Mensagens de Bom Dia com Deus - Good morning messages with God - ¡Mensajes de buenos días con Dios

Bom Dia com Deus

Canal Luisa Criativa

Escola Bíblica

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Atos Capítulo 10

  Atos Capítulo 10


CAPÍTULO 10


Um anjo ministra a Cornélio — Pedro, em uma visão, recebe o mandamento de levar o evangelho aos gentios — O evangelho é ensinado por testemunhas — O Espírito Santo desce sobre os gentios.


E havia em Cesareia um certo homem por nome Cornélio, centurião da acoorte chamada italiana,

Piedoso e temente a Deus, com toda a sua casa, o qual fazia muitas aesmolas ao povo, e continuamente orava a Deus.

Este, quase à hora nona do dia, viu claramente em avisão um banjo de Deus, que se dirigia para ele e dizia: Cornélio!

E este, fixando os olhos nele, e muito atemorizado, disse: Que é, Senhor? E disse-lhe: As tuas orações e as tuas esmolas têm subido para memória diante de Deus;

Agora, pois, envia homens a Jope, e manda chamar Simão, que tem por sobrenome Pedro.

Este está hospedado na casa de um certo Simão, curtidor, que tem a sua casa junto do mar. Ele te dirá o que deves fazer.

E quando o anjo que lhe falava partiu, chamou dois dos seus criados, e um piedoso soldado dos que estavam a seu serviço.

E havendo-lhes contado tudo, os enviou a Jope.

E no dia seguinte, seguindo eles seu caminho, e chegando perto da cidade, subiu Pedro ao terraço para orar, quase à hora sexta.

10 E tendo fome, quis comer; e enquanto lho preparavam, sobreveio-lhe um aarrebatamento de sentidos;

11 E viu o acéu aberto, e que para ele descia um certo vaso, como um grande lençol atado pelas quatro pontas, e que era baixado para a terra,

12 No qual havia de todos os animais quadrúpedes da terra, e feras, e répteis, e aves do céu.

13 E foi-lhe dirigida uma voz: Levanta-te, Pedro; mata e come.

14 Porém Pedro disse: De modo nenhum, Senhor, porque nunca comi coisa alguma comum nem aimunda.

15 E uma segunda vez lhe disse a voz: Não faças tu comum ao que Deus purificou.

16 E aconteceu isso por três vezes; e o vaso foi recolhido para o céu.

17 E enquanto Pedro estava perplexo consigo mesmo sobre o que seria aquela visão que tinha visto, eis que os homens que foram enviados por Cornélio pararam à porta, perguntando pela casa de Simão.

18 E chamando, perguntaram se Simão, que tinha por sobrenome Pedro, estava hospedado ali.

19 E pensando Pedro naquela visão, disse-lhe o aEspírito: Eis que três homens te buscam.

20 Levanta-te, pois, e desce, e vai com eles, não duvidando; porque eu os enviei.

21 E Pedro, descendo para junto dos homens que lhe foram enviados por Cornélio, disse: Eis que sou eu a quem procurais; qual é a causa porque estais aqui?

22 E eles disseram: Cornélio, o centurião, homem justo e temente a Deus, e que tem bom testemunho de toda a nação dos judeus, foi aavisado por um santo anjo para que mandasse chamar-te à sua casa, e ouvisse as tuas palavras.

23 Então, chamando-os para dentro, os recebeu em casa. Porém no dia seguinte foi Pedro com eles, e foram com ele alguns irmãos de Jope.

24 E no dia seguinte chegaram a Cesareia. E Cornélio os estava esperando, tendo  convidado seus parentes e amigos mais íntimos.

25 E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio para recebê-lo, e prostrando-se a seus pés, o adorou.

26 Porém Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, eu mesmo também sou ahomem.

27 E falando com ele, entrou, e achou muitos que ali se haviam reunido.

28 E disse-lhes: Vós bem sabeis como não é lícito a um homem judeu juntar-se ou achegar-se a estrangeiros; mas Deus mostrou-me que a nenhum homem chame acomum ou imundo;

29 Pelo que, sendo chamado, vim asem contradizer. Pergunto, pois: Por que razão mandastes chamar-me?

30 E disse Cornélio: Há quatro dias estava eu em ajejum até esta hora; e orava em minha casa à hora nona, e eis que diante de mim se apresentou um bhomem com vestes resplandecentes,

31 E disse: Cornélio, a tua oração foi ouvida, e as tuas esmolas estão em memória diante de Deus.

32 Envia, pois, alguém a Jope, e manda chamar Simão, o que tem por sobrenome Pedro; este está hospedado na casa de Simão, o curtidor, junto do mar; e ele, vindo, te falará.

33 Assim que logo mandei chamar-te; e bem fizeste em vir. Agora, pois, estamos todos presentes diante de Deus, para ouvir tudo quanto por Deus te é mandado.

34 E Pedro, abrindo a boca, disse: Reconheço, em verdade, que Deus não afaz acepção de pessoas;

35 Mas que é aceito por ele aquele que, em qualquer anação, o bteme e faz o que é cjusto.

36 apalavra que ele enviou aos filhos de Israel, anunciando a paz por Jesus Cristo (este é o Senhor de todos),

37 Essa palavra, vós bem sabeis, veio por toda a Judeia, começando desde a Galileia, depois do batismo que João pregou,

38 Acerca de Jesus de Nazaré, como Deus o aungiu com o bEspírito Santo e com poder; o qual andou fazendo o bem, e curando todos os oprimidos do diabo, porque cDeus era com ele.

39 E nós somos atestemunhas de todas as coisas que fez, tanto na terra da Judeia como em Jerusalém; ao qual mataram, pendurando-o num madeiro.

40 A este aressuscitou Deus ao terceiro dia, e fez que fosse bmanifesto,

41 aNão a todo o povo, mas às testemunhas que Deus antes ordenara; a nós, que comemos e bebemos juntamente com ele, depois que ressuscitou dos mortos.

42 E mandou-nos apregar ao povo, e testificar que ele é aquele que por Deus foi bconstituído cjuiz dos vivos e dos mortos.

43 Dele dão testemunho todos os aprofetas, de que pelo seu bnome todos os que nele ccrerem receberão o dperdão dos pecados.

44 E dizendo Pedro ainda essas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra.

45 E os fiéis aque eram da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que sobre os bgentios se derramasse também o cdom do Espírito Santo.

46 Porque os ouviam falar em alínguas, e magnificar a Deus.

47 Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós o aEspírito Santo?

48 E mandou que fossem abatizados em nome do Senhor. Então rogaram-lhe que ficasse com eles por alguns dias.

SEIS MIL ANOS DE PÃO: QUAL SUA IMPORTÂNCIA PARA A HUMANIDADE?

SEIS MIL ANOS DE PÃO: QUAL SUA IMPORTÂNCIA PARA A HUMANIDADE?


Vítima da fome, Heinrich Eduard Jacob fez um retrato apurado de um dos principais alimentos da história da Humanidade - conheça passo a passo da evolução do pão e suas influências.

Pão e seus ingredientes
Pixabay

Há três mil anos, numa província egípcia próxima de Tebas, um grupo de operários trabalhava sob o sol forte em obras ordenadas pelo faraó Ramsés IX. Ao fim da jornada, aliviados e ansiosos, os trabalhadores esperam o salário pelo dia de labuta: três pães e duas canecas de cerveja. Mas a ração naquela tarde chegou diferente: gordura no lugar da mistura assada de farinha, água, sal e um pouco de fermento. Não deu outra: na manhã seguinte, recusaram-se a sair de casa. No registro do livro de pagamentos, a prova de uma das primeiras greves da História.
Um mês depois, a ração mais uma vez veio incompleta e os operários voltaram a cruzar os braços. Os grevistas foram protestar na capital, até serem atendidos, por ordem direta do governador. A falta de pão pode ter um duro efeito sobre qualquer patrão ou Estado - e, como se vê, há bastante tempo. Desde que ganhou espaço na dieta das famílias com base na receita inventada no Egito, por volta de 4000 a.C. Em Seis Mil Anos de Pão - A Civilização Humana através de Seu Principal Alimento, o escritor e historiador Heinrich Eduard Jacob revela a saga do pão de trigo, marcada por poucas mesas fartas e muitos períodos de fome e guerras.

PÃO


Egípcios cultivando e produzindo pão Wikimedia Commons

O intelectual judeu alemão, autor de 29 livros, sobrevivente da Primeira Guerra e perseguido pelo nazismo, foi preso em Viena, em março de 1938, e teve seus bens confiscados. Ficou cativo no campo de concentração de Dachau, na Alemanha, até que um tio americano conseguisse libertá-lo, em 1939. Refugiou-se primeiro na Inglaterra e depois obteve asilo nos Estados Unidos. Lá escreveu Seis Mil Anos de Pão, publicado originalmente em 1944. Gravuras do antigo Egito são os rastros primordiais do pão. Os agricultores das margens férteis do Nilo conseguiram cultivar o trigo em safras regulares. Eles perceberam que, além de uma papa, o cereal fornecia uma massa que, levada ao forno, resultava num alimento saboroso e nutritivo. "Os cereais foram domesticados pelo homem no Egito e na Mesopotâmia na mesma época", afirma Pedro Paulo Funari, professor de arqueologia e história antiga da Unicamp, conhecedor da obra de Jacob. De acordo com o livro, o processo de levedura da massa, a fermentação, tardou algum tempo para ser dominado. Os egípcios perceberam que, se deixassem a massa "descansar" antes de assá-la, isso a fazia crescer e, se parte dela fosse acrescentada a outra massa, ela a faria crescer mais. "Tão logo isso aconteceu, os egípcios passaram a comer o pão assado com frutas como figos e tâmaras e, mais tarde, com azeite ou azeitonas, quando estabeleceram contatos com outros povos do Mediterrâneo, como os gregos", diz Funari.

"Não foi preciso muito tempo para que houvesse 50 variedades de pão. Assado, ele não tinha semelhança com nenhum dos ingredientes", escreve Jacob.
Até o fim do Novo Império (de 1550 a 1070 a.C.), os egípcios viviam quase isolados entre os desertos da Líbia, do Sinai e da Núbia (no atual Sudão). Nessa época, o pão já tinha o status de moeda. Esse isolamento foi rompido com as invasões dos hicsos, um povo de origem semita, e pelas guerras com os hititas (que habitavam a região da Turquia), o que gerou uma nova dinâmica para a cultura do trigo.

ROTA

Os egípcios passaram a exportar seu excedente de produção para outros povos do Mediterrâneo pelas mãos de comerciantes fenícios. Foi dessa forma que os gregos (e toda a Europa, em seguida) conheceram o trigo e a arte de fermentar o pão.
Antes disso, os gregos comiam uma espécie de broa de cevada e uma bolacha de centeio. A chegada do trigo reservou ao cereal importado um papel de destaque em cerimônias ao culto de Deméter, "a mãe que faz crescer o povo" e de Dionísio, incorporado pelos romanos como Baco: o casamento perfeito entre pão e vinho.
Os judeus, sobretudo, atribuíram um significado sagrado a esse alimento - a Páscoa judaica tem raízes na comemoração da saída do Egito. No capítulo 13 do Êxodo, Moisés diz: "Recordai-vos deste dia em que saístes do Egito, da casa de servidão. Não se comerá pão fermentado. (...) Durante sete dias comer-se-ão pães ázimos, e no sétimo dia haverá uma festa em honra ao Senhor". Ele também proibiu que, nesse período, eles mantivessem em casa qualquer produto fermentado.
Historiadores interpretam a ordem para consumir o pão ázimo (sem fermento) como uma forma de diferenciação do pão egípcio. Jacob, porém, oferece outra hipótese e cita o mesmo costume de diversos povos nas oferendas às divindades. Ele lembra, por exemplo, que os sacerdotes de Júpiter, o deus supremo para os romanos, eram proibidos de usar farinam fermento imbutam, ou seja, farinha embebida em fermento,
O que civilizações tão diferentes tinham em comum? Consideravam o fermento "algo podre" e "impuro" para agradar aos deuses. O hábito de tornar alimentos sagrados era comum a vários povos da Antiguidade. Mais de mil anos depois da saída de Moisés do Egito, quando os judeus passavam fome para atender aos tributos romanos, Jesus Cristo repartiu o pão da Páscoa (em 27 d.C.) e o consagrou para bilhões de seguidores no futuro. Distribuiu os pedaços aos apóstolos como o "pão da vida", a transformação do alimento em sua própria carne.

PÃO E CIRCO

Coliseu, Roma. Local onde aconteciam as disputas. Pão e circo. Wikimedia Commons

"Foi nesse mundo do Império Romano que apareceu Jesus Cristo. Era um mundo de carência, de verdadeira fome, um mundo em que especuladores retinham os cereais e no qual o Estado e o imperador se serviam do pão para fins políticos, dando alimento a quem apoiasse o seu poder", diz o autor, referindo-se ainda à prática dos governantes de oferecer trigo e diversão, como as disputas entre gladiadores. Para alimentar a plebe, sucessivos dirigentes canalizaram todo o trigo do Egito e das províncias para Roma, deixando a população mediterrânea sem pão.
Os romanos herdaram dos gregos o gosto pelo pão e a adoração a Deméter, batizada como Ceres e incluída nos mistérios de Elêusis, único culto que concorria seriamente com o cristianismo nascente da época. Tão importantes que eram no cotidiano romano, o pão e o azeite tinham preço e estoque controlados pelo Estado. Entre tipos e formatos variados, como o panis testuatius, cozido num vaso de barro, o pão de Parta era considerado uma especialidade leve - a massa era deixada dentro da água durante muito tempo e só depois cozida. Registros apontam que, em 72 a.C., 40 mil romanos recebiam o cereal gratuitamente do Estado. Com Júlio César, esse número passou para 200 mil e seguiu crescendo. Mas toda essa estrutura ruiu entre os séculos 3 e 4, quando as províncias não puderam mais suportar o peso de Roma e sua estrutura corrupta e inflacionada. E os invasores bárbaros trouxeram um novo gosto alimentar: sopas de legumes, aveia e centeio, que levaram a civilização ocidental para a Idade Média do sabor. À época, boa parte da população adulta era desdentada e a sopa vinha bem a calhar.
Jacob afirma que, por cerca de mil anos, até quase o fim do medievo, os europeus comeram mal. Nas crises de abastecimento, até cascas de árvore eram misturadas a grãos de trigo nas moendas do cereal. A partir daí, o historiador conta como a humanidade teve de se virar em diferentes partes do planeta para alimentar a população. O milho e a batata encontradas na América pelos colonizadores se espalharam para a Europa, a China e a Arábia. Mas, segundo Jacob, a preferência pelo trigo parecia imbatível. "O pão era rico em calorias: 2,4 mil calorias por quilo." Além disso, era um alimento barato.
O livro é um clássico não apenas sobre o trigo mas também sobre a agricultura e as técnicas de produção e conservação de alimentos - essenciais ao avanço das civilizações. E, claro, cita a importância de exércitos bem alimentados em todas as guerras. Napoleão, por exemplo, alimentava suas tropas com "um pão fabricado com duas partes de trigo e uma de centeio", enquanto o restante da população francesa comia uma mistura de farelo de trigo que não matava a fome. Na Revolução Francesa, durante períodos de escassez do cereal, as mulheres foram ao Palácio de Versalhes e à Convenção de Paris exigir das autoridades o essencial. Conseguiram, em 1793, fazer valer uma lei (mesmo que por pouco tempo) que distribuía o pão gratuitamente. Só assim diminuíram os gritos nas ruas: "Queremos pão!" O mesmo apelo dos grevistas egípcios e de qualquer família (faminta ou não) até hoje.



Fonte de referência, estudo e pesquisa:





domingo, 12 de setembro de 2021

A Guerra Fria - Continuação

A Guerra Fria - Continuação



O Fim da Guerra Fria: 1980-1991

A década de 1980 marcou o que muitos autores chamam de “Nova Guerra Fria”. No período, mereceu destaque a exacerbação anticomunista do novo presidente norte-americano, Ronald Reagan, estabelecendo-se um retorno ao Realismo nas relações internacionais (em substituição ao Idealismo de Jimmy Carter). As concessões unilaterais efetuadas pelo governo Carter foram substituídas por uma política de confrontação diplomática e de endurecimento econômico, com bloqueio econômico e tecnológico aos países do sistema soviético.

O aumento das despesas militares resultou em acúmulo de déficits orçamentários para ambos os lados. No entanto, os EUA possuíam uma clara vantagem nesse processo: os estadunidenses podiam financiar sua dívida pública por meio de emissão de uma moeda que era o principal meio de reserva internacional ou pela colocação de títulos do Tesouro dos EUA no mercado – mecanismos impossíveis de serem utilizados pela URSS, dada a sua tradicional separação da economia mundial. Assim, segundo Paulo Roberto de Almeida, o ocaso final do modo de produção socialista teve início quando os EUA adotaram o programa armamentista conhecido como Guerra nas Estrelas, forçando a URSS a tentar reproduzir o “keynesianismo militar” do governo Reagan, que se revelava oneroso demais.

No final da década de 1980, o mundo veria o bloco socialista desmoronar, em um processo intensificado a partir das reformas do novo líder soviético, Mikhail Gorbatchev, que chegou ao poder em 1985. Em alguns meses, o sistema socialista desapareceria da Europa Oriental, escapando das mãos soviéticas sem que Moscou tivesse como impedir o processo. O assunto será tratado na Unidade seguinte.

O Mapa 31 mostra o colapso do bloco socialista, com as novas fronteiras europeias ao final do século XX. 


Mapa 31: O Colapso do Bloco Socialista (1987-1990)



Do ponto de vista econômico, a década de 1980 testemunhou amplo processo de conversão das economias planejadas em economias de mercado: reformas econômicas introduzidas na República Popular da China pela equipe de Deng Xiao-Ping; liberalização do regime soviético a partir de 1985, com a adoção da Perestroika por Gorbatchev, que alcançou o Vietnã a partir de 1986, espalhou-se pela Europa Oriental a partir da queda do Muro de Berlim, em 1989, e culminou na conversão para a economia de mercado de praticamente todas as ex-repúblicas socialistas que apareceram após a desintegração da URSS, concluída em 1991. Do período que vai de1917 a 1991, algo ficou claro para o mundo: o capitalismo mostrava-se muito mais adaptável ao Sistema Internacional do que o socialismo.

Smart 07
Há muitos sítios interessantes sobre a Guerra Fria. Veja, por exemplo o da TV Cultura que reserva um espaço interessante com textos sobre a Guerra Fria. Confira também o da Educaterra, que traz no História por Voltaire Schilling, o texto: Os Estados Unidos e o início da Guerra Fria (1945-49).



O cinema procurou explorar a temática da Guerra Fria em vários filmes interessantes.
Destacamos um filme-catástrofe de 1983, O Dia Seguinte, de Nicholas Meyer. Trata da
vida de estadunidenses após o desencadeamento da guerra nuclear contra a URSS e a
destruição causada pelas Superpotências. As cenas são fortes, sobretudo as que mostram
os efeitos da radiação sobre as pessoas, e marcou uma posição de parte da opinião
pública dos EUA contrária à corrida nuclear.
Recentemente foi produzido mais um filme retratando esse período conturbado da
relação entre as Superpotências nos anos 60, K-19: The Widowmaker, dirigido
por Kathryn Bigelow, com elenco principal formado Harrison Ford e Liam Neeson. A
história é um thriller de conspiração de guerra baseada em fatos reais, envolvendo
um acidente com o submarino nuclear russo “K-19”, em 1961, que poderia ter
causado um conflito internacional de grandes proporções, culminando até numa
guerra atômica. Esse acontecimento real foi ocultado por vinte e oito anos pelos
russos. Os marinheiros envolvidos na operação foram afastados de suas funções e
proibidos de revelar a história, até que finalmente os fatos vieram à tona após o fim
da União Soviética.






Uma sugestão de leitura é Construtores da Estratégia Moderna, de Peter Paret, editado
pela Biblioteca do Exército. Outras obras interessantes podem ser encontradas no sítio
dessa editora.

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O Evangelho de Jesus Cristo, alçando o Mundo!