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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Vaidade prejudicial...


Palavras do pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém. 

Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.

Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?

Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.

Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu.  Eclesiastes 1, 1-5

Todos somos movidos pela vaidade natural do ser humano, nos empenhamos em garantir uma boa imagem, e as vezes deixamos o nosso crescimento moral de lado, quando na verdade o maior bem que possuímos é o nosso crescimento moral, como dito na Bíblia Sagrada, buscai primeiro o reino dos céus, através do seguimento da palavra de Deus. Precisamos buscar tratar a vaidade desde de sua raiz para que tenhamos ela só para benefício próprio, sem prejudicar os outros vaidade natural sem inveja... 


Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O Que o futuro dirá sobre nós?


Há algumas décadas adquiriu notoriedade nos Estados Unidos e na Europa um campo de estudos denominado “futurologia”. Seu objetivo era fazer projeções, tão científicas quanto possível, da evolução das diferentes áreas da sociedade e do mundo, principalmente em termos globais, nas décadas seguintes. O não cumprimento de algumas previsões, especialmente as mais catastróficas, levou ao descrédito dos futurologistas. A história recente tem demonstrado a dificuldade de se fazer tais previsões.

No final do século 20, com o declínio do comunismo e a derrocada da União Soviética, acreditava-se que o século seguinte seria menos conflituoso. Pois bem, já no primeiro ano do século 21 os atentados de 11 de setembro puseram um fim repentino e cruel a essas expectativas otimistas. Mas, e se fizermos o contrário: imaginar como o mundo futuro verá o nosso tempo? Aí não se trata de fazer especulações, mas de considerar fatos concretos, que estão em curso exatamente agora. Assim como, quando olhamos para o passado, emitimos um juízo sobre o mesmo e nos perguntamos por que as pessoas permitiram que certas coisas acontecessem, é lícito indagar como as próximas gerações irão avaliar os dias atuais e que perguntas farão sobre os mesmos.

Comecemos pensando em termos globais. O mundo do início do século 21 apresenta diversas contribuições positivas, principalmente os extraordinários avanços científicos e tecnológicos nas áreas da informática, comunicações, medicina e tantas outras. Apesar dos percalços, a democracia tem resistido em muitos países e a ênfase nos direitos humanos e de minorias tem se ampliado. No entanto, desde uma perspectiva global, o mundo está melhor? A vida está mais humana? Há indícios graves de que não. Apesar da atual ênfase no multiculturalismo, o nosso tempo está testemunhando o recrudescimento de ódios étnicos, religiosos e raciais como há muito não se via. A despeito de certos benefícios da globalização, está se aprofundando o fosso entre nações ricas e pobres. Uma única doença, a AIDS, tem matado mais pessoas, especialmente na África, do que muitas epidemias medievais. Outro aspecto alarmante do nosso tempo é a questão ecológica, a degradação crescente do meio-ambiente associada à superpopulação, poluição, desertificação e diminuição dos recursos hídricos.

O maior problema de todos é político: a incapacidade demonstrada pelas nações mais prósperas de gerar relações internacionais estáveis e harmoniosas, como fica evidente na guerra do Iraque e outros conflitos que podiam ser evitados. Certamente, daqui a muitos anos, as pessoas irão lamentar que os líderes do início do século 21 não tenham sido mais íntegros, corajosos e sábios nas suas decisões e iniciativas.Mas voltemos os olhos para uma realidade mais próxima. O Brasil certamente tem experimentado avanços localizados em alguns setores e existem ilhas de prosperidade em várias regiões. Porém, o país como um todo continua a lutar de maneira inglória contra o legado tremendamente negativo da sua formação histórica. Exatamente agora, estamos perdendo um dos seus recursos nacionais mais valiosos, a floresta amazônica, cuja devastação segue em ritmo acelerado e praticamente irreversível, sob os olhares complacentes das autoridades e da sociedade. As futuras gerações só irão conhecer resquícios do que foi um dia o maior patrimônio biológico do planeta. No entanto, pior que a destruição da floresta tem sido a devastação humana.

Apesar de todos os progressos, os índices sociais do Brasil estão entre os piores do mundo, com muita miséria, exclusão, violência, desemprego, falta de acesso à educação e à saúde, deplorável distribuição de renda.As autoridades insistem que o problema é principalmente econômico. Mantendo-se a inflação sob controle, aumentando as taxas de crescimento, elevando a renda per capita, ampliando o superávit da balança comercial e controlando a dívida externa, seremos um país próspero. Grande equívoco. O maior problema do Brasil não é econômico, e sim cultural, de mentalidade. Mesmo que a economia se fortaleça e muitas pessoas passem a viver melhor, se a cabeça continuar a mesma, o corporativismo, a corrupção, o individualismo e a ética da esperteza vão impedir que se usufruam todos os frutos do progresso. As gerações futuras irão emitir juízos severos sobre a sociedade atual, que tolera tantas injustiças e distorções, sobre os líderes do presente, que não têm sabido transformar o seu discurso e as suas promessas em conquistas efetivas.

O Brasil precisa de educação – educação para a vida comunitária, para a cidadania responsável, para o respeito à lei e à ordem, para o refreamento das ambições pessoais em benefício do interesse coletivo. Essa educação no sentido mais profundo – uma grande mudança de mentalidade e a criação de um novo sistema de valores – leva tempo, exige um enorme investimento e acima de tudo requer liderança. No entanto, quando olhamos para os formadores de opinião, para os transformadores da cultura, para aqueles que mais influenciam a juventude, o que vemos? O que os nossos políticos, intelectuais, artistas, esportistas, comunicadores e líderes religiosos têm ensinado com sua vida, palavras e conduta às novas gerações que estão se formando?Esta avaliação pode parecer excessivamente crítica e reducionista. Afinal de contas, alguém dirá, também há tanta coisa boa acontecendo.

O que não podemos nos permitir é aquela atitude típica de nossa cultura de reclamar dos problemas e depois esquecê-los, a passividade e o fatalismo que dizem: “O que se pode fazer? As coisas são sempre assim”. Precisamos adquirir a capacidade de nos indignarmos com as realidades negativas do nosso tempo de maneira séria e inteligente, não meramente passional, dando passos para alcançar soluções concretas e duradouras.

E isso começa conosco, com cada um de nós, em especial com aqueles que estão em posições de influência, como os administradores e os educadores. Busquemos mudar os nossos corações e mentes, imbuí-los de atitudes e valores corretos e construtivos, contagiando positivamente os que nos cercam. Caso contrário, o julgamento da história não nos será favorável.

O Tempo de Deus e o Tempo do Homem...

O Tempo de Deus e o Tempo do Homem - A grande diferença!
No Capítulo 3 do Livro de Eclesiastes o Autor (Rei Salomão filho do Rei Davi) devidamente inspirado por Deus relata absolutamente de forma explicita a grande diferença que há no Tempo de Deus e no Tempo do Homem, o tempo do homem é atribulado e o homem tem ansiedade em solucionar problemas, o homem tem pressa em adquirir riquezas, tem pressa em adquirir conhecimento e sabedoria, sendo que todas estas coisas só serão concretizadas e realizadas se forem colocadas na presença de Deus é preciso que tenhamos a verdadeira confiança no agir de Deus, conforme o Salmos 37:5 "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele,e ele tudo fará." O tempo do homem vem acompanhado de inúmeras tribulações e doenças físicas e mentais as quais são causadas pelo próprio homem a si mesmo e a outrem. Vemos milhares de pessoas com depressão, câncer, problemas de coração e uma série de outras enfermidades que acometem o homem pela sua ansiedade (pressa) natural do ser humano, também a questão da busca do corpo perfeito e sarado que temos visto e ouvido falar na mídia pessoas deteriorando e mutilando seus corpos ou ainda se matando, é a verdadeira pressa e necessidade  desnecessária de se tornarem mais bonitos ou parecidos com alguém famoso,  pela ansiedade e pressa de ter fama. O tempo de Deus tem ainda a maravilhosa diferença natural do tempo do homem, o tempo de nascer, crescer, viver, envelhecer e consequentemente morrer. Deus o dono e criador de tudo deu ao homem a ciência e a consciência para serem utilizadas de maneira correta e no tempo certo, Deus ensinou e ensina ao homem a lutar pela sua própria vida para preservação da raça humana a Sua maior e melhor criação pois fomos feitos a sua imagem e semelhança, você que está lendo este artigo notou que está sendo comentado o homem de uma forma genérica ou seja refere-se ao homem e a mulher às duas maiores criação que Deus criou pois deu-lhes a sabedoria, conhecimento e o discernimento nenhum outro animal é racional somente o homem, reflita sobre isto e coloque o tempo de Deus em sua vida, quando o salmista diz "entrega o teu caminho" ele está se referindo a sua vida toda; e tudo o que a de vir pois Deus em seu tempo lhe conhece desde antes do nascimento, Deus sabe do teu presente e principalmente sabe e conhece o teu futuro.


Veja o que diz o texto de Eclesiastes 3 a respeito do tempo, e principalmente não esqueça Deus é o Senhor do Tempo:

1 Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
2 Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
3 Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
4 Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
5 Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
6 Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
7 Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
8 Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
9 Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha?
10 Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar.
11 ¶ Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs o mundo no coração do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim.
12 Já tenho entendido que não há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida;
13 E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus.
14 Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele.
15 O que é, já foi; e o que há de ser, também já foi; e Deus pede conta do que passou.
16 ¶ Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniqüidade.
17 Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra.
18 Disse eu no meu coração, quanto a condição dos filhos dos homens, que Deus os provaria, para que assim pudessem ver que são em si mesmos como os animais.
19 Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade.
20 Todos vão para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó.
21 Quem sabe que o fôlego do homem vai para cima, e que o fôlego dos animais vai para baixo da terra?
22 Assim que tenho visto que não há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua porção; pois quem o fará voltar para ver o que será depois dele?



Deus abençoe sua vida e o seu tempo!

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