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terça-feira, 14 de abril de 2020

Levítico Capítulo 16

Levítico Capítulo 16



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1 E falou o SENHOR a Moisés, depois da morte dos dois filhos de Arão, que morreram quando se chegaram diante do SENHOR.
2 Disse, pois, o Senhor a Moisés: Dize a Arão, teu irmão, que não entre no santuário em todo o tempo, para dentro do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca, para que não morra; porque eu aparecerei na nuvem sobre o propiciatório.
3 Com isto Arão entrará no santuário: com um novilho, para expiação do pecado, e um carneiro para holocausto.
4 Vestirá ele a túnica santa de linho, e terá ceroulas de linho sobre a sua carne, e cingir-se-á com um cinto de linho, e se cobrirá com uma mitra de linho; estas são vestes santas; por isso banhará a sua carne na água, e as vestirá.
5 E da congregação dos filhos de Israel tomará dois bodes para expiação do pecado e um carneiro para holocausto.
6 Depois Arão oferecerá o novilho da expiação, que será para ele; e fará expiação por si e pela sua casa.
7 Também tomará ambos os bodes, e os porá perante o Senhor, à porta da tenda da congregação.
8 E Arão lançará sortes sobre os dois bodes; uma pelo Senhor, e a outra pelo bode emissário.
9 Então Arão fará chegar o bode, sobre o qual cair a sorte pelo Senhor, e o oferecerá para expiação do pecado.
10 Mas o bode, sobre que cair a sorte para ser bode emissário, apresentar-se-á vivo perante o Senhor, para fazer expiação com ele, a fim de enviá-lo ao deserto como bode emissário.
11 E Arão fará chegar o novilho da expiação, que será por ele, e fará expiação por si e pela sua casa; e degolará o novilho da sua expiação.
12 Tomará também o incensário cheio de brasas de fogo do altar, de diante do Senhor, e os seus punhos cheios de incenso aromático moído, e o levará para dentro do véu.
13 E porá o incenso sobre o fogo perante o Senhor, e a nuvem do incenso cobrirá o propiciatório, que está sobre o testemunho, para que não morra.
14 E tomará do sangue do novilho, e com o seu dedo espargirá sobre a face do propiciatório, para o lado oriental; e perante o propiciatório espargirá sete vezes do sangue com o seu dedo.
15 Depois degolará o bode, da expiação, que será pelo povo, e trará o seu sangue para dentro do véu; e fará com o seu sangue como fez com o sangue do novilho, e o espargirá sobre o propiciatório, e perante a face do propiciatório.
16 Assim fará expiação pelo santuário por causa das imundícias dos filhos de Israel e das suas transgressões, e de todos os seus pecados; e assim fará para a tenda da congregação que reside com eles no meio das suas imundícias.
17 E nenhum homem estará na tenda da congregação quando ele entrar para fazer expiação no santuário, até que ele saia, depois de feita expiação por si mesmo, e pela sua casa, e por toda a congregação de Israel.
18 Então sairá ao altar, que está perante o Senhor, e fará expiação por ele; e tomará do sangue do novilho, e do sangue do bode, e o porá sobre as pontas do altar ao redor.
19 E daquele sangue espargirá sobre o altar, com o seu dedo, sete vezes, e o purificará das imundícias dos filhos de Israel, e o santificará.
20 Havendo, pois, acabado de fazer expiação pelo santuário, e pela tenda da congregação, e pelo altar, então fará chegar o bode vivo.
21 E Arão porá ambas as suas mãos sobre a cabeça do bode vivo, e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, e todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode, e enviá-lo-á ao deserto, pela mão de um homem designado para isso.
22 Assim aquele bode levará sobre si todas as iniqüidades deles à terra solitária; e deixará o bode no deserto.
23 Depois Arão virá à tenda da congregação, e despirá as vestes de linho, que havia vestido quando entrara no santuário, e ali as deixará.
24 E banhará a sua carne em água no lugar santo, e vestirá as suas vestes; então sairá e preparará o seu holocausto, e o holocausto do povo, e fará expiação por si e pelo povo.
25 Também queimará a gordura da expiação do pecado sobre o altar.
26 E aquele que tiver levado o bode emissário lavará as suas vestes, e banhará a sua carne em água; e depois entrará no arraial.
27 Mas o novilho da expiação, e o bode da expiação do pecado, cujo sangue foi trazido para fazer expiação no santuário, serão levados fora do arraial; porém as suas peles, a sua carne, e o seu esterco queimarão com fogo.
28 E aquele que os queimar lavará as suas vestes, e banhará a sua carne em água; e depois entrará no arraial.
29 E isto vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e nenhum trabalho fareis nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vós.
30 Porque naquele dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados perante o Senhor.
31 É um sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas; isto é estatuto perpétuo.
32 E o sacerdote, que for ungido, e que for sagrado, para administrar o sacerdócio, no lugar de seu pai, fará a expiação, havendo vestido as vestes de linho, as vestes santas;
33 Assim fará expiação pelo santo santuário; também fará expiação pela tenda da congregação e pelo altar; semelhantemente fará expiação pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação.
34 E isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação pelos filhos de Israel de todos os seus pecados, uma vez no ano. E fez Arão como o Senhor ordenara a Moisés.



segunda-feira, 13 de abril de 2020

Levítico Capítulo 13

Levítico Capítulo 13



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1 Falou mais o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:
2 Quando um homem tiver na pele da sua carne, inchação, ou pústula, ou mancha lustrosa, na pele de sua carne como praga da lepra, então será levado a Arão, o sacerdote, ou a um de seus filhos, os sacerdotes.
3 E o sacerdote examinará a praga na pele da carne; se o pêlo na praga se tornou branco, e a praga parecer mais profunda do que a pele da sua carne, é praga de lepra; o sacerdote o examinará, e o declarará por imundo.
4 Mas, se a mancha na pele de sua carne for branca, e não parecer mais profunda do que a pele, e o pêlo não se tornou branco, então o sacerdote encerrará o que tem a praga por sete dias;
5 E ao sétimo dia o sacerdote o examinará; e eis que, se a praga, ao seu parecer parou, e na pele não se estendeu, então o sacerdote o encerrará por outros sete dias; 6
6 E o sacerdote ao sétimo dia o examinará outra vez; e eis que, se a praga se recolheu, e na pele não se estendeu, então o sacerdote o declarará por limpo; é uma pústula; e lavará as suas vestes, e será limpo.
7 Mas, se a pústula na pele se estende grandemente, depois que foi mostrado ao sacerdote para a sua purificação, outra vez será mostrado ao sacerdote,
8 E o sacerdote o examinará, e eis que, se a pústula na pele se tem estendido, o sacerdote o declarará por imundo; é lepra.
9 Quando no homem houver praga de lepra, será levado ao sacerdote,
10 E o sacerdote o examinará, e eis que, se há inchação branca na pele, a qual tornou o pêlo em branco, e houver carne viva na inchação,
11 Lepra inveterada é na pele da sua carne; portanto, o sacerdote o declarará por imundo; não o encerrará, porque imundo é.
12 E, se a lepra se espalhar de todo na pele, e a lepra cobrir toda a pele do que tem a praga, desde a sua cabeça até aos seus pés, quanto podem ver os olhos do sacerdote,
13 Então o sacerdote examinará, e eis que, se a lepra tem coberto toda a sua carne, então declarará o que tem a praga por limpo; todo se tornou branco; limpo está.
14 Mas no dia em que aparecer nela carne viva será imundo.
15 Vendo, pois, o sacerdote a carne viva, declará-lo-á por imundo; a carne é imunda; é lepra.
16 Ou, tornando a carne viva, e mudando-se em branca, então virá ao sacerdote,
17 E este o examinará, e eis que, se a praga se tornou branca, então o sacerdote declarará limpo o que tem a praga; limpo está.
18 Se também a carne, em cuja pele houver alguma úlcera, sarar,
19 E, em lugar da pústula, vier inchação branca ou mancha lustrosa, tirando a vermelho, mostrar-se-á então ao sacerdote.
20 E o sacerdote examinará, e eis que, se ela parece mais funda do que a pele, e o seu pêlo se tornou branco, o sacerdote o declarará por imundo; é praga da lepra que brotou da pústula.
21 E o sacerdote, vendo-a, e eis que se nela não houver pêlo branco, nem estiver mais funda do que a pele, mas encolhida, então o sacerdote o encerrará por sete dias.
22 Se ela grandemente se estender na pele, o sacerdote o declarará por imundo; praga é.
23 Mas se a mancha parar no seu lugar, não se estendendo, inflamação da pústula é; o sacerdote, pois, o declarará por limpo.
24 Ou, quando na pele da carne houver queimadura de fogo, e no que é sarado da queimadura houver mancha lustrosa, tirando a vermelho ou branco,
25 E o sacerdote vendo-a, e eis que se o pêlo na mancha se tornou branco e ela parece mais funda do que a pele, lepra é, que floresceu pela queimadura; portanto o sacerdote o declarará por imundo; é praga de lepra.
26 Mas, se o sacerdote, vendo-a, e eis que, se na mancha não aparecer pêlo branco, nem estiver mais funda do que a pele, mas recolhida, o sacerdote o encerrará por sete dias.
27 Depois o sacerdote o examinará ao sétimo dia; se grandemente se houver estendido na pele, o sacerdote o declarará por imundo; é praga de lepra.
28 Mas se a mancha parar no seu lugar, e na pele não se estender, mas se recolher, inchação da queimadura é; portanto o sacerdote o declarará por limpo, porque inflamação é da queimadura.
29 E, quando homem ou mulher tiver chaga na cabeça ou na barba,
30 E o sacerdote, examinando a chaga, e eis que, se ela parece mais funda do que a pele, e pêlo amarelo fino há nela, o sacerdote o declarará por imundo; é tinha, é lepra da cabeça ou da barba.
31 Mas, se o sacerdote, havendo examinado a praga da tinha, e eis que, se ela não parece mais funda do que a pele, e se nela não houver pêlo preto, então o sacerdote encerrará o que tem a praga da tinha por sete dias.
32 E o sacerdote examinará a praga ao sétimo dia; e eis que, se a tinha não se tiver estendido, e nela não houver pêlo amarelo, nem a tinha parecer mais funda do que a pele,
33 Então se rapará; mas não rapará a tinha; e o sacerdote segunda vez encerrará o que tem a tinha por sete dias.
34 Depois o sacerdote examinará a tinha ao sétimo dia; e eis que, se a tinha não se houver estendido na pele, e ela não parecer mais funda do que a pele, o sacerdote o declarará por limpo, e lavará as suas vestes, e será limpo.
35 Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se houver estendido grandemente na pele,
36 Então o sacerdote o examinará, e eis que, se a tinha se tem estendido na pele, o sacerdote não buscará pêlo amarelo; imundo está.
37 Mas, se a tinha ao seu ver parou, e pêlo preto nela cresceu, a tinha está sã, limpo está; portanto o sacerdote o declarará por limpo.
38 E, quando homem ou mulher tiver manchas lustrosas brancas na pele da sua carne,
39 Então o sacerdote olhará, e eis que, se na pele da sua carne aparecem manchas lustrosas escurecidas, é impigem que floresceu na pele, limpo está.
40 E, quando os cabelos do homem caírem da cabeça, calvo é, mas limpo está.
41 E, se lhe caírem os cabelos na frente da cabeça, meio calvo é; mas limpo está.
42 Porém, se na calva, ou na meia calva, houver praga branca avermelhada, é lepra, florescendo na sua calva ou na sua meia calva.
43 Havendo, pois, o sacerdote examinado, e eis que, se a inchação da praga, na sua calva ou meia calva, está branca, tirando a vermelho, como parece a lepra na pele da carne,
44 Leproso é aquele homem, imundo está; o sacerdote o declarará totalmente por imundo, na sua cabeça tem a praga.
45 Também as vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e a sua cabeça será descoberta, e cobrirá o lábio superior, e clamará: Imundo, imundo.
46 Todos os dias em que a praga houver nele, será imundo; imundo está, habitará só; a sua habitação será fora do arraial.
47 Quando também em alguma roupa houver praga de lepra, em roupa de lã, ou em roupa de linho,
48 Ou no fio urdido, ou no fio tecido, seja de linho, ou seja de lã, ou em pele, ou em qualquer obra de peles,
49 E a praga na roupa, ou na pele, ou no fio urdido, ou no fio tecido, ou em qualquer coisa de peles aparecer verde ou vermelha, praga de lepra é, por isso se mostrará ao sacerdote,
50 E o sacerdote examinará a praga, e encerrará aquilo que tem a praga por sete dias.
51 Então examinará a praga ao sétimo dia; se a praga se houver estendido na roupa, ou no fio urdido, ou no fio tecido ou na pele, para qualquer obra que for feita da pele, lepra roedora é, imunda está;
52 Por isso se queimará aquela roupa, ou fio urdido, ou fio tecido de lã, ou de linho, ou de qualquer obra de peles, em que houver a praga, porque lepra roedora é; com fogo se queimará.
53 Mas, o sacerdote, vendo, e eis que, se a praga não se estendeu na roupa, ou no fio urdido, ou no tecido, ou em qualquer obra de peles,
54 Então o sacerdote ordenará que se lave aquilo no qual havia a praga, e o encerrará segunda vez por sete dias;
55 E o sacerdote, examinando a praga, depois que for lavada, e eis que se ela não mudou o seu aspecto, nem se estendeu, imundo está, com fogo o queimarás; praga penetrante é, seja por dentro ou por fora.
56 Mas se o sacerdote verificar que a praga se tem recolhido, depois de lavada, então a rasgará da roupa, ou da pele ou do fio urdido ou tecido;
57 E, se ainda aparecer na roupa, ou no fio urdido ou tecido ou em qualquer coisa de peles, lepra brotante é; com fogo queimarás aquilo em que há a praga;
58 Mas a roupa ou fio urdido ou tecido ou qualquer coisa de peles, que lavares, e de que a praga se retirar, se lavará segunda vez, e será limpa.
59 Esta é a lei da praga da lepra na roupa de lã, ou de linho, ou do fio urdido, ou tecido, ou de qualquer coisa de peles, para declará-la limpa, ou para declará-la imunda.



terça-feira, 7 de abril de 2020

Levítico Capítulo 19

Levítico Capítulo 19



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1 Disse ainda o Senhor a Moisés:
2 "Diga o seguinte a toda comunidade de Israel: Sejam santos porque eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo.
3 "Respeite cada um de vocês a sua mãe e o seu pai, e guarde os meus sábados. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.
4 "Não se voltem para os ídolos, nem façam para si deuses de metal. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.
5 "Quando vocês oferecerem um sacrifício de comunhão ao Senhor, ofereçam-no de modo que seja aceito em favor de vocês.
6 Terá que ser comido no dia em que o oferecerem, ou no dia seguinte; o que sobrar até ao terceiro dia será queimado.
7 Se alguma coisa for comida no terceiro dia, estará estragada e não será aceita.
8 Quem comer sofrerá as conseqüências da sua iniqüidade, porque profanou o que é santo ao Senhor; será eliminado do meio do seu povo.
9 "Quando fizerem a colheita da sua terra, não colham até às extremidades da sua lavoura, nem ajuntem as espigas caídas de sua colheita.
10 Não passem duas vezes pela sua vinha, nem apanhem as uvas que tiverem caído. Deixem-nas para o necessitado e para o estrangeiro. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.
11 "Não furtem. "Não mintam. "Não enganem uns aos outros.
12 "Não jurem falsamente pelo meu nome, profanando assim o nome do seu Deus. Eu sou o Senhor.
13 "Não oprimam nem roubem o seu próximo. "Não retenham até a manhã do dia seguinte o pagamento de um diarista.
14 "Não amaldiçoem o surdo nem ponham pedra de tropeço à frente do cego, mas tema o seu Deus. Eu sou o Senhor.
15 "Não cometam injustiça num julgamento; não favoreçam os pobres, nem procurem agradar os grandes, mas julguem o seu próximo com justiça.
16 "Não espalhem calúnias entre o seu povo. "Não se levantem contra a vida do seu próximo. Eu sou o Senhor.
17 "Não guardem ódio contra o seu irmão no coração; antes repreendam com franqueza o seu próximo para que, por causa dele, não sofram as conseqüências de um pecado.
18 "Não procurem vingança, nem guardem rancor contra alguém do seu povo, mas ame cada um o seu próximo como a si mesmo. Eu sou o Senhor.
19 "Obedeçam às minhas leis. "Não cruzem diferentes espécies de animais. "Não plantem duas espécies de sementes na sua lavoura. "Não usem roupas feitas com dois tipos de tecido.
20 "Se um homem deitar-se com uma escrava prometida a outro homem, mas que não tenha sido resgatada nem recebido sua liberdade, aplique-se a devida punição. Contudo não serão mortos, porquanto ela não havia sido libertada.
21 O homem, porém, trará ao Senhor, à entrada da Tenda do Encontro, um carneiro como oferta pela culpa.
22 Com o carneiro da oferta pela culpa o sacerdote fará propiciação por ele perante o Senhor, pelo pecado que cometeu; assim o pecado que ele cometeu será perdoado.
23 "Quando vocês entrarem na terra e plantarem qualquer tipo de árvore frutífera, considerem proibidas as suas frutas. Durante três anos vocês as considerarão proibidas; não poderão comê-las.
24 No quarto ano todas as suas frutas serão santas; será uma oferta de louvor ao Senhor.
25 No quinto ano, porém, vocês poderão comer as suas frutas. Assim a sua colheita aumentará. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.
26 "Não comam nada com sangue. "Não pratiquem adivinhação nem feitiçaria.
27 "Não cortem o cabelo dos lados da cabeça, nem aparem as pontas da barba.
28 "Não façam cortes em seus corpos por causa dos mortos, nem tatuagem em si mesmos. Eu sou o Senhor.
29 "Ninguém desonre a sua filha tornando-a uma prostituta, se não a terra se entregará à prostituição e se encherá de perversidade.
30 "Guardem os meus sábados e reverenciem o meu santuário. Eu sou o Senhor".
31 "Não recorram aos médiuns, nem busquem os espíritas, pois vocês serão contaminados por eles. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.
32 "Levantem-se na presença dos idosos, honrem os anciãos, tema o seu Deus. Eu sou o Senhor.
33 "Quando um estrangeiro viver na terra de vocês, não o maltratem.
34 O estrangeiro residente que viver com vocês será tratado como o natural da terra. Amem-no como a si mesmos, pois vocês foram estrangeiros no Egito. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.
35 "Não usem medidas desonestas quando medirem comprimento, peso ou quantidade.
36 Usem balanças de pesos honestos, tanto para cereais quanto para líquidos. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês, que os tirei da terra do Egito.
37 "Obedeçam a todos os meus decretos e a todas as minhas leis e pratiquem-nos. Eu sou o Senhor".
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sexta-feira, 27 de março de 2020

Jesus histórico - Uma breve introdução - Parte 8/10

Jesus histórico - Uma breve introdução - Parte 8/10



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O movimento batista estava aberto a estrangeiros e permitia o perdão dos pecados, sem o acordo e mesmo em oposição ao perdão centralizado no Templo de Jerusalém e oficializado pelo ritual do Yom Kipur (dia do perdão), celebrado no dia 10 de mês tishri (setembro/outubro no nosso calendário).
Tudo indica que houve um abandono, após algum tempo, da prática do batismo,por parte de Jesus e seus seguidores. Jesus será, como pregador, muito diferente de João Batista: não se vestirá como o profeta Elias (Marcos 1, 6), sairá do Rio Jordão para pregar ao povo em suas aldeias, não se apresentará como um homem consagrado a Deus (nazir), que deveria abster-se de vinho e fermentados.
Ao contrário, beberá e comerá carne. O próprio Jesus teria dito: “Com efeito, veio João, que não come nem bebe, e dizem: ‘um demônio está nele’.Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: ‘eis aí um glutão e beberrão, amigo de  publicanos e pecadores’” (Mateus 11, 18-19).
Talvez se possa localizar a ruptura com o movimento batista nessa contraposição,em um movimento de afastamento do ascetismo, em direção ao engajamento com os impuros: “não são os que têm saúde que precisam de médicos, mas os doentes. Eu não vim chamar justos, mas pecadores” (Marcos 2, 17).
Jesus, porta-voz de Deus Jesus era conhecido, em vida, como emissário divino: “E, entrando em Jerusalém, a cidade inteira agitou-se e dizia: ‘quem é este?’ A isso as multidões respondiam: ‘Este é o profeta Jesus, o de Nazaré da Galileia’” (Mateus 21, 10-11). Era chamado de Nabi, traduzido para o grego (e depois para o português) como profeta.
A palavra significa, literalmente, borbulho, aquele que fala como se borbulhasse,como se a fonte das suas palavras fosse Deus, que borbulhava as palavras na boca daquele que era um emissário, um transmissor.
Havia longa tradição de profetas em Israel.
Eram homens que, desde o período dos reis, falavam para o povo, criticavam as autoridades, tanto políticas como religiosas, por se afastarem da justiça e da igualdade, comum a todos os filhos de Deus.
Sua mensagem inseria-se na linha dos antigos profetas de Israel, como um profeta itinerante, que se poderia caracterizar como carismático, para usar o termo difundido pelo sociólogo alemão Max Weber, com a seguinte definição:
“O carisma é uma qualidade de uma personalidade individual, por isso separado das pessoas comuns, pessoa tratada como se dotada de poder e qualidades super-humanas, além da natureza, ou ao menos excepcionais.
Estas não são acessíveis às pessoas comuns, massão consideradas de origem divina ou como modelos e, por isso, o indivíduo é considerado
um líder” (Economia e Sociedade, 3, parágrafo 10). O próprio termo carisma deriva do termo grego kharis, “graça, favor”, um termo muito usado no Novo Testamento. No entanto, a expressão usada para se referir ao carisma de Jesus era outra, exousía, traduzido como “autoridade”: “Os ouvintes ficavam admirados com a sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas” (Marcos 1, 22).
“Ele manda com autoridade até aos espíritos imundos, e obedecem-lhe” (Marcos 1, 27).
A palavra grega exousía designa um tipo de poder, mas não sabemos como essa sua potência mágica era chamada em aramaico. De qualquer modo, esse carisma exercia-se por meio das falas de Jesus, perdidas em sua forma original, em aramaico, mas cujo substrato oral se encontra preservado em muitas frases que parecem diretamente traduzidas da língua semita para o grego. Talvez a mais famosa seja: “o sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado” (Marcos 2, 27).
Mas muitas outras, curtas e diretas, ressoam o original aramaico que se perdeu, como: “Convertam-se, porque o Reino do Céu está próximo” (Mateus 4, 17). 
“Se alguém quer ser o primeiro, será o último de todos e o servo de todos” (Marcos 9,34).

“Se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não pode subsistir” (Marcos 3, 25).






Fonte de referência, estudos e pesquisa:

https://www.academia.edu/14777618/Jesus_Hist%C3%B3rico_alguns_trechos

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quinta-feira, 19 de março de 2020

Jesus histórico - Uma breve introdução - Parte 7/10

Jesus histórico - Uma breve introdução - Parte 7/10



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Este testemunho mostra o caráter popular da pregação do Batista e como o povo, além de acorrer ao profeta, interpretou o rei e a elite como ímpios. Jesus e alguns de seus discípulos pertenceram a este movimento batista, como André e Pedro: “No dia seguinte, João se achava lá de novo, com dois de seus discípulos. Ao ver Jesus que passava, disse: ‘eis o cordeiro de Deus’. Os dois discípulos ouviram-no falar e seguiram Jesus. Jesus voltou-se e, vendo que eles o seguiam, disse-lhes: ‘que estais procurando?’ Disseram-lhe: ‘rabi (que, traduzido, significa mestre), onde moras?’ Disse-lhes: ‘vinde e vede’.         Então eles foram e viram onde morava e permaneceram com ele aquele dia. Era a hora décima, aproximadamente. André, o irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram Jesus. Encontrou primeiramente Simão e lhe disse: ‘encontramos o Messias (que quer dizer Cristo)’. Ele o conduziu a Jesus. Fitando-o, disse-lhe Jesus: ‘tu és Simão, o filho de João; chamar-te-ás Cefas (que quer dizer pedra)” (João 1, 35-42). Eram, pois, membros do movimento batista e batizavam: “Depois disso, Jesus veio com os seus discípulos para o território da Judeia e permaneceu ali com eles e batizava” (João 3, 23).
A purificação pela água era regra ritual do judaísmo da época, com a necessidade de banhos rituais (mikvot) para purificar as pessoas, quando tivessem contatos impuros com estrangeiros, com mortos ou doentes, entre outras situações consideradas impuras.
Contudo, no seio do povo, nem sempre era possível manter tais rigores e o movimento batista se caracterizava pela limpeza do corpo, mas com ênfase nas intenções, não no contato ritual impuro.
Jesus e seus discípulos terão sempre contato com impuros: pecadores, leprosos, não-judeus, prostitutas ou mulheres em situação de impureza.
Isto se explica, em parte, pela origem popular desses movimentos sociais, pois artesãos e camponeses não podia se preocupar tanto com a pureza ritual.






Fonte de referência, estudos e pesquisa:

https://www.academia.edu/14777618/Jesus_Hist%C3%B3rico_alguns_trechos

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Levítico Capitulo 05

Levítico Capítulo 05



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E quando alguma pessoa pecar, ouvindo uma voz de blasfêmia, de que for testemunha, seja porque viu, ou porque soube, se o não denunciar, então levará a sua iniqüidade.
Ou, quando alguma pessoa tocar em alguma coisa imunda, seja corpo morto de fera imunda, seja corpo morto de animal imundo, seja corpo morto de réptil imundo, ainda que não soubesse, contudo será ele imundo e culpado.
Ou, quando tocar a imundícia de um homem, seja qualquer que for a sua imundícia, com que se faça imundo, e lhe for oculto, e o souber depois, será culpado.
Ou, quando alguma pessoa jurar, pronunciando temerariamente com os seus lábios, para fazer mal, ou para fazer bem, em tudo o que o homem pronuncia temerariamente com juramento, e lhe for oculto, e o souber depois, culpado será numa destas coisas.
Será, pois, que, culpado sendo numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou.
E a sua expiação trará ao Senhor, pelo seu pecado que cometeu: uma fêmea de gado miúdo, uma cordeira, ou uma cabrinha pelo pecado; assim o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado.
Mas, se em sua mão não houver recurso para gado miúdo, então trará, para expiação da culpa que cometeu, ao Senhor, duas rolas ou dois pombinhos; um para expiação do pecado, e o outro para holocausto;
E os trará ao sacerdote, o qual primeiro oferecerá aquele que é para expiação do pecado; e com a sua unha lhe fenderá a cabeça junto ao pescoço, mas não o partirá;
E do sangue da expiação do pecado espargirá sobre a parede do altar, porém o que sobejar daquele sangue espremer-se-á à base do altar; expiação do pecado é.
E do outro fará holocausto conforme ao costume; assim o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado que cometeu, e ele será perdoado.
Porém, se em sua mão não houver recurso para duas rolas, ou dois pombinhos, então aquele que pecou trará como oferta a décima parte de um efa de flor de farinha, para expiação do pecado; não deitará sobre ela azeite nem lhe porá em cima o incenso, porquanto é expiação do pecado;
E a trará ao sacerdote, e o sacerdote dela tomará a sua mão cheia pelo seu memorial, e a queimará sobre o altar, em cima das ofertas queimadas do Senhor; expiação de pecado é.
Assim o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado, que cometeu em alguma destas coisas, e lhe será perdoado; e o restante será do sacerdote, como a oferta de alimentos.
E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
Quando alguma pessoa cometer uma transgressão, e pecar por ignorância nas coisas sagradas do Senhor, então trará ao Senhor pela expiação, um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação em siclos de prata, segundo o siclo do santuário, para expiação da culpa.
Assim restituirá o que pecar nas coisas sagradas, e ainda lhe acrescentará a quinta parte, e a dará ao sacerdote; assim o sacerdote, com o carneiro da expiação, fará expiação por ele, e ser-lhe-á perdoado o pecado.
E, se alguma pessoa pecar, e fizer, contra algum dos mandamentos do Senhor, aquilo que não se deve fazer, ainda que o não soubesse, contudo será ela culpada, e levará a sua iniqüidade;
E trará ao sacerdote um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação, para expiação da culpa, e o sacerdote por ela fará expiação do erro que cometeu sem saber; e ser-lhe-á perdoado.
Expiação de culpa é; certamente se fez culpado diante do Senhor.

Levítico 5:1-19






Fonte de referência, estudos e pesquisa:



domingo, 9 de fevereiro de 2020

Jesus histórico - Uma breve introdução - Parte 6/10

Jesus histórico - Uma breve introdução - Parte 6/10



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Em aramaico, a palavra ah era usada para designar um irmão ou um primo, mas em grego, o termo usado, adelphos, restringe-se ao irmão de sangue.
Jesus nasceu no tempo de Herodes (Mateus 2, 1; Lucas 1, 5),   de Belém, na Judeia (Mateus 2, 5-8; Lucas 2, 4-11), ainda que esta informação possa ter sido adicionada posteriormente, para ligar Jesus à casa do rei Davi. De fato, o certo é que Jesus e sua família viviam em Nazaré, na Galileia (Mateus 2, 23; Lucas 2, 39). Não se pode saber quando surgiram as tradições referentes à concepção de Jesus pelo Espírito Santo (Mateus 1,18-20; Lucas 1, 26-38), mas elas estão ausentes de Marcos. O movimento batista e Jesus na Palestina, à época de Jesus, pululavam os movimentos sociais, de caráter religioso, voltados às insatisfações e agruras, em especial das pessoas humildes.
O domínio romano, em todo o Império, estabelecia clivagens entre aqueles que se beneficiavam da associação com Roma – as elites – e as pessoas excluídas e queixosas da situação social em que se encontravam.           Roma adotava, havia muitos séculos, uma política de alianças com os grupos dominantes locais, visando à sua incorporação ao exercício do poder, sentido da palavra imperium.
Na Palestina, os judeus constituíam uma população heterogênea, comum a aristocracia, ligada ao Templo de Jerusalém, em sintonia com o império, mas também com amplas massas camponesas excluídas.
Os camponeses, artesãos e pobres em geral inspiravam-se nos antigos profetas de Israel, que se opunham à opulência dos sacerdotes e hierarcas ligados ao Templo de Jerusalém. O escritor judaico-romano, Flávio Josefo (37-101 d.C) menciona João Batista e sua morte, provavelmente em 28 d.C.: “Alguns judeus pensavam que a destruição do exército de Herodes veio de Deus, de forma justa, como punição pelo que ele havia feito contra João, chamado Batista: pois Herodes o matara, ele que era um homem bom e pregava para que os judeus praticassem a virtude, tanto pela justiça de uns para com os outros, como pela reverência a Deus, para isso vindo ao batismo.             Esta lavagem era aceita por ele, não se fosse para terem alguns pecados perdoados, mas para a purificação do corpo.
A alma devia estar purificada antes pela retidão.
Quando muitos vieram em multidão até João, movidos por suas palavras, Herodes, que temia a grande influência de João sobre o povo, o que permitiria que estimulasse uma revolta (pois pareciam prontos a fazer o que ele dissesse), pensou ser melhor matá-lo.
Isto impediria qualquer ação contrária causada por João e não traria dificuldades para o rei, que poderia arrepender-se muito tarde de tê-lo deixado vivo. Assim,foi aprisionado em Maquerus, castelo que mencionei antes, e morto. Os judeus consideraram que a destruição do exército de Herodes foi uma punição, para mostrar o desagrado de Deus” (Antiguidades Judaicas  18, 5, 2, parágrafos 116-119).




Fonte de referência, estudos e pesquisa:

https://www.academia.edu/14777618/Jesus_Hist%C3%B3rico_alguns_trechos

http://www.profjuliomartins.com


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Jesus histórico - Uma breve introdução - Parte 5/10

Jesus histórico - Uma breve introdução - Parte 5/10



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Quem se esquece de um milagre? Neste contexto, começa-se a compreender como a vida de Jesus foi escrita décadas depois de sua pregação.
De início, tudo era lembrado e contado em aramaico, apenas oralmente, pelos primeiros seguidores analfabetos de Jesus. Contudo, não foram eles que escreveram os Evangelhos: foram falantes de língua grega que não tinham conhecido Jesus ao vivo, apenas o Cristo após a Ressurreição. Jesus foi um homem crucificado, mas seus seguidores acreditaram que ele ressuscitou e subiu aos Céus, tendo ganhado, após sua morte, um novo nome: Cristo, que em grego quer dizer “ungido” por Deus, tradução de Messias, em hebraico.             Nunca, em vida, Jesus foi chamado de Cristo ou Messias, mas, após sua morte, no relato da sua vida, ele passou a ser chamado com os dois nomes: “Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (Marcos 1, 1).    Isto significa que toda a memória sobre a vida de Jesus foi conformada pela crença na Ressurreição de Jesus e na sua  divindade.
Não sabemos se teria havido escritos em aramaico com ditos e relatos da vida de           Jesus.
O que parece mais seguro é a existência de escritos com recordações de Jesus traduzidas para o grego, já quando a nova fé começou a expandir-se fora da comunidade judaica da Palestina.

3 - A vida de Jesus

A infância de Jesus

O Evangelho de Marcos não menciona nada sobre a infância de Jesus, pois sua narrativa começa com o batismo no rio Jordão: “aconteceu, naqueles dias, que Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no rio Jordão” (Marcos 1, 9).
Isto significa que os seus seguidores imediatos deviam ter poucas informações sobre a vida pregressa de Jesus ou consideravam pouco importante tudo que antecedeu o seu encontro com o movimento batista.
O mesmo se pode dizer do último Evangelho, pois João também inicia o relato da vida de Jesus com João Batista (João 1, 29).
Mas há outras informações, fornecidas mesmo no Evangelho mais avaro de Marcos, quando relata uma estada de Jesus em sua aldeia: “Saindo dali, foi para sua pátria e os seus discípulos o seguiram. Vindo o sábado, começou ele a ensinar na sinagoga e numerosos ouvintes ficavam maravilhados, dizendo:
‘De onde lhe vem tudo isso? E que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais milagres por suas mãos? Não é este o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E as suas irmãs não estão aqui entre nós?” (Marcos 6, 1-3). A historieta pode parecer ilógica, se Jesus tivesse vivido toda sua vida adulta em Nazaré, mas não sabemos quanto tempo antes do seu encontro com o Batista Jesus tinha deixado a sua cidade.
De todo modo, ficamos sabendo o nome da sua mãe Maria, sua profissão ou a de seu pai – pois Mateus 13, 55 menciona neste episódio que ele era “o filho do carpinteiro”, assim como o nome de seus parentes.





Fonte de referência, estudos e pesquisa:

https://www.academia.edu/14777618/Jesus_Hist%C3%B3rico_alguns_trechos

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