Sociedade Bíblica do Brasil

Escola Bíblica Discipuladora - 4º Trimestre 2018 - Lição Nr 03

Canal Luisa Criativa

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Antroposofia e Cristianismo

Antroposofia e Cristianismo
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– “O que é a Antroposofia e em que se distancia do Catolicismo?” (M.A.P.M. – Piracicaba-SP).
A) A Antroposofia constitui uma Escola filosófica fundada por Rudolf Steiner (1861-1925). Este pensador até 1913 era o chefe da seção alemã da Sociedade Teosófica, então recém-fundada. Desentendeu-se, porém, com a Presidente desta, a Sra. Annie Besant, por causa das pretensões que Madame Besant nutria, de apresentar ao mundo o novo Messias na pessoa de um jovem hindu, Krishnamurti, o qual já estaria na sua trigésima encarnação… Steiner, julgando que Madame Besant abusava da credulidade de seus discípulos, resolveu separar-se da Sociedade Teosófica para ensinar uma Teosofia remodelada, à qual foi dado o nome de Antroposofia.
B) Quais as principais doutrinas desta Escola?
O termo “sofia” (“sabedoria”, em grego) indica tratar-se de “conhecimentos sapienciais”, isto é, adquiridos não propriamente pela experiência dos sentidos e pelo raciocínio da inteligência (de que se serve, por exemplo, a Teologia), mas sim por uma intuição superior mística, devida a faculdades especialmente apuradas de certos indivíduos. A fonte dessa sabedoria seriam tradições ocultas, oriundas da Atlântida (famoso continente que teria desaparecido) ou de arquivos e bibliotecas antiquíssimas e pertencentes ao Egito e ao Oriente. Essa sabedoria primordial haveria deixado de ser patrimônio comum dos povos, que em seu lugar foram criando as diversas formas de religião hoje conhecidas, todas inferiores à explicação do mundo dada pelas concepções antigas… Ora, a Teosofia, recorrendo no século XIX aos Mestres (Mahatmas) da Ìndia, do Tibet, da Caldeia, do Egito, propunha-se cultivar de novo essa sabedoria primordial, fazendo convergir a sua atenção para Deus (Theós); Steiner, ao separar-se do teosofismo, não abandonou grandes teses doutrinárias deste, mas preferiu explorar o que na ideologia primordial dizia respeito ao homem (donde Antroposofia, de “anthropos”, “homem”).

Steiner julgava que a Teosofia fazia perder ao homem um pouco de seu equilíbrio e o desviava dos respectivos deveres sociais; a Teosofia incutiria uma atitude passiva, prometendo a intervenção de misterioso poder do alto. Por isto, o fundador do antroposofismo quis despertar nos seus discípulos o amor de um método, de uma disciplina imposta às faculdades superiores do homem, a fim de ampliar o raio de alcance do espírito. As teses, porém, que Steiner ensinava como resultantes dessa disciplina, são em grande parte as mesmas que as da Teosofia, a saber:
1) O Panteísmo ou monismo: Deus seria a única realidade existente, da qual o mundo, espiritual e material, se originou por emanação; a substância divina seria impessoal, neutra, sempre em via de evolução no decorrer da História; em cada indivíduo humano ela estaria paulatinamente tomando consciência de si mesma, até chegar à plenitude ou à perfeição: o homem é destarte uma manifestação de Deus, manifestação identificada com a Divindade.

Fontes de referência, estudos e pesquisa: http://www.veritatis.com.br/antroposofia-e-cristianismo/


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