom, na terra de Canaã.

20 Assim o campo e a cova, que nele estava, se confirmaram a Abraão em possessão de sepultura, pelos filhos de Hete.

sábado, 23 de outubro de 2021

Aulas que engajam: o poder das metodologias ativas e da tecnologia na educação


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Volta às Aulas 100% Presenciais e a Pandemia


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Gênesis Capitulo 25

Gênesis Capitulo 25

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CAPÍTULO 25


Abraão se casa novamente, tem descendência, morre e é sepultado na cova de Macpela — Sua descendência por meio de Ismael é enumerada — Rebeca concebe, e Jacó e Esaú lutam em seu ventre — O Senhor revela o destino deles a Rebeca — Esaú vende sua primogenitura por um guisado de lentilhas.


E Abraão tomou outra mulher; e o seu nome era Quetura;

E ela deu-lhe Zinrã, e Jocsã, e Medã, e aMidiã, e Jisbaque, e Suá.

E Jocsã gerou Sabá e Dedã; e os filhos de Dedã foram Assurim, e Letusim, e Leumim.

E os filhos de Midiã foram Efá, e Efer, e Enoque, e Abida, e Elda; estes todos foram filhos de Quetura.

Porém Abraão adeu tudo o que tinha a Isaque;

Mas aos filhos das aconcubinas que Abraão tinha, deu Abraão presentes e, vivendo ele ainda, despediu-os do seu filho Isaque, ao oriente, para a terra boriental.

Estes, pois, são os dias dos anos da vida de Abraão, que viveu cento e setenta e cinco anos.

E Abraão expirou e morreu em boa velhice, velho e farto de dias; e foi acongregado ao seu povo;

E sepultaram-no Isaque e Ismael, seus filhos, na cova de Macpela, no campo de Efrom, filho de Zoar, o heteu, que estava em frente de Manre,

10 O campo que Abraão acomprara dos filhos de Hete. Ali estão sepultados Abraão, e sua mulher Sara.

11 E aconteceu que, depois da morte de Abraão, Deus abençoou seu filho Isaque; e habitava Isaque junto ao poço Beer-Laai-Rói.

12 Estas, porém, são as gerações de aIsmael, filho de Abraão, que a serva de Sara, bAgar, a egípcia, deu a Abraão.

13 E estes são os nomes dos filhos de Ismael, pelos seus nomes, segundo as suas gerações: o primogênito de Ismael era Nebaiote, depois Quedar, e Adbeel, e Mibsão,

14 E Misma, e Dumá, e Massá,

15 Hadade, e Tema, Jetur, Nafis, e Quedemá.

16 Esses são os filhos de Ismael, e esses são os seus nomes pelas suas vilas e pelos seus castelos; adoze príncipes segundo as suas famílias.

17 E estes são os anos da vida de Ismael, cento e trinta e sete anos; e ele expirou, e morreu, e foi congregado ao seu povo.

18 E habitaram desde Havilá até Sur, que está em frente do aEgito, indo para a bAssíria; e ele se estabeleceu diante da face de todos os seus irmãos.

19 E estas são as agerações de Isaque, filho de Abraão; Abraão gerou Isaque;

20 E era Isaque da idade de quarenta anos, quando tomou por sua mulher aRebeca, filha de Betuel, arameu de bPadã-Arã, irmã de cLabão, o arameu.

21 E Isaque asuplicou ao Senhor por sua mulher, porquanto era estéril; e o Senhor bouviu as suas orações, e sua mulher Rebeca concebeu.

22 E os filhos lutavam dentro dela; então disse: Se assim é, por que estou eu assim? E foi perguntar ao Senhor.

23 E o Senhor lhe disse: aDuas nações  no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o bmaior servirá ao menor.

24 E cumprindo-se os seus dias para dar à luz, eis que havia gêmeos no seu ventre.

25 E o primeiro saiu ruivo, todo ele como um manto de apelos; por isso chamaram o seu nome Esaú.

26 E depois saiu o seu irmão, com sua mão agarrada ao acalcanhar de Esaú; por isso se chamou o seu nome bJacó. E era Isaque da idade de sessenta anos quando os gerou.

27 E cresceram os meninos, e Esaú foi homem perito ana caça, homem do campo; mas Jacó era homem bsimples, habitando em tendas.

28 E Isaque amava Esaú, porque a caça era de seu gosto, mas Rebeca amava Jacó.

29 E Jacó cozera um guisado; e veio Esaú do campo, e estava ele cansado;

30 E disse Esaú a Jacó: Deixa-me, peço-te, comer desse guisado vermelho, porque estou cansado. Por isso se chamou o seu nome aEdom.

31 Então disse Jacó: Vende-me hoje a tua aprimogenitura.

32 E disse Esaú: Eis que estou a ponto de morrer, e para que me servirá a primogenitura?

33 Então disse Jacó: Jura-me hoje. E jurou-lhe e vendeu a sua primogenitura a Jacó.

34 E Jacó deu pão a Esaú e o guisado das lentilhas; e ele comeu, e bebeu, e levantou-se, e foi-se. Assim, desprezou aEsaú a sua primogenitura.

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