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domingo, 17 de maio de 2020

Números Capítulo 03

Números Capítulo 03



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1 E estas são as gerações de Arão e de Moisés, no dia em que o SENHOR falou com Moisés, no monte Sinai.
2 E estes são os nomes dos filhos de Arão: o primogênito Nadabe; depois Abiú, Eleazar e Itamar.
3 Estes são os nomes dos filhos de Arão, dos sacerdotes ungidos, cujas mãos foram consagradas para administrar o sacerdócio.
4 Mas Nadabe e Abiú morreram perante o Senhor, quando ofereceram fogo estranho perante o Senhor no deserto de Sinai, e não tiveram filhos; porém Eleazar e Itamar administraram o sacerdócio diante de Arão, seu pai.
5 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
6 Faze chegar a tribo de Levi, e põe-na diante de Arão, o sacerdote, para que o sirvam,
7 E tenham cuidado da sua guarda, e da guarda de toda a congregação, diante da tenda da congregação, para administrar o ministério do tabernáculo.
8 E tenham cuidado de todos os utensílios da tenda da congregação, e da guarda dos filhos de Israel, para administrar o ministério do tabernáculo.
9 Darás, pois, os levitas a Arão e a seus filhos; dentre os filhos de Israel lhes são dados em dádiva.
10 Mas a Arão e a seus filhos ordenarás que guardem o seu sacerdócio, e o estranho que se chegar morrerá.
11 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
12 E eu, eis que tenho tomado os levitas do meio dos filhos de Israel, em lugar de todo o primogênito, que abre a madre, entre os filhos de Israel; e os levitas serão meus.
13 Porque todo o primogênito é meu; desde o dia em que tenho ferido a todo o primogênito na terra do Egito, santifiquei para mim todo o primogênito em Israel, desde o homem até ao animal: meus serão; Eu sou o Senhor.
14 E falou o Senhor a Moisés no deserto de Sinai, dizendo:
15 Conta os filhos de Levi, segundo a casa de seus pais, pelas suas famílias; contarás a todo o homem da idade de um mês para cima.
16 E Moisés os contou conforme ao mandado do Senhor, como lhe foi ordenado.
17 Estes, pois, foram os filhos de Levi pelos seus nomes: Gérson, e Coate e Merari.
18 E estes são os nomes dos filhos de Gérson pelas suas famílias: Libni e Simei.
19 E os filhos de Coate pelas suas famílias: Amrão, e Izar, Hebrom e Uziel.
20 E os filhos de Merari pelas suas famílias: Mali e Musi; estas são as famílias dos levitas, segundo a casa de seus pais.
21 De Gérson é a família dos libnitas e a família dos simeítas; estas são as famílias dos gersonitas.
22 Os que deles foram contados pelo número de todo o homem da idade de um mês para cima, sim, os que deles foram contados eram sete mil e quinhentos.
23 As famílias dos gersonitas armarão as suas tendas atrás do tabernáculo, ao ocidente.
24 E o príncipe da casa paterna dos gersonitas será Eliasafe, filho de Lael.
25 E os filhos de Gérson terão a seu cargo, na tenda da congregação, o tabernáculo, a tenda, a sua coberta, e o véu da porta da tenda da congregação.
26 E as cortinas do pátio, e o pavilhão da porta do pátio, que estão junto ao tabernáculo e junto ao altar, em redor; como também as suas cordas para todo o seu serviço.
27 E de Coate é a família dos amramitas, e a família dos jizaritas, e a família dos hebronitas, e a família dos uzielitas; estas são as famílias dos coatitas.
28 Pelo número contado de todo o homem da idade de um mês para cima, eram oito mil e seiscentos, que tinham cuidado da guarda do santuário.
29 As famílias dos filhos de Coate armarão as suas tendas ao lado do tabernáculo, do lado do sul.
30 E o príncipe da casa paterna das famílias dos coatitas será Elisafã, filho de Uziel.
31 E a sua guarda será a arca, e a mesa, e o candelabro, e os altares, e os utensílios do santuário com que ministram, e o véu com todo o seu serviço.
32 E o príncipe dos príncipes de Levi será Eleazar, filho de Arão, o sacerdote; terá a superintendência sobre os que têm cuidado da guarda do santuário.
33 De Merari é a família dos malitas e a família dos musitas; estas são as famílias de Merari.
34 E os que deles foram contados pelo número de todo o homem de um mês para cima, foram seis mil e duzentos.
35 E o príncipe da casa paterna das famílias de Merari será Zuriel, filho de Abiail; armarão as suas tendas ao lado do tabernáculo, do lado do norte.
36 E os filhos de Merari terão a seu cargo as tábuas do tabernáculo, os seus varais, as suas colunas, as suas bases, e todos os seus utensílios, com todo o seu serviço.
37 E as colunas do pátio em redor, e as suas bases, as suas estacas e as suas cordas.
38 E os que armarão as suas tendas diante do tabernáculo, ao oriente, diante da tenda da congregação, para o nascente, serão Moisés e Arão, com seus filhos, tendo o cuidado da guarda do santuário, pela guarda dos filhos de Israel; e o estranho que se chegar morrerá.
39 Todos os que foram contados dos levitas, que contaram Moisés e Arão por mandado do Senhor, segundo as suas famílias, todo o homem de um mês para cima, foram vinte e dois mil.
40 E disse o Senhor a Moisés: Conta todo o primogênito homem dos filhos de Israel, da idade de um mês para cima, e toma o número dos seus nomes,
41 E para mim tomarás os levitas (eu sou o Senhor), em lugar de todo o primogênito dos filhos de Israel, e os animais dos levitas, em lugar de todo o primogênito entre os animais dos filhos de Israel.
42 E contou Moisés, como o Senhor lhe ordenara, todo o primogênito entre os filhos de Israel.
43 E todos os primogênitos homens, pelo número dos nomes dos da idade de um mês para cima, segundo os que eram contados deles, foram vinte e dois mil e duzentos e setenta e três.
44 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
45 Toma os levitas em lugar de todo o primogênito entre os filhos de Israel, e os animais dos levitas em lugar dos seus animais; porquanto os levitas serão meus: Eu sou o Senhor.
46 Quanto aos duzentos e setenta e três, que se houverem de resgatar dos primogênitos dos filhos de Israel, que excedem ao número dos levitas,
47 Tomarás, por cabeça, cinco siclos; conforme ao siclo do santuário os tomarás, a vinte geras o siclo.
48 E a Arão e a seus filhos darás o dinheiro dos resgatados, dos que sobram entre eles.
49 Então Moisés tomou o dinheiro do resgate dos que excederam sobre os resgatados pelos levitas.
50 Dos primogênitos dos filhos de Israel recebeu o dinheiro, mil e trezentos e sessenta e cinco siclos, segundo o siclo do santuário.
51 E Moisés deu o dinheiro dos resgatados a Arão e a seus filhos, segundo o mandado do Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés.


A Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) - Parte 1/6

A Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) - Parte 1/6


A Guerra dos Trinta Anos, de 1618 a 1648, primeiro grande conflito armado dos tempos modernos, envolveu grande parte da Europa. Essa grande confrontação do século XVII poria termo ao período de um século de disputas entre católicos e protestantes e daria início a um novo sistema europeu de relações internacionais cujos fundamentos alcançariam o século XXI.
O sistema internacional no século XVII foi marcado inicialmente pela preponderância da Espanha. Seus concorrentes, porém, não tardaram a ocupar o seu lugar de destaque. A França surgiu como um país importante enquanto a Inglaterra preparou o terreno, especialmente nas últimas décadas do século, para se tornar hegemônica no século seguinte. A perda da hegemonia espanhola esteve ligada a vários fatores. Jaguaribe (2001, p. 486) observa que a decadência espanhola “resultou da combinação de quatro causas principais: certas debilidades institucionais; estruturas sociais predatórias; compromissos ideológicos utópicos; e a adoção de políticas equivocadas”
Importante lembrar que a Espanha, católica, era a potência hegemônica no início do século XVII. O domínio de Felipe III (1598-1621) abrangia toda a Península Ibérica, as colônias da América, incluindo o Brasil, o sul da Itália, Milão, ilhas no Mediterrâneo, Filipinas e enclaves na África.
Especialmente equivocada foi a decisão espanhola de ser defensora da fé católica. Isso não apenas fez ressurgir, em grau muito maior, as guerras religiosas do século anterior, mas também levou a Espanha a perder a sua condição de principal potência do continente europeu.

O século XVII, ressalta Jaguaribe (2001, p. 485), "foi marcado pelos conflitos religiosos mais agudos já ocorrido no ocidente. Herdados do século precedente, eles culminaram na Guerra dos Trinta Anos (1618-1648)", que foi, pois a tentativa militar dos católicos de conter o protestantismo.

O Mapa 6 ilustra a Europa em 1600, dividida entre reinos católicos e protestantes.



Antes de entrarmos diretamente na Guerra dos Trinta Anos, convém um rápido parêntese. Em 1556, o Imperador Carlos V, após ter assinado a Paz de Augsburgo, abdicou e dividiu em dois os seus domínios: de um lado, a Espanha, Países Baixos, colônias americanas e Itália ficaram para seu filho Felipe II (no mapa, em laranja); de outro, a Áustria, que ficou com seu irmão Fernando (em amarelo). Com isso, a família Habsburgo ficou dividida em dois ramos, ambos católicos e, frequentemente, aliados.




Fonte de referência, pesquisa e estudos:

O Advento do Estado Absolutista - Parte 2/3

O Advento do Estado Absolutista - Parte 2/3

O terceiro aspecto importante para o desenvolvimento do Estado absolutista foi a criação de uma administração civil ligada ou ao rei ou ao Estado. Dessa forma, o soberano se desligava das relações particulares com a nobreza para poder governar. Ademais, tinha-se aí o embrião do que seria a burocracia estatal, essencial para o governo dos Estados modernos.

O luxo, a beleza e o controle de poder da etiqueta - arteref
                                                                          
Uma obra importante sobre o Absolutismo é "Linhagens do Estado Absolutista", de Perry Anderson.

O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour | Digestivo ...Os Estados absolutistas eram, pois, Estados em que o poder se encontrava concentrado, em razão das instituições como o sistema tributário, o exército nacional e a administração pública, nas mãos do rei. A figura do Estado se fundia com a do soberano. Daí as palavras atribuídas a Luís XIV, soberano absolutista francês: “L’Etat c’est moi!” (“o Estado sou eu!”).

Importante considerar, também, a preocupação dos Estados absolutistas com a economia nacional, especialmente com o comércio. Essa preocupação se dava, porque visava à arrecadação de fundos, especialmente sob a forma de metais preciosos e impostos. Nesse sentido, uma nova classe, cada vez mais próxima do soberano, se estruturou: a burguesia. Era formada pelos comerciantes e outros profissionais liberais das cidades que ganhavam força frente à nobreza ao contribuir para o financiamento do Estado moderno.

Por fim, o aparecimento dos estados absolutistas provocou grande mudança no sistema internacional. Hélio Jaguaribe (2001, p. 481) observa que “o século XVII se caracterizou na Europa pela emergência de grandes potências, contrastando com o mundo do Renascimento, quando as cidades-estado da Itália desempenhavam os principais papéis na arena internacional, cercadas por países potencialmente poderosos, como a França, a Espanha e a Inglaterra, que, no entanto, viviam em condições medievais. No princípio do século XVII, esses países tinham conseguido em grande parte alcançar sua integração nacional, e começavam a ter um papel internacional importante."



Fonte de referência, pesquisa e estudos:

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